segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Tour Mistral 2009


Meninas e meninos,
Deixei para falar do fabuloso encontro entre os bons vinhos com seus produtores e ou General Managers, e nós enófilos e consumidores proporcionado pela Mistral Importadora, após alguns dias, para sentir a repercussão do evento.
O Tour Mistral acontece nos anos em que o Encontro Mistral( grande evento bienal de vinhos da importadora) não é organizado. O Tour traz um número menor de vinícolas, mas uma variedade maior de vinhos de cada produtor e viaja por mais cidades brasileiras. Além de São Paulo, a caravana de produtores, comandada por Ciro Lilla, passou pelo Rio de Janeiro Belo Horizonte, Brasília e Curitiba.
Cada vez mais, a sensação é de respeito ao Ciro Lilla e demais colaboradores, pois o que podemos observar é que os produtores e representantes dos vinhos importados e representados pela Mistral, sentem-se quase como que em suas próprias casas, já que têm uma relação mais que de amizade comercial com a empresa.
Como das outras vezes, a assessoria de imprensa sempre atenta, aos cuidados de Sofia Carvalhos e equipe, nos avisa sobre as vinícolas das mais significativas, eram cerca de 28 produtores representados.
Vinícolas participantes do Tour Mistral 2009
Argentina
Altos las Hormigas
Masi Tupungato
Tikal
Catena Zapata
Alamos
Austrália
Penfolds
Coldstream Hills
Wynns

Brasil/ Vale dos Vinhedos
Vallontano

Chile
Viña Montes
Amayna (Viña Garcés Silva)
Viña Carmen
Casa Lapostolle

Espanha
Anima Negra

Itália
Masi
Jacopo Biondi Santi - Castello di Montepó
Castello del Terriccio
Tenuta di Capezzana
Grappa Nonino
Badia a Coltibuono
Tasca d´Almerita

Nova Zelândia
Sileni Estates

Portugal
Quinta do Côtto
Luis Pato
Quinta da Lagoalva
Graham's
Altano, Chryseia & Quinta de Roriz

Uruguai
Pisano
Começo com um dos vinhos que mais me agradou, o representane Brasileiro:
Vallontano Espumante Brut Rose, com um perlage intenso, aromas florais e frutados, com boa acidez, indicando que para harmonizações ele é muito versátil, devido aos complexos aromas e corpo.
Vallontano Vinhos Nobres Ltda
http://www.vallontano.com.br/
Mistral
http://www.mistral.com.br/
Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

domingo, 30 de agosto de 2009

O Legado da Família Torres na Califórnia


Meninas e meninos,
Semana passada em jantar no belo restaurante do Alex Atala, o Dalva e Dito, tive a oportunidade de conhecer Doña Marimar Torres e sua filha Cristina.
Marimar, legítima representante da quarta geração de vitivinicultores de origem espanhola, foi embaixadora dos vinhos espanhóis nos Estados Unidos durante um grande período, antes de realizar seu sonho de ter seu próprio vinhedo.
Nascida em Barcelona, se fixou em São Francisco, em 1975 e começou a plantar as primeiras videiras em 1986, fiel ao legado da família de seguir o estilo europeu e a viticultura 100% orgânica.
Em Sonoma, a denominação Russian Valley é uma zona perfeita para o cultivo da Chardonnay, onde Marimar tem o Viñedo Don Miguel, em honra ao patriarca da família, com 12 ha de Chardonnay e outro tanto em Pinot Noir.
Em Sonoma Coast, no Vallle de Freestone, Marimar tem o Viñedo Doña Margarita em honra à sua mãe, onde em 72 há são plantadas as Pinot Noir.
Sua filha Cristina é a seguidora da tradição de Marimar e já se engaja no projeto, inclusive tem um rótulo de Pinot Noir dos Viñedos Don Miguel o Pinot Noir 2005 Cristina.
Provamos:
1-Chardonnay Acero 2007- Viñedo Don Miguel
Que leva este nome por não ter estagiado em barril, bem ácido e alcoólico, tem 14,2%.
2-Chardonnay 2004- Viñedo Don Miguel
Novamente a acidez presente, com lácteo e cítricos marcados.
3-Pinot Noir 2003- Viñedo Don Miguel
4-Pinot Noir 2006- Viñedo Doña Margarita.
Sendo este o mais frutado nos aromas dentre os Pinot provados.
5-Pinot Noir 2005 Cristina-Viñedo Don Miguel
Todos estes seus vinhos são trazidos ao Brasil pela Reloco, do amigo Humberto Cárcamo, que fazia tempos eu não via, e têm em comum sua alcoolicidade em torno dos 14% e sua ótima acidez, o que os torna, como sempre ressalto, sua aptidão para enogastronomia.
A Reloco tem em seu portfólio outros vinhos da família Torres, inclusive do Chile, da onde vem um dos meus rosados favoritos, o Santa Digna Rose.
Reloco Com Imp Exp.
http://www.reloco.com.br/
Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

sábado, 29 de agosto de 2009

Degustação harmonizada com cervejas Colorado e petiscos do Bar Camará


Meninas e meninos,
Dia desses, ou melhor, noite dessas, voltei minha atenção a uma degustação harmonizada com as cervejas Colorado e alguns petiscos de boteco.
Fomos ao Bar Camará, do amigo Emerson e lá fizemos as provas.
Sempre comentei que dentre as minhas preferidas na linha da Colorado, estão a Appia e a Demoiselle.
Pois bem, ambas se saem muito bem com os tradicionais petiscos, sendo que a Demoiselle é mais apropriada para não frituras do que a Appia.
Mas só para comentar, queijo Provolone, tanto frito como ao natural, com a Appia é harmonização imbatível.
Primeira cerveja do Brasil a utilizar trigo maltado e mel em sua fórmula, daí o nome “Appia” (abelha em latim).
Cerveja de alta fermentação ( Ale ), tipo Weissbier ( Cerveja de trigo ), turva, composta pela equilibrada mistura entre trigo e mel, a partir de 2 tipos de abelha (africana e européia ).
A Colorado Demoiselle, uma cerveja escura e que leva café na sua formulação, é tipo Porter,e é feita com maltes importados da mais alta qualidade e o melhor café da região da Alta Mogiana.
Bar Camará
http://www.barcamara.com.br/
Cervejaria Colorado
http://cervejariacolorado.com.br/
Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

II Festival de Cinema Chileno


Meninas e meninos,
Minha querida amiga Vera Leal do ProChile, em nome de Ricardo Moyano, também grande amigo, e responsável pelo ProChile, avisa que o II Festival de Cinema Chileno começa hoje e vai até dia 03/09/09.
Será sempre no Reserva Cultural, localizado no prédio da Fundação Cásper Líbero, localizado na
Av Paulista 900.
Mais informações:
http://www.festivaldecinemachileno.com.br/
Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Notícia Auspiciosa para pequenos produtores


Meninas e meninos,
Enfim parece que aqueles que lutam desde o começo contra esta medida fiscal que em nada irá contribuir para a melhoria da fiscalização e ou evitar contrabando, conseguem sensibilizar o governo.
Recebi de amigos a notícia publicada no Jornal Valor Econômico, assinada por Arnaldo Galvão (mais um parente?), e que segue na íntegra como a recebi. Quem deve ter gostado muito é o Zanini, que junto à outros, luta contra o selo desde o primeiro minuto.


”A noticia abaixo, publicada no jornal Valor Econômico de hoje, parece antecipar uma decisão sensata do Ministério da Fazenda, colocando um fim na ameaça de exigir aplicação de selo fiscal nas garrafas de vinhos. Esperamos que se confirme”
Abraços
José Augusto Saraiva:


Receita rejeita selo de IPI em garrafa de vinho

Arnaldo Galvão, de Brasília 26/08/2009

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Uma avaliação técnica da Receita Federal reprovou a idéia de obrigar produtores e importadores de vinho a colarem selos nas garrafas para comprovar o pagamento do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). O pedido é da Câmara Setorial do Vinho e tinha sido levado ao ministro da Agricultura em 6 de abril. A decisão será do ministro da Fazenda, Guido Mantega, mas o tema será encaminhado pelo secretário-executivo do ministério, Nelson Machado. Ontem, o subsecretário de Arrecadação e Atendimento da Receita, Michiaki Hashimura, recebeu parlamentares e vários representantes de 102 pequenos produtores de vinho. Eles criticaram o alto custo do selo, aproximadamenteR$ 0,20 por garrafa, se comparado ao do preço mínimo do quilo da uva (R$0,46). O sócio da Vallontano, Luís Henrique Zanini - presidente da União Brasileirade Vinícolas Familiares e Pequenos Vinicultores (Uvifam) - explicou que o documento levado à Receita demonstra que o selo não evita fraudes e a sonegação, mas tem custo suficiente para tirar do mercado empresas com estrutura familiar. "A Receita foi muito sensível aos nossos argumentos. Disseram que o governo não tomará decisão que possa prejudicar os empreendedores familiares", revelou Zanini. A Vallontano é um exemplo de vinícola que pode não suportar essa carga deburocracia e custos adicionais. Zanini revelou que sua empresa tem quatro sócios e ainda conta com dois estagiários. Produzem vinhos tintos, brancos eespumantes, com total de cerca de 30 mil garrafas por ano. De acordo com Zanini, várias associações que apoiaram a ideia do selovoltaram atrás depois de serem informadas dos custos e da burocracia queterão de enfrentar. Ele citou, nessa situação, a Associação Catarinense dos Vinhos de Altitude (Acavitis), a ProGoethe (entidade que representa asvinícolas de Santa Catarina que usam essa uva), Associação Brasileira deEnologia, a Associação Gaúcha de Vitivinicultores (Agavi) e a Associação dasVinícolas de Garibaldi (Aviga). José Molon, da Agavi, procurou ressaltar que sua entidade votou a favor do selo porque não teve oportunidade de receber informações nem sequer dediscutir minimamente o assunto. Agora, querem deixar claro ao governo que as 78 vinícolas representadas são contra o selo. Outro dirigente da Uvifam, Werner Schumacher, rebateu um dos argumentos dos defensores do selo. A estimativa de 15 milhões de litros por ano que entrariam no mercado sem pagar tributos é, na sua avaliação, desprezível se comparada aos 150 milhões de litros excedentes que, no ano passado, não encontraram mercado no Brasil.

"O país tem mais de 1 milhão de pontos devenda. Quem vai fiscalizá-los? O custo operacional do selo é muito alto e aburocracia é enorme. Para piorar a nossa situação, a colagem terá de sermanual", protestou.

O documento da Câmara Setorial do Vinho entregue em abril ao ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, pede que a vigência inicial e experimentaldo selo de controle do IPI seja de dois anos. Se não for eficaz, deve ser extinto.
Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Miolo lança 3ª geração da linha Seleção

Meninas e meninos,
Meus amigos da Miolo pedem para avisar que o novo Miolo Seleção já está no mercado.
Segue release:

A Vinícola Miolo comemora em 2009 o aniversário de 15 anos do seu vinho Seleção com mais de 50 milhões de garrafas vendidas e com o lançamento da 3ª geração da linha. “Foi o Seleção que projetou a Miolo no cenário do vinho fino brasileiro”, afirma o diretor-técnico, Adriano Miolo.
O produto está entre os preferidos em sua faixa de consumo. Conforme levantamento da União Brasileira de Vitivinicultura (Uvibra), o Seleção detém 16% do market share da sua categoria entre as redes de varejo brasileiras. Em 2009, foram elaboradas mais de dois milhões de garrafas, representando cerca de 40% da produção da Vinícola Miolo no Vale dos Vinhedos. A estimativa da empresa é elevar a produção para três milhões de garrafas até 2012 e exportar 30% do total.

“O Seleção acompanhou a evolução da empresa”, afirma Miolo. “Investimos nos últimos 10 anos cerca de R$ 120 milhões em nosso negócio visando à melhora em toda a nossa base de produção”, diz o enólogo.
Para celebrar esta data especial, a Miolo apresenta a 3ª geração da linha, que envolve mudança de corte na elaboração do vinho e nova identidade visual. O Seleção Tinto passa a ser feito com as uvas Cabernet Sauvignon e Merlot, ressaltando notas de frutas vermelhas, como cereja e morango, além de frutas secas e especiarias. Conforme Miolo, a mudança visou adequar o produto ao mercado internacional, que busca vinhos mais frescos e frutados. Aproximadamente 15% do vinho envelhece em barricas de carvalho americano e a outra parcela nos tanques de aço inox. Após o corte, o Seleção Tinto é engarrafado com, no mínimo, um ano de idade.
O Seleção Tinto é equilibrado e com final de boca agradável, tornando-se um bom acompanhamento para carnes, pizzas e massas. “Por ser um vinho descomplicado, conquistou uma diversidade de apreciadores e hoje é consumido nos mais diversos momentos”, afirma o diretor comercial da Miolo, Márcio Bonilha.
O novo Seleção Branco é elaborado com corte de uvas Chardonnay e Riesling. O produto apresenta leve intensidade de cor amarelo-claro com nuances esverdeadas e seus aromas lembram frutas cítricas, côco, damasco, maçã e flores brancas.
Lançado em 2006, o Seleção Rosé também ganha nova rotulagem, mas permanece com suas mesmas características, elaborado com corte de Cabernet Sauvignon e Merlot leve e jovem.
A nova identidade visual da linha foi motivada por uma pesquisa de mercado que apontou a busca dos consumidores por produtos mais inovadores. O novo rótulo da linha Seleção tem ícone estilizado do carvalho junto à representação do “maçarico” (pássaro) e a estrela de oito pontas. A idéia foi formar uma paisagem alusiva às origens da família Miolo, na região de Vêneto, na Itália.
A garrafa do Seleção Tinto mudou para o tipo bordalesa, originária da região de Bordeaux, na França, é uma embalagem cilíndrica com ombro acentuado. “Nossa intenção foi tornar o Seleção mais moderno, sem perder sua identidade”, afirma Bonilha.
Antes mesmo de chegar ao mercado, o Miolo Seleção Tinto 2008 recebeu na França o Trofee Prestige no Concurso Les Citadelles du Vin, realizado em Bordeaux de 13 a 15 de junho. O concurso, um dos mais renomados da França, reuniu 887 amostras de 27 países.
Evolução do Miolo Seleção:
1994: Lançamento do Miolo Seleção. O tinto era elaborado com corte de quatro uvas: Cabernet Sauvignon, Merlot, Pinot Noir e Alicante Bouschet. O branco, com Chardonnay, Riesling, Sauvignon Blanc e Semillon. A produção total não ultrapassava as 40 mil garrafas.
2004: lançamento da 2ª geração da linha. O tinto era elaborado com Cabernet Sauvignon, Pinot Noir e Merlot. O branco, com Chardonnay, Riesling e Sauvignon Blanc. A comercialização do Seleção chegou a 2 milhões de garrafas em 2008.
2006: Lançamento do Seleção Rosé, corte harmônico das variedades Cabernet Sauvignon e Merlot.

Perfil Miolo Wine Group

O Miolo Wine Group foi criado em 2006 para reunir uma linha de mais de 70 produtos elaborados a partir de parcerias nacionais e internacionais. Tem por objetivo atuar no mercado mundial com uma variedade de vinhos de qualidade que atenda a todos os segmentos. O grupo possui hoje oito projetos: Vinícola Miolo (Vale dos Vinhedos, RS), Fortaleza do Seival Vineyards (Campanha, RS), RAR (Campos de Cima da Serra, RS), Lovara Vinhos Finos (Serra Gaúcha, RS), Fazenda Ouro Verde (Vale do São Francisco, BA), Viasul (Chile), Osborne (Espanha e Portugal) e Los Nevados (Argentina).
Miolo
http://www.miolo.com.br/
Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Aurora Reserva Chardonnay 2009

Meninas e meninos,
Faz algum tempo venho chamando a atenção para os vinhos da Cooperativa Vinícola Aurora.
Dentre a variada e boa quantidade de rótulos, encontramos alguns de muito boa relação preço x qualidade.
-O espumante Chardonnay método Charmat, por exemplo.
-O espumante de Pinot Noir, lançado ano passado, é outro bom exemplo.
-O Chardonnay Reserva 2009, este com muito frescor e ótima acidez, apresenta frutas cítricas e floral (lembra rosas brancas e um leve toque de jasmim) no nariz, lembrando os mesmos aromas no palato e retro-olfato, com uma tendência ao limão siciliano.
Equilibrado com seus 12,5% de álcool, tem muito boa persistência, bom para bebericar e junto à gastronomia.
Em São Paulo: 11 3051-6124
http://www.vinicolaaurora.com.br/
Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão