quarta-feira, 9 de novembro de 2011

MOVI-Movimiento de Viñateros Independientes





Meninas e meninos,
Estive em almoço organizado pela linda e experiente amiga Vera Leal, da H3 Design, auxiliada pelas não menos eficientes, lindas e experientes amigas da Fundamento, onde junto com os representantes do MOVI-Movimento de Vinhateiros Independentes, uma organização Chilena, cujo objetivo principal é, sobretudo, o amor pelo bom vinho, conheci um pouco do movimento e alguns vinhos que não havia ainda degustado. Seus integrantes vêm de diferentes origens e nacionalidades, sendo este um diferencial que proporciona uma visão mais abrangente além da participação ativa e dinâmica em um mundo onde a homogeneidade caminha a passos largos.
Cada membro do MOVI tem um compromisso honesto e desinteressado pela independência, transmitindo em cada etapa da produção sua maneira de interpretar determinado terroir e vinhedo, e que são manifestados na forma de viticultura, vinificação, envelhecimento e distribuição.
MOVI surge em uma indústria já estabelecida, de caráter impessoal e de alta tecnologia, cujas tendências de mudanças já vêm sendo sentidas em diversas partes do mundo, sendo representadas no Chile por um grupo de profissionais que conhecem profundamente a realidade chilena e que buscam contribuir com esta missão, proporcionando um desenvolvimento sustentável.
Em uma tarde quente do verão de 2009, nasce MOVI. Os 12 sócios fundadores formalizaram a criação do grupo e seguem neste caminho de consolidação, encantando e dando ar fresco a uma indústria conservadora.
Aqui não existem grandes conglomerados empresariais, nem mecenas que patrocinem um projeto. Cada garrafa é produzida de modo a refletir o caráter e a identidade do terroir de seu local de origem.
Isto posto, devo dizer que raras vezes, e não fui só que quem observou isto, temos uma quantidade( foram 17 amostras), de ótimos vinhos juntos.
Claro, há os que mais gostamos, diferentemente, assim espero, de outros colegas, que gostam mais de outros, e por aí vamos.
Hoje posto somente em prol do movimento que achei fantástico, já sonhando com o dia que nossas vinícolas também façam coro com estes ideais e formato.
Com a palavra o IBRAVIN, que já conseguiu muito pela união e concórdia dos vinhateiros Brasileiros.
Parabéns ao Presidente do MOVI André Costa.
Parabéns ao Vice-Presidente do MOVI Felipe Garcia Reyes, presente ao evento.
Parabéns a todas as vinícolas, sobre as quais falarei em breve.

Membros do MOVI: Bravado Wines, Bustamante, Clos Andino, Flaherty Wines, Garage Wine Co., Gillmore, I- Wines, Lagar de Bezana, Meli, Montsecano, Peumayen, Polkura, Reserva de Caliboro, Rukumilla, Starry Night, Trabun, Villard e Von Siebenthal.
MOVI
http://www.movi.cl/

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Ravin apresenta a singularidade e tradição dos vinhos Frescobaldi



Meninas e meninos,
Em um encontro dos mais agradáveis e instrutivos, na presença do gerente de exportação da vinícola Toscana mais que conhecida, Gianluca Carbone, da Marchesi de´Frescobaldi, degustei vinhos que seriam todos merecedores de serem postados, mas, como eu costumo privilegiar algum rótulo, e desta feita não será um branco, segue um pouco desta degustação que junto à gastronomia do Vinheria Percussi, foi total sucesso.
Degustamos 7 vinhos, de todas as faixas de preços e para todos os gostos, e eu elegi o - Tenuta Di Castiglioni Frescobaldi IGT 2008 como o vinho do almoço.
A tradicional vinícola Marchesi de´Frescobaldi representa uma referência na elaboração de vinhos e faz parte da história da Itália. Localizada na região da Toscana e com mais de 700 anos de tradição(mais de 30 gerações), a empresa que nos séculos XV e XVI era uma das únicas fornecedoras de vinhos para muitos estabelecimentos da família real em toda a Europa incluindo a corte papal, está hoje em mais de 80 países compartilhando sua paixão pelos vinhos de castas Merlot, Sangiovese, Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Petit Verdot e Pinot Bianco.
-Castello Di Pomino Bianco DOC 2009, com uvas Chardonnay e Pinot Bianco, frutas brancas e floral nos aromas, o marmelo aparece bem, confirma em boca as frutas, longo e com acidez boa para a gastronomia.
-Pater IGT 2009, um 100% Sangiovese ótimo, gostosa acidez que esta uva proporciona pedindo comida, muita fruta, passa por carvalho só 2 meses.
-Nipozzano Riserva Chianti Rufina DOCG 2007- 90% Sngiovese e os 10% restantes de “outras uvas”. Muita especiaria, bom vinho em relação preço X qualidade R$ 115,00, passa 24 meses em barris de carvalho.Muito bom para acompanhar carnes aos molhos ácidos como o de tomates, massas, queijos.
-Castelgiocondo Brunello Di Montalcino DOCG 2006-100% Sangiovese como convém aos Brunello, vinho impecável, sem restrições.Sofre uma maceração longa de 32 dias com as cascas, estagia em barris de carvalho esloveno e francês por 48 meses, este também muito bom para carnes, mas as caças devem ter prioridade.
- Mormoreto IGT 2008, este corte de 60% Cab Sauvignon; 25% Merlot; 12% Cab Franc e 3% Petit Verdot. A UVA Petit Verdot é o máximo, mesmo com 3% ele aparece, maravilhosa, carnuda, passa por madeira durante 24 meses.Vinho com acidez e álcool de 14,5% equilibrados com os taninos ainda presentes e gostosos, sugerindo carnes vermelhas guisadas, ou carnes braseadas. Para queijos amarelos e salgados também deve ser ótimo.
- Luce IGT 2006- A vinícola Luce Della Vite, localizada na região de Montalcino (Toscana) e que surgiu em 1995 após parceria entre a família Frescobaldi e a vinícola da Califórnia de Robert Mondavi, foi a primeira vinícola a combinar as uvas Sangiovese e Merlot na região. Hoje, a vinícola é totalmente administrada pela Marchesi de´Frescobaldi e faz parte da Holding Tenute di Toscana, 45% Sangiovese e 55% Merlot, passa 18 meses em barris e mais 12 em garrafa, Somente 12.000 garrafas anuais são feitas, ótimo vinho, estruturado, 15% de álcool, que não aparece isolado, encorpado e com toques animais e de couro.
Mas o vinho que me agradou muito, o Tenuta Di Castiglioni Frescobaldi IGT 2008, é mais um corte diferenciado, por isso IGT, com 50% Cabernet Sauvignon, 30% Merlot, 10% Cabernet Franc e 10% Sangiovese.
Passa 12 meses em barricas e mais 2 em garrafa antes de ir ao mercado.
Vinho aveludado e macio, muita fruta no olfato e em boca, trás toques de frutas mais frescas que em compota, leve floral(mel)talvez até do barril, alguma especiaria, longo, taninos presentes e bons para carnes mais gordurosas, carnes assadas, a acidez da Sangiovese se destaca ajudante na harmonização.
Quem importa os vinhos da vinícola Marchesi de´Frescobaldi é a Ravin.
Não poderia deixar de destacar o cardápio que os amigos Silvia e Lamberto Percussi nos brindou:
Antipasto com Carpaccio di Salmone
Primo Piatto com Tagliatelle Fresche al Funghi e Mascarpone
Secondo Piatto com Filetto di Manzo al Gorgonzola e legumes

Vinheria Percussi


Ravin
www.ravin.com.br

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

LINHA BARÓN LADRÓN DE GUEVARA INTEGRA PORTFÓLIO DA COSTAZZURRA



Meninas e meninos

Degustei neste final de semana um dos vinhos da linha Barón Ladrón de Guevara, que a Costazzurra está importando, não posso dizer dos outros rótulos, mas se forem tão adequados como o que degustei, vão fazer sucesso.

O top da linha, Baron Ladrón de Guevara Reserva 2005, um Rioja DOC é feito a partir das uvas Trempanillo, Graciano e Mazuelo, com 13,5% de álcool, que muito bem integrado com taninos e acidez, não aparece em nenhum momento, é gostoso, fácil de beber e de harmoniza-lo com grande variedade de gastronomias.

Sua cor não aparenta a idade da safra, ainda se apresenta com um violáceo a mostra muito brilhante, aromas predominantes de frutas maduras, sutil mineral(lembra talco) e um floral lembrando mel. Em boca confirma as frutas, aparecem especiarias como o cravo e a canela(talvez pela madeira), longo, equilibrado, taninos presentes, vinho que parece mais moderno do que antigo em sua vinificação, mas sem ser aquele globalizado em gosto e corpo.

Quando degustei este vinho, já pensando em harmonização, primeiro provei-o solo, e depois acompanhado de uma paleta de cordeiro, arroz branco e farofa de banana da terra, ficou ótimo!

Com vinhedos que somam mais de 100 hectares, a bodega espanhola Barón Ladrón de Guevara se destaca pela privilegiada localização e exposição ao sol Os rótulos comercializados são: Barón Ladrón de Guevara Cosecha, Barón Ladrón de Guevara Crianza 2007, Barón Ladrón de Guevara “De Autor” 2009 e Barón Ladrón de Guevara Reserva 2005. A bodega Barón Ladrón de Guevara segue tradição familiar e é comandada por Juan Jesús Valdelana. Foi na década de 80 que Valdelana, formado em viticultura e enologia, decidiu ampliar a propriedade da família e investiu na aquisição de novas vinhas de produtores vizinhos. E, a partir desse feito, seus vinhos vêm ganhando notoriedade no mundo através de excelentes pontuações obtidas como no Guia Penin 2011 e na revista Wine & Spirits, edição dezembro de 2010.
Preços sugeridos:
Barón Ladrón de Guevara Cosecha 2009 - 750 ml – R$ 39,00;
Barón Ladrón de Guevara Crianza 2007 - 750 ml – R$ 59,00;
Barón Ladrón de Guevara “De Autor” 2009 - 750 ml – R$ 62,00;
Barón Ladrón de Guevara Reserva 2005 - 750 ml – R$ 78,00.
Costazzurra

11 3663-1837


Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Zorzal Wines apresenta vinhos magníficos com ótima relação preço x qualidade



Meninas e meninos,
Sou convidado a conhecer muitas novidades em vinhos, produtos que as importadoras ou mesmo as vinícolas e produtores querem mostrar, e quase sempre, de todo o elenco de opções mostradas, tenho algum que mais me agrada, balizado no critério de qualidade.
Muitas das vezes mais que um dos vinhos me agrada, e decido então falar sobre o que melhor apresenta a relação preço X qualidade, ou até mesmo, aquele que mais se adequa ao nosso clima, como os brancos, rosados e espumantes, sempre tendo o critério técnico de avaliação como balizador.
Mas esta semana me aconteceu algo raro, pois não é usual que dentre uma gama de 6 vinhos degustados, todos, sem exceção poderiam estar nesta página.
Estou falando de uma vinícola nova no portefólio da importadora Grand Cru, a Zorzal Wines.
Bodega Argentina, da região de Mendoza, Valle de Uco, Tupungato, na localidade de Gualtallary, com solos muito pobres, condições climáticas extremas em temperaturas invernais, pois a altitude beira os 1400 m, e com chuvas que não ultrapassam os 200 mm/ano.
Tudo isto, aliado à mão do homem que faz o trato cultural, colhe as uvas e as vinifica, transformam os vinhos da Zorzal em pérolas que precisam ser apreciadas.
Sua primeira safra ocorreu no ano de 2008, bodega muito jovem, portanto, que hoje engarrafa ao redor das 30.000 garrafas, mas que pelos vinhos, promete muito para safras vindouras.
O nome Zorzal vem de um pequeno e feio pássaro, mas com canto bonito, muito comum nesta localidade, nos diz um dos irmãos proprietários, Gerardo Michelini.
Outro destaque que faço, é que todos os tintos da Zorzal, e em breve os brancos também, só utilizam leveduras indígenas, ou seja, as leveduras próprias dos vinhedos, aquelas que se encontram nas uvas, por isso também a grande expressividade de seus vinhos.
Degustei 6 vinhos e todos me agradaram muito, mas claro que os brancos, principalmente o -Sauvignon Blanc 2011, maravilhoso para nosso clima, brilhou, no painel, mas como disse anteriormente, todos se saíram otimamente, por isso a foto é geral, de todos os vinhos.
Os brancos foram:
-S. Blanc e Chardonnay, sendo o primeiro, muito floral, sutil mineral, mostra frutas cítricas, ótima acidez.Longo em boca, confirmando as frutas, equilibrado com espantosos 11,8%, de álcool, isto devido a 4 colheitas desde o início até o final da maturação.
-Chardonnay 2010, com aromas lácteos, untuoso, macio, boa acidez e persistência.
-Pinot Noir 2009, elegante, diferente, a começar pela sua cor, não muito carregada como acontece no Novo Mundo. Muitas especiarias e frutas negras, muito bom mesmo.
-Malbec 2010, outro que não tem a cor características desta cepa em outros vinhos Argentinos, especiarias, sutis cítricos e mineral.
- Field Blend-Cabernet/Malbec 2009, sendo a C. Sauvignon majoritária, cerca de 75%. São esmagadas e fermentadas juntas, dando caráter exclusivo ao vinho, além das leveduras indígenas. Estagiam por carvalho por 20 meses, sendo 30% em barricas usadas.
-Climax-Owners Blend 2008-, blend de C.Sauvigon, Malbec e Merlot sendo 1/3 cada. Fermentam barricas de 2º e 3º usos e depois estagiam por 24 meses em barricas novas de carvalho francês.
Quase nunca menciono preços, por achar que estes, são por vezes motivos que fazem a procura maior o menor, sem se ater para a qualidade, mas neste caso são todos de ótima relação qualidade X preço.
Os 4 primeiros vinhos custam R$36,00, o Field Blend R$69,00 e o Clímax R$ 175,00.
Grand Cru
www.grandcru.com.br

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Festival tem Cambraia no Lá da Venda



Meninas e meninos,
Fui dia destes provar de perto, o que já de antemão postara na primeira quinzena de Outubro, sobre a harmonização da cachaça Cambraia e a gastronomia da Heloisa Bacelar do Lá da Venda.
Fui mais que agradavelmente surpreendido, até porque, nos fez companhia, a mim e ao Mauricio Maia, O Cachacier, além da Karina do Gabinete de Comunicação, assessoria da Cambraia, a linda Carolina Steagall de Tomaso, da Industria de Bebidas Pirassununga.
Desde o primeiro instante em que travei conhecimento com esta cachaça, fiquei fã, e sem medo de arriscar, conhecendo os produtos do Lá da Venda e da Cambraia, fiz o post mencionado acima, mas como disse anteriormente, ao provar a harmonização entre a gastronomia proposta e a bebida, tive a certeza da feliz junção.
Ainda dá tempo de provar deste cardápio, pois o festival vai até 06/11.
Lá da Venda: Rua Harmonia 161, Vila Madalena-São Paulo-SP
11 3037-7702.


Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Maison des Caves Wine Store & Import



Meninas e meninos.
A Art des Caves como uma das mais importantes empresas no segmento de adegas climatizadas não para de crescer, e meus amigos Alcir, Marco, Bruno e Sheyla avisam que os vinhos da Vinícola Ralco, de importação própria, chegaram.
Vejam release.

A Maison des Caves, boutique de vinhos, adegas e acessórios do grupo Art des Caves, acaba de trazer ao Brasil dois fantásticos vinhos chilenos da marca Malco, da vinícola Viña Ralco, localizada no coração do Valle de Curicó, a 200 quilômetros de Santiago.
Fundada em 1961 pela família Achurra, a vinícola possui uma área de 1.200 hectares de produção com uma grande variedade de uvas, como Cabernet Sauvignon, Merlot, Carménère, Malbec, Syrah, Chardonnay, entre outras.
O primeiro rótulo de importação exclusiva é o Malco Cabernet Sauvignon Family Reserve 2009. De cor vermelho bem escuro e opaco, proporciona um mix de aromas, como ameixas, cerejas, alcaçuz, baunilha e cacau. Na boca, é encorpado com taninos firmes, porém misturados. Possui também notas de cereja e caramelo no final. Para sua harmonização, são indicados alimentos como peru recheado com carne de porco, presunto, ameixas e uvas passas.
Já o segundo vinho, o Malco Carménère Reserva 2010, é indicado para degustar com pratos mais leves, como o coelho ensopado. De visual vermelho bem escuro com realces de violeta, possui aroma intenso de framboesa, mentol, chocolate e um leve toque de defumação. Na boca, seu paladar inicial é suave, encorpado no palato e bem equilibrado.
Estes e outros rótulos de importação exclusiva podem ser encontrados na Maison des Caves ou em nossa boutique virtual:
www.maisondescaves.com.br

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

terça-feira, 1 de novembro de 2011

DECANTER WORLD WINE AWARDS E EXPAND JUNTAS



Meninas e meninos,
No inicio de Outubro, Otávio Piva de Albuquerque, presidente da Expand, recebeu pela primeira vez no Brasil o Decanter World Wine Awards. O evento internacional aconteceu durante todo o mês, no qual a Revista Inglesa Decante,r em parceria com a Enomatic apresentaram os vinhos vencedores em 2011 em mais de 30 locais na Ásia, América, e Europa.
Tenho recebido muitos e-mails perguntando sobre este evento, que aliou a experiência de degustar vinhos seletos, ao prazer lúdico de faze-lo utilizando esta máquina sensacional, a Enomatic, que conserva muito bem o vinho, e que programada para extrair 3 dosagens diferentes, proporciona ao consumidor a prova de diversos vinhos a um preço diferenciado de vinhos em taças.
Então, para satisfazer os leitores, segue um pouco do que se passou durante o mês de Outubro, e eu, como logo após o lançamento estive em viagem, fiquei devendo a informação.

A Decanter é uma das melhores revistas de vinhos do mundo e a premiação tornou-se uma das mais prestigiadas e confiáveis competições mundiais do segmento. A Expand foi escolhida para promover o evento por ser uma das importadoras com maior expressão no país, possuir a maior rede de lojas e também por sua tradição no mercado de vinhos no Brasil.
“As provas globais DWWA são um exemplo de como promover vinhos de classe mundial para os consumidores internacionais ao redor do mundo”, explica o presidente do Decanter World Wine Awards Steven Spurrier.
O evento de lançamento no Brasil aconteceu dia 6 de Outubro, na loja Expand no Bar des Arts, no Itaim Bibi. Na ocasião foi realizada degustação de 14 vinhos vencedores, colocados em máquinas Enomatic, como:: Renato Ratti Marcenasco 2006 (Itália), Roda Reserva (Espanha), Arboleda Cabernet Sauvignon (Chile), Chalten Gran Reserva Malbec (Argentina), Château de Parenchère da França, entre outros.
Mas não acaba por aqui com o fim do mês, pois os vinhos premiados pela Decanter e representados no Brasil com exclusividade pela Expand poderão ser encontrados em suas lojas pelo Brasil.
Eu gostei muito de um Chianti, o Redolo Riserva 2007, da Fratelli Nistri, que não conhecia, e que merece ser degustado. Aromas de frutas maduras, sutil defumado e balsâmico, confirma frutas e defumados em boca, toques terrosos (algo como os funghi). Acidez presente, taninos ainda ativos e macios, bom para gastronomias com molhos de tomates, tanto para carnes como massas.

Na foto, alguns dos vinhs degustados.
Expand
www.expand.com.br

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão