sexta-feira, 9 de maio de 2008

FEIJOADA DO BEM - PROJETO VELHO AMIGO


Meninas e meninos,
Aqueles que me conhecem mais de perto sabem que particularmente prefiro, sempre que posso, ajudar a um asilo, do que uma creche; explico:
Nossos velhinhos, que às vezes nem tão velhinhos são, ficam esquecidos via de regra, quando se pratica a caridade da ajuda, seja ela monetária, de tempo, de companhia, muitas vezes pela própria família são abandonados à mingua, não fossem pessoas e instituições que tentam minorar sua má sorte, não sei como seria.
A sociedade se sensibiliza muito com nossas crianças, pois estas são o futuro......, MAS E OS QUE JÁ FORAM CRIANÇAS?
Estamos com o inverno chegando, e vários asilos devem estar sem cobertores, para não ficar expondo outras mazelas.
O Projeto Velho Amigo, entidade séria, que cuida de vários asilos, conclama para a feijoada do bem, que nosso amigo Toninho Mariutti executará.
Não deixem de comparecer e ajudar a si mesmos nesta corrente do bem.
Beijos de luz
Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Expovinis Brasil o grande meeting do vinho da América Latina


Quem perdeu, ano que vem não perca, pois é o principal evento do vinho.


Em sua 12ª edição, o Expovinis Brasil, realizado no Transamerica Expo Center, recebeu mais de 15 mil visitantes interessados em conhecer novos rótulos e degustar vinhos já consagrados dos principais países produtores apresentados por 260 expositores.
Blocos de vinícolas da França e Espanha participaram pela primeira vez, ao lado de grupos da Argentina (Promendoza) e de Portugal, com o objetivo de apresentar suas marcas aos importadores e consumidores brasileiros. EUA, Itália, África do Sul e Nova Zelândia também estiveram representados por importadores consagrados como Barrinhas, Casa Flora, Decanter, Interfood, KMM Vinhos, Reloco, Mr Man e Zahil, e por empresas novas que vêm despontando com excelentes portifólios como Ana Import, Cantu e Vinea Store, entre outras.
Vinhos de “novas regiões” do Brasil vitivinícola, como Vale do São Francisco e Santa Catarina também se reuniram para mostrar a força do trabalho que vêm desenvolvendo Além disso, grandes nomes do vinho nacional como Miolo, Salton, Casa Valduga, Pizatto e Lídio Carraro fizeram a diferença com espaços sofisticados e produtos que surpreenderam os especialistas.

Para Domingos Meirelles, diretor da Exponor Brasil, este ano o evento superou as expectativas pela qualidade dos expositores e do público formado principalmente por profissionais da área. “Consolidamos o Expovinis Brasil como principal meeting para grandes negócios e lançamentos de vinhos no Brasil e na América Latina, apresentando o melhor da vitivinicultura mundial”.

Vinhos Top e presenças internacionais

Os visitantes puderam ainda provar vinhos ultra premium da Toscana, Chile e Argentina em degustações exclusivas conduzidas pelos colaboradores da revista americana Wine & Spirits Magazine, Patricio Tapia e Fabrício Portelli, além de Vittorio Fiore, conceituado enólogo italiano e consultor de importantes vinícolas na Itália.

Outros renomados especialistas também participaram do júri do já tradicional e aguardado Top Ten, concurso que elege os 10 vinhos mais representativos do evento. E como em 2007, a prova selecionou não dez, mas onze melhores rótulos, com o empate na categoria Tintos Nacionais entre os vinhos Rio Sol Cabernet Sauvignon/Shiraz e Marson Gran Reserva Cabernet Sauvignon.

O branco Chardonnay Reserva Especial da Cordilheira de Sant'ana, também foi premiado, conforme listagem que publiquei assim que o resultado foi revelado.

Outras impressões sobre os vinhos que degustei, postarei aos poucos, sem pressa, como convém ao se degustar um bom vinho.
Paralelamente ao Expovinis Brasil ocorreram a Brasil Cachaça – 5ª feira Internacional da Cachaça e a Epicure – 8ª Feira Sul-Americana do Tabaco e do Presente Fino. Juntos os eventos ocuparam aproximadamente 12 mil m² de área, reunindo produtores, apreciadores, especialistas e profissionais destas áreas.
Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

terça-feira, 6 de maio de 2008

Eita purinha da boa!


Quando fui convidado para dar meu palpite sobre a cachaça Dedo de Prosa amarela, novo lançamento de cachaça Premium no mercado, foi com satisfação que o fiz, pois acho esta bebida, a nossa velha caninha, uma das bebidas destiladas mais interessantes que há.
Esta prova, aconteceu durante a Equipotel, feira que aconteceu em Setembro de 2007, e onde travei conhecimento com esta cachaça.
De tonalidade amarelo ouro, com ótimo visual, e aromas frutados, um leve adocicado, e com toques tostados, ela se comporta bem à boca, sem aquele ataque ácido indesejado, e com boa persistência, confirmando o doce e o frutado. Creio que ela possa se comportar bem com charutos de médio corpo, de capa clara(me afirmou um epicure sommelier).
Jacqueline Calvo, um dos proprietários me conclamou à conhecer o projeto deles, que diferenciado desde o início, conta com a consultoria e parceria da Universidade Federal de Lavras(Mg).
O alambique da Dedo de Prosa começou a ser construído pela família proprietária em 2001, dentro do mais alto padrão exigido pelo MAPA (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento) e de um projeto ecológico focado no total aproveitamento do material colhido e na economia de energia.
A qualidade da Dedo de Prosa começa no canavial e segue com o selo de qualidade do INMETRO para cachaça, conseguido recentemente.
A cana é colhida no seu ponto mais alto de maturação, ou seja, com a maior concentração possível de açúcar, é lavada e encaminhada à moenda no mesmo dia da colheita. Logo após, o caldo é filtrado em peneiras autolimpantes, nas quais são retirados os bagacilhos e, em seguida, segue para o tanque de decantação, onde ocorre a padronização do caldo a 15 graus Brix. A fermentação vem a seguir, por um período de 16 a 18 horas. O líquido fermentado segue, então para a dorna de decantação e depois para o alambique de cobre, onde se dará a destilação. Nesse processo, a cabeça e a cauda são separadas do destilado nobre, o coração, que vai gerar a Dedo de Prosa. A cachaça está pronta após o estágio de alguns meses em tonéis de carvalho.
A produção diária do alambique é de 1.000 litros do destilado nobre (coração) e de 400 litros de álcool combustível (cabeça e cauda, partes inicial e final do produto na destilação, não indicadas para consumo).
A cachaça é produzida pela Agroindustrial Serra Grande, estabelecida em uma fazenda do município mineiro de Piranguinho, região montanhosa (Serra da Mantiqueira) de terra fértil e clima ameno, que gera uma excelente cana-de-açúcar.
A Serra Grande ja fez o lançamento da Dedo de Prosa Louro-Canela (branca com 2 anos na madeira), elaborada dentro dos mesmos padrões rígidos de qualidade porém amadurecida em louro-canela, tudo pra agradar os mais exigentes apreciadores da Cachaça.
Maiores informações:www.cachacadedodeprosa.com.br
Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

Cachaça de Alambique?


A destilaria de cachaça artesanal é popularmente chamada de alambique, que é, na verdade, a estrutura de cobre onde é feita a destilação. O cobre favorece a qualidade da bebida, atuando como catalisador de importantes reações que ocorrem durante a destilação.
O vinho de cana-de-açúcar produzido pela levedura durante a fermentação é rico em componentes nocivos à saúde, como: aldeídos, ácidos, bagaços e bactérias, mas possui baixa concentração alcóolica. Como a graduação fixada por lei é de 38 a 54 GL, é preciso destilar o vinho para elevar o teor de álcool. O processo é fazer ferver o vinho dentro de um alambique de cobre, produzindo vapores que são condensados por resfriamento e apresentam, assim, grande quantidade de álcool etílico. Cerca de 80% do destilado total é a cachaça propriamente dita, chamada também de cachaça do “coração” ou “do meio”. As primeiras e as últimas porções saídas da bica do alambique devem ser separadas, eliminadas ou recicladas, por causa das toxinas. São elas:
- Cabeça – com 5% a 10% do destilado total, contém a maior parte do etanol e parte dos aldeídos e álcoois superiores;
- Cauda ou Água Fraca – corresponde aos cerca de 10% a 15% finais do destilado total. Contém ácidos voláteis e parte dos álcoois superiores, entre outros.
A prática artesanal recomenda o emprego de alambiques com panelas de capacidade igual ou inferior a 2.000 litros, com volume útil correspondente a 75% desse valor.
O envelhecimento é a etapa final da elaboração da cachaça artesanal. Esse processo aprimora a qualidade sensorial das bebidas nobres. A estocagem é feita, preferencialmente, em barris de madeira, onde ainda acontecem reações químicas. Existem madeiras neutras, como o jequitibá e o amendoim, que não alteram a cor da cachaça. As que conferem ao destilado um tom amarelado e mudam seu aroma são o carvalho, a umburana, o cedro e o bálsamo, entre outras. Cada uma dá um toque especial, deixando a cachaça mais ou menos suave, adocicada e perfumada, dependendo do tempo de envelhecimento.
Atualmente, o mercado produtor mineiro de cachaça privilegia a qualidade e o sabor, justificando a crescente produção artesanal em detrimento da industrial. Apesar do processo ser mais trabalhoso e demorado, garante a tradição da melhor cachaça do país e, conseqüentemente, do mundo.
Cada produtor garante ter seu segredo, seu toque, que faz a sua bebida especial. Podem ser o tempo e os ingredientes da fermentação, o tipo de cana-de-açúcar, a época da colheita ou a madeira dos tonéis de envelhecimento. O que importa é manter a tradição de receitas centenárias.
Fonte: www.chefonline.com.br
Monografia “DO ENGENHO À PALAVRA: uma breve etnografia da cachaça”
Ana Aparecida Soares e Carolina Ferreira de Souza
Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

Um pouco de convera sobre a nossa cachaça


Após mais de 300 anos de história no Brasil, a cachaça chega ao século XXI com cinco etapas básicas de produção: a colheita e moagem da cana-de-açúcar, a fermentação, a destilação e o envelhecimento. A crescente busca de qualidade desafia todas as etapas do processo de produção, inclusive o plantio e o envase do produto.
O produtor deve escolher as variedades que melhor se adaptem ao solo, período de safra e clima de sua região, levando em conta as características de produtividade, riqueza em açúcar e facilidade de fermentação. A cana-de-açúcar deve ser colhida madura, com teor de brix (taxa de concentração de açúcar) superior ou igual a 16º, cortada a facão, com a separação da ponta e da palha. Não se queima a palhada para colher a cana-de-açúcar. Apesar de destinada a facilitar a colheita, a prática de queimar os canaviais é um fator prejudicial à qualidade da cachaça. Tal conduta acelera a deterioração da cana-de-açúcar, ainda no campo, pela inversão mais rápida da sacarose em glicose e frutose. Além disso, acarreta o acúmulo de cinzas nas dornas de fermentação, interferindo negativamente no processo fermentativo. No que se refere ao paladar da cachaça, identifica-se com certa facilidade o gosto de queimado, que deprecia a qualidade do produto.
O transporte da cana-de-açúcar deve ser realizado simultaneamente ou logo após o corte. Em seguida, a cana-de-açúcar é empilhada em depósito próprio e deve ser moída no prazo máximo de 24 horas depois de colhida. O local deve ser coberto, de maneira a proteger contra sol e chuva, e fresco, para evitar perda de água por transpiração. O armazenamento da cana-de-açúcar além de 24 horas e em locais inadequados provoca perdas no teor de açúcar por respiração e transpiração.
O caldo é filtrado e decantado para a retirada de impurezas como o bagacilho (fragmentos de cana ou bagaço) e a terra. Quanto mais limpo for o caldo destinado à fermentação, menores as chances de contaminações indesejáveis e melhor a qualidade da fermentação. O ajuste do teor de açúcar do caldo deve ser feito de forma a atingir o ponto ideal de fermentação, entre 14º e 16º brix, através da adição de água potável. Teor de açúcar acima de 15º brix acarreta fermentação mais lenta e freqüentemente incompleta, além de dificultar a multiplicação do fermento. Quando se destila o caldo com fermentação incompleta, ocorrem incrustações no alambique e formação de furfurol (ou óleo fúsel), que provoca aroma e gosto indesejáveis na cachaça. Teor de açúcar abaixo de 15º brix permite fermentação mais rápida, sendo importante na etapa de multiplicação do fermento. Entretanto, acarreta uma diminuição no rendimento industrial.
Uma das principais características da cachaça artesanal é a utilização de nutriente natural, ou seja, ausência de qualquer produto químico no processo de fermentação. O agente fermentativo natural da cana-de-açúcar é a microbiota (microorganismo que é agente fermentativo natural da cana-de-açúcar) natural, que a acompanha desde a lavoura. Na microbiota predominam as leveduras, e ainda está contida grande quantidade de bactérias. A mesma pode ser enriquecida por nutrientes orgânicos e minerais presentes no arroz, soja e milho. O uso de nutriente natural, como o fubá, é um dos procedimentos que historicamente vem sendo adotado pelos produtores de cachaça de Minas Gerais.
É a partir de um bom fermentado que se tem um bom destilado. O aroma do mosto fermentado deve ser agradável e penetrante, lembrando o aroma de frutas maduras, com acidez, no máximo, igual ao dobro da acidez inicial, e decantado, com a separação do vinho e do pé-de-cuba.
Fonte: www.chefonline.com.br
Monografia “DO ENGENHO À PALAVRA: uma breve etnografia da cachaça”
Ana Aparecida Soares e Carolina Ferreira de Souza
http://www.cachacadedodeprosa.com.br/
Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

sábado, 3 de maio de 2008

Evento concorrido marca lançamento da Expo Azeite 2008


Fui convidado a comparecer ao evento de lançamento da Expo Azeite 2008, e para deixar a todos com água na boca, vejam algumas das iguarias servidas: alcachofras no azeite, berinjela com pimentão e girassol, azeitonas recheadas, patês de azeitonas verdes e pretas. Esses foram alguns dos acompanhamentos da mesa de pães e azeites aromatizados do coquetel de lançamento da Expo Azeite 2008, realizado no restaurante North Grill, em São Paulo.O evento, que reuniu mais de 70 pessoas, contou com a presença de jornalistas, educadores, patrocinadores, importadores e parceiros. Durante o jantar – trenette ao pesto genovês harmonizado com um vinho chileno - foram apresentados os números do mercado azeiteiro e a estrutura da Expo Azeite deste ano, que terá duas edições. A primeira acontecerá dia 14 de maio, no Rio de Janeiro, e a segunda, dia 09 de setembro em São Paulo. Outra novidade apresentada foi o iEazeite - evento virtual que será realizado paralelamente à feira presencial. Com esta tecnologia, os convidados poderão desfrutar do evento sem sair da frente do computador. Para demonstrar a ferramenta, foi realizada uma teleconferência com o provador de azeites e sommelier, Vitor Fratini, diretamente de Termoli, na Itália. “O lançamento da Expo Azeite 2008 atingiu todas as nossas expectativas. Ficamos muito felizes com a adesão dos convidados e com o empenho que todos ficaram para a realização das duas edições da feira”, afirma Jairo Klapp, sócio diretor da Ievento, empresa organizadora da Expo Azeite. Anote: Expo Azeite 2008 Rio de Janeiro/ RJ
Data: 14 de maio
Local: Hotel Sofitel Copacabana
Horário: 8h30 às 19h
São Paulo/ SP
Data: 09 de setembro
Local: Hotel Intercontinental
Horário: 8h30 às 19h
Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

sexta-feira, 2 de maio de 2008

QUINTA DOS PÃES-PADARIA GOURMET NO IBIRAPUERA


Localizada em uma rua tranqüila bem próxima ao Parque do Ibirapuera, a padaria gourmet Quinta dos Pães ocupa um elegante e espaçoso prédio de dois andares. O local possui, além de um pequeno empório para itens de conveniência, quatro ambientes para consumo no local. O grande diferencial, além do cuidado com os detalhes no atendimento e decoração, serão os produtos da panificação, unindo a atmosfera gastronômica das butiques de pães dos grandes centros com o sabor e qualidade dos produtos das padarias de bairro.
Assinada pelo arquiteto João Rigo, a decoração privilegiou a utilização de madeira em tons claros e espelhos, que ajudam a compor um ambiente clean. No andar inferior ficam o empório, balcão de frios, panificação, confeitaria e um espaço barista com revistaria, onde, além de um café expresso tirado com excelência, são preparadas uma linha de bebidas que utilizam o produto como base. Os baristas do Otávio Café criaram a carta de drinques de café. O espaço conta ainda com uma área externa para 20 lugares.
No piso superior, há um espaço multifuncional, que comporta 40 pessoas, e o grande destaque desta área é a adega de vinhos com 150 rótulos, entre nacionais e importados. A casa terá no espaço, uma programação de cursos e degustações, ministrados pelo sommelier da casa Cristian Rommel. Próximo à adega há uma mini cozinha gourmet, que foi criada para as confrarias de vinho que preferem preparar seus próprios pratos para harmonização. No mesmo pavimento, ainda há uma parede de vidro, que dá acesso visual de qualquer ponto do salão à confeitaria.
Café da manhã
Um dos principais pontos da Quinta dos Pães é o café da manhã, que é servido durante a semana a la carte, com opções de combos também, e em sistema de buffet aos sábados e domingos, das 6h30 às 11h30. Entre as variedades de produtos oferecidas aos clientes há pães artesanais, frios cortados na hora, pratos quentes, como ovos mexidos, iogurtes, frutas, bolos preparados na casa, geléias, cereais, sucos, entre outros.
Almoço e jantar
Para quem quer fazer uma refeição rápida a Quinta dos Pães traz em seu menu saladas, quiches e risotos.
Preocupação Ambiental
Preocupados com a preservação do meio ambiente os proprietários tiveram alguns cuidados especiais no empreendimento. O segundo piso possui as paredes envidraçadas, o ambiente recebe iluminação natural ao longo do dia, o que garante economia de energia elétrica. Além disso, no projeto da padaria foi construída uma cisterna para armazenamento de água de chuva. Toda água é reaproveitada para limpeza do chão e utilizada também nas descargas dos banheiros.
Quinta dos Pães
Rua Pirapora, 197 - Ibirapuera
Tel.: (11) 3884-6944
Capacidade: 100 lugares.
Estacionamento: 6 vagas próprias
Foto Gabriela Jeraissati.
Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão