sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Encontro da confraria Taninos no Tucupi realiza mais uma harmonização brazuca no Restaurante Tordesilhas.



Meninas e meninos,
Em mais uma, a última do ano, reunião da confraria Taninos no Tucupi, que por objetivo maior tem, o de harmonizar vinhos com os pratos tipicamente Brasileiros, os confrades sob a régia condução de nossa mentora, primeira e única, a eficiente e linda Cris Couto, degustamos a belíssima preparação gastronômica que a sempre competente Mara Salles, com a supervisão organizacional do amigo Ivo nos propôs.
Cardápio:
1-Pão de Tapioca- a coisa mais rica, especial e espetacular que já provei em matéria de pãezinhos para couvert .
2-Salada de alface Romana baby, ao molho de limão Cravo, lascas de Tucumã e queijo de Qualho grelhado.
3-Tigelinha de frutos do mar(caldo de Tucunaré com pedaços do peixe, camarão 7 barbas, mini lulas, sururu, batatinha miúda e ovo de codorna).
4-Pirarucu salgado, ao molho de cebolas, tomates, pimentão e leite de coco, acompanhado de Banana da Terra assada e um ma-ra-vi-lho-so viradinho de abobrinha Brasileira, usando a farinha d’água(crocância insuperável).
5-Mix de frutas da Amazônia Peruana, de onde a Mara tinha acabado de chegar de uma expedição gastronômica, contendo: Lúcuma (a coisa mais deliciosa já por mim provada em termos de frutas exóticas, uma polpa saborosíssima), Ubos(cajá, taperebá), Fruta Pepino(parece um melão) e Aguaymanto(physalis), acompanhados de raspadinha de Açaí.
Isto posto, os confrades Agilson Gavioli; Beto Duarte; Cris Couto; Daniel Perches; Ivo Ribeiro; Maurice Bibas; Maurício Tagliari; Ralph Schaffa; Walter Tommasi e eu, desfilamos 12 garrafas dos mais puros néctares, por nós escolhidos para a ocasião.
Claro que depois de muita fumaça preta, a fumaça branca da concórdia vínica se fez presente e “habemos campioni” um, Chardonnay barricado Casa Lapostolle Cuvée Alexandre 2008, importado pela Mistral, que nossa poderosa soberana confreira Cris Couto levou! Diga-se de passagem, que para compensar que o meu vinho não levou a faixa, ao menos votei no campeão.
Para ilustra esta postagem, não colocarei a foto do vinho e nem a das gastronomias perpetradas, estas ficarão para uma segunda e terceiras postagens, mas coloco aqui a mentora destas maravilhas que nos propiciaram momentos únicos ao longo do ano, junto à sua fiel escudeira Talita no Restaurante Tordesilhas, preparando os pratos cuidadosamente, sem nos esquecermos de agradecer à brigada fabulosa que nos atende com “exclusividade”.
Teremos mais, aguardem.
Tordesilhas
http://www.tordesilhas.com


Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

A Tasca da Esquina realiza o Natal Solidário ao ICRIM – Instituto de Apoio à Criança e ao adolescente com doenças renais



Meninas e meninos,
Sabem que nunca me furto em divulgar os bons e sérios eventos beneficentes, ainda mais quando aliados à gastronomia e vinhos.
Pois bem, minhas eficientes e lindas amigas da Anagrama Assessoria, agora me avisam de mais uma iniciativa, com o apoio do Vitor Sobral, Chef português, que abriu aqui no Brasil uma filial de sua Tasca da Esquina lisboeta, e meu grande amigo Cabral, com sua elegância e sabedoria vínicas. Vejam na postagem mais detalhes:
Tasca da Esquina
http://tascadaesquina.com.br



Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Exposição sobre o livro “100 Garrafas Extraordinárias da Mais Bela Adega do Mundo”, do colecionador francês Michel-Jack Chasseuil



Meninas e meninos
Meu amigo de bancos escolares, chef, fotógrafo e editor André Boccato, e as lindas amigas da KRP Relações Públicas, avisam sobre o lançamento de mais uma obra que irá marcar de charme e beleza, além do conteúdo eno-educacional e histórico.
A Editora Boccato, junto com a Editora Gaia, traz para o Brasil o livro “100 Garrafas Extraordinárias da Mais Bela Adega do Mundo”, do colecionador francês Michel-Jack Chasseuil (252 pg, R$ 168,00). Conhecido por sua adega recheada de rótulos notáveis, com cerca de 35 mil garrafas _algumas datando do século 18_ Michel decidiu reunir em seu livro os cem exemplares mais históricos, de 1735 até 2005, com fotografias de Jacques Caillaut.
Para celebrar o lançamento da obra no Brasil, o editor André Boccato selecionou 18 imagens que irão fazer parte de uma exposição na Livraria Gourmet (Rua Augusta, 2542 - loja 8) de 08 de dezembro a 08 de janeiro. As imagens das garrafas selecionadas foram ampliadas em painéis de 50 X 70 cm que serão distribuídos nas paredes da Vila San Pietro, galeria onde está localizada a Livraria.
André Boccato seguiu os mesmos critérios do colecionador e autor do livro para fazer a seleção de rótulos da exposição e procurou incluir garrafas que tivessem relevância histórica.
Dentre as imagens selecionadas, estão a do Petrus safra 1945, considerado um mítico tinto (e o mais caro) do Pomerol, em Bordeaux. “Meu objetivo é reunir todas as grandes safras de grandes vinhos da França, e os melhores vinhos do mundo”, explica Chasseuil na introdução do livro. A coleção começou depois que o autor, após uma carreira na indústria aeronáutica, começou a se dedicar com mais atenção a um vinhedo que herdara na região da Aquitânia. Trocando os vinhos Pomerol que produzia por outros rótulos, ou comprando garrafas raras, Chasseuil aos poucos formou sua coleção.
O autor acredita que seu trabalho deve ser visto como um trabalho de conservação da História do vinho. “Não estou pensando em mim, estou pensando na humanidade”, diz Chasseuil. “Guardo o testemunho de vinhas que já desapareceram. Outras vinhas atuais desaparecerão. Por isso, continuarei conservando os registros”.
Entre os cem vinhos escolhidos para compor o livro, estão itens históricos como um licor Marie-Brizard de 1912, conhecido como Du Titanic _uma cuvée especial de 98 garrafas com purpurina de ouro, feitas especialmente para o transatlântico que afundou no Oceano Atlântico em sua viagem inaugural. Por algum motivo, algumas das garrafas ficaram em terra; quatro delas foram adquiridas pelo fabricante de automóveis Louis Renault, que estava para embarcar no navio, mas perdeu a viagem. Michel-Jack Chasseuil adquiriu a garrafa em um leilão em 1998, e, na época do lançamento do filme Titanic, em 2001, a Maison Marie-Brizard tentou comprar a garrafa, mas Chasseuil não consentiu a venda.
Outros itens históricos da coleção incluem duas garrafas de conhaque Napoléon, Grande Fine Champagne Réserve d’Austerlitz, de 1805 (batizada assim em homenagem a uma das maiores vitórias militares do imperador Napoleão Bonaparte), e do Armagnac Laberdolive 1904, a mais antiga safra deste tipo de vinho disponível em todo o mundo, entre outros.
Alguns itens tem valor sentimental _ a garrafa de Pomerol Petrus de 1914 (o mais antigo vinho do gênero na coleção), por exemplo, foi comprada porque é o ano de nascimento do pai de Chasseuil. Outros valem por sua história: o Muscat de Magaratch 1924, feito na Crimeia, foi fruto da busca do colecionador por grandes rótulos da União Soviética, e era para ser um presente do diretor do Instituto Magaratch em Yalta para o então presidente da França, Jacques Chirac; o diretor acabou concluindo que o vinho seria mais bem cuidado por Chasseuil do que pelo político.
Um dos itens mais preciosos para o colecionador é a garrafa de Porto Quinta do Noval 1931, provavelmente a última em perfeito estado de conservação no mundo, e uma das melhores safras jamais registradas do rótulo, senão o vintage do século. “Eu não a trocaria nem pela Mona Lisa”, diz Chasseuil.
Data: de 08 de dezembro a 08 de janeiro- Evento Gratuito
Horário: das 10h ás 22h - de terça-feira a domingo Livraria Gourmet
Rua Augusta, 2542 - Loja 8 - Cerqueira César
Tel.: (11) 3062-6454
http://www.livrariagourmet.com.br

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

ESPORÃO LANÇA AGUARDENTE MAGISTRA XO


Meninas e meninos
A qualidade dos produtos Esporão é mundialmente reconhecida em seus famosos vinhos, azeites, hospitalidade.
Agora recebo a informação que acabam de lançar uma aguardente vínica extra Gold, exclusiva e puro luxo.
Para os que desconhecem, aguardente vínica é um destilado de uvas, o mesmo que é usado para fortificar os vinhos do Porto.
Ainda não degustei desta joia, mas como disse antes, sabendo do que o nome Esporão faz, não tenho dúvidas em mostra-la aqui.
Vejam mais:
O Grupo Esporão está lançando a aguardente vínica Magistra XO (Extra Gold). Elaborada na região portuguesa Lourinhã, ela resulta de uma parceria entre José Roquette, da Herdade do Esporão, e Carlos Melo Ribeiro, da Quinta do Rol. Uma aguardente que chegou para provar o potencial da tradição portuguesa na produção de destilados sofisticados.
Fruto de terroir único, com fatores geológicos, climáticos e humanos excepcionais, a Magistra tem orientação do enólogo do Grupo Esporão, David Baverstock. A região onde é produzida, Lourinhã, é a primeira demarcação de aguardentes de Portugal e uma das três únicas do mundo, juntamente com Cognac e Armagnac, na França. Por isso, Lourinhã possui características únicas para a produção de aguardentes.
Magistra apresenta um conjunto de aromas e sabores que a tornam absolutamente única e especial. De cor âmbar e aroma intenso de frutos secos, essa aguardente tem um paladar aveludado e um final longo e envolvente. Magistra atende aos requisitos dos verdadeiros apreciadores de aguardente.
Para sua produção, foram selecionadas uvas de vinhas velhas da Quinta do Rol, todas recomendadas pelos estatutos da região. As aguardentes envelheceram mais de dez anos em barris de castanho, carvalho francês e português de diferentes idades. Após isso, David Baverstock escolheu as melhores aguardentes vínicas velhas de 1989, 1990,1995 e 1996, constituindo um único lote de 2.500 litros que permaneceu em barril de madeira até 2008 e só puderam ser comercializados 24 meses depois.
A aguardente Magistra é importada exclusivamente pela Qualimpor e pode ser encontrados em lojas especializadas, supermercados e restaurantes.

Ficha técnica:
Castas: Tália, Malvasia, Fernão Pires, Boal e Alicante Branco
Visual: Cor topázio ligeiramente acastanhado
Olfato: Aroma complexo frutado (frutos secos, noz e amêndoa) com boa madeira, notas de baunilha, de especiaria e ligeiro floral (flores secas)
Paladar: Complexo, macio, com notas persistentes do frutado e das especiarias.
Temperatura de consumo:Temperatura ambiente
QUALIMPOR
0800-7024492
http://www.qualimpor.com.br
Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Mais um pouco da prova de vinhos do Dão

Meninas e meninos,
Mais um vinho dos que mais gostei na prova de vinhos da Região Demarcada Dão, promovida em conjunto pela ViniPortugal e CVR do Dão, é um da Lusovini, que é representada aqui no Brasil pelo já amigo Pedro Dourado.
Degustei desta vez um exemplar branco, com corte de Malvasia Fina e Encruzado, fermentado em barricas com temperatura controlada e com estágio em barricas de carvalho usado por 4 meses, com uma produção algo interessante numericamente; somente 3333 garrafas.
Álcool na casa dos 13,5%, bem integrados com uma bela acidez, untuosidade que até no olfato se faz sentir junto com sutil mineral e algo cítrico de frutas brancas.
Em boca é longo, macio, com muito frescor, acidez ótima, confirmando frutas brancas como maça verde e abricó, e o toque cítrico.
Faz-me pensar imediatamente em uma caldeirada de frutos do mar, com um toquezinho de coentro, para dar frescor, ou talvez uma salada onde o queijo de cabra seja utilizado, até mesmo uma carne de porco sem exageros em molhos e sucos.
Para saber mais deste vinho e de outros da Lusovini.
pedrodourado@brasvini.com.br
http://www.lusovini.com
Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Expand promove degustação vertical inédita do Brunello di Montalcino Cerretalto da Casanova di Néri



Meninas e meninos,

Em recente degustação vertical do Brunello di Montalcino Cerretalto da Casanova di Néri, pude observar que estes também despertam paixões semelhantes às que os Barolos. É assim: ama ou odeia e pronto!

Sinceramente, em meu ponto de vista, não deveríamos ser radicais quanto aos vinhos, pois estes são como nós,seres vivos, em eterna transmutação, sendo que uns para o bom, outros para nem tanto, e ao menos eu, procuro entender isso.

Sou amante dos bons vinhos, sejam eles daqui ou dali, assim ou assado, desta ou daquela safra e uvas, enfim, quando gosto escrevo sobre eles, quando não gosto nada comento, pois creio não ser preciso alardear o quanto não gostei de determinado vinho, e sim aclamar o quanto gostei.

Nesta degustação ao que o título se refere, comentada pelo proprietário e enólogo Giacomo Néri, que a convite da Expand veio ao Brasil, pude observar bem as diferenças entre as safras apresentadas.

Casanova di Neri é um dos nomes de maior prestígio no setor de vitivinícola internacional. A força da propriedade, estabelecida em 1971 se mantém até hoje graças à paixão e expertise de Giacomo Neri, herdada de seu pai, Giovanni Neri, juntamente com os 135 hectares de vinhedos distribuídos nas melhores áreas de Montalcino.

Os resultados dessa combinação são vinhos únicos com características excepcionais e personalidade. Um grande exemplo é o Brunello 2001 Tenuta Nuova, classificado em primeiro lugar no Top 100 da Wine Spectator.

A propriedade possui 36 hectares plantados a uma altura entre 250 e 350 metros, em uma região dividida em quatro áreas distintas. O vinhedo mais antigo é o "Fiesole”, situado a 350 metros a nordeste de Montalcino. As uvas de "Fiesole" produzem o Brunello di Montalcino Tenuta Nuova.

Próximo ao Rio Asso, está localizado o "Cerretalto”, adquirido em 1986 e que possui um único e inconfundível terroir, proporcionado pela sua posição ao leste de Montalcino.

Degustamos 4 safras do Brunello de Montalcino Cerretalto, as de 2004; 2003; 2001 e 1999, que foram servidas nesta ordem.

Elaborados somente com uvas de safras que tiveram as estações do ano perfeitas e principalmente cultivadas na mesma vinha, numa área de 4 ha, com produção de cerca de 5 cachos por pé, o Brunello de Montalcino Cerretalto caracteriza-se por sua singularidade, devido às particularidades do solo e clima. Amadurece em barricas de carvalho pequeno por cerca de 27 meses e depois na garrafa por mais 30 meses. Possui aromas ricos e uma qualidade mineral surpreendente, é um vinho com uma vida longa em adega.

Harmoniza com carnes vermelhas de caça, na brasa e com queijos maduros. O vinho deve ser aberto entre duas a três horas antes de ser servido, e a temperatura ideal é entre 16° e 18 °C, antes de servir coloque-o em um decanter.
-Brunello de Montalcino Cerretalto 2004, vinho ainda muito jovem, aromas frutados e balsâmicos, aparecendo mineral e floral, e um certo toque protéico, de charcutaria com o passar do tempo. Em boca taninos ainda potentes, acidez muito boa, aliás, o mais ácido do painel, deverá ser daqui alguns anos uma jóia da coroa.

-Brunello de Montalcino Cerretalto 2003, com sua cor mais evoluída que o anterior, apesar de apenas um ano de diferença, apresenta o balsâmico, floral e frutado, menos protéico, menos potente e mais pronto.

-Brunello de Montalcino Cerretalto 2001, meu vinho preferido do painel, em que pese o 1999 também estar fantástico. Frutas presentes, floral e mineral, não apresentando o protéico dos outros, em boca as frutas e o mineral, taninos já delicados, apesar de presentes, indicando que ainda vai longe, o mais persistente de todos em minha opinião.

-Brunello de Montalcino Cerretalto 1999, o mais pronto deles, frutas e floral abundantes, longo, gostoso e fácil de gostar.

Ainda para minha surpresa, degustamos o Pietradonice, um Cabernet Sauvignon 2005 com 14,5% de álcool, aromas frutados, mineral sutil, aparece novamente a proteína, álcool aparece um pouco no olfato, mas não em boca, onde está bem equilibrado com taninos e uma esplendida acidez, chega a ser “doce”, com toques de couro, e cânfora aparecendo. Vinho primoroso, de uva Francesa, em solo de ônix, na Toscana.

Até que ponto a globalização interfere no processo não sei, mas que o vinho é bom, isto é mesmo e foi consenso em minha mesa.
Os vinhos da vinícola Casanova di Neri são: Brunello di Montalcino, Brunello di Montalcino Tenuta Nuova, Brunello di Montalcino Cerretalto, Pietradonice, Rosso di Montalcino e Rosso di Casanova di Neri.
Expand
www.expand.com.br

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão





quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Man Vintners é trazido ao Brasil pela Vinho Sul.



Meninas e meninos,

A Vinho Sul, importadora que tem aumentado seu catálogo de forma a agregar bons vinhos a preços honestos, nos presenteou com almoço, onde a assessoria da amiga Denise Cavalcante e sua fiel escudeira Simone Converso, foram as organizadoras.

Quem apresentou os vinhos a nós, o Jorge Gonçalves, project manager da vinícola, é um alemão português ou quem sabe português alemão, de uma vinícola sul-africana, que usa cepas do sul da França; muito cospomolita esta interação, e contando um pouco da estória da vinícola revela:.

Man Vintners, começou com a idéia de três amigos que se uniram para produzir o vinho que gostariam de apreciar.
José Conde, Tyrrel Myburgh e Phillip Myburgh iniciaram o projeto em 2001 com a idéia de produzir um vinho com boa qualidade, bom preço e boa embalagem.
Para manter o bom relacionamento entre todos os envolvidos, pegaram as iniciais das três esposas, Marie, Anette e Nicky, surgindo assim a MAN, para “justificar”em parte ausência dos três durante muitos finais de semana...
As vinhas da empresa se concentram em Perdeberg, região de solos com excelente retenção de água, que produzem vinhos concentrados, saborosos e picantes, refletindo muito bem o estilo ousado do terroir. O sucesso e a evolução da empreitada é visível, hoje a MAN Vintners é credenciada pelo WIETA, o que atesta sua produção sócio-ambiental, produz 100.000 caixas e já exporta seu saboroso vinho para 12 países.
Degustamos alguns dos vinhos da linha mais básica, um Pinotage e um Merlot, ambos Wine of Origem Coastal Region.
Além destes, degustamos uma linha acima, os Tormentoso, onde dois se destacaram.
1-Old Vine Chenin Blanc 2010-Wine of Origem Paarl, que passa 40% do vinho desde a fermentação até 5 meses, em carvalho e sobre suas borras, dando-lhe uma ótima característica de corpo, sem perder seu excelente frescor. Bom para entradas, saladas, queijos mais ácidos e cremosos, frutos do mar, massa com molhos mais lácteos e leves.
2-Syrah & Mouvedre 2009- Wine of Origem Paarl, corte de Syrah(80%) e Mouvedre, com 14,5% de álcool.Após a fermentação e posterior malolática, passa por barris, com cerca de 30% deles novos, durante 10 meses.
Mineral e floral, alem do frutado, coco e especiarias aparecem no olfato. Em boca, muito boa acidez, equilibrado com taninos e álcool, confirmando principalmente as frutas e especiarias.Bom para carnes de cordeiro, galinha D’Angola, pato, carnes em molhos.
O melhor ainda viria com a confirmação de que a linha mais básica tem seu preço ao redor dos R$32,00 e a Tormentoso R$49,00.
Vinho Sul
www.vinhosul.com.br

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão