Meninas e meninos,
Em uma reunião muito prazerosa, onde amigos se encontraram para degustar os vinhos libaneses da Massaya & Co, recém chegados ao Brasil, trazidos pela também recém chegada ao mercado Au Vin Import, e saborear a gastronomia líbano-brasileira, criada especialmente para a ocasião pelo amigo, Chef Ivan Achcar, do Casa da Fazenda do Morumbi, fiquei conhecendo um pouco deste país tão antigo e cheio de tradições, pela exposição do Sami Ghosn, general manager da Massaya.
País este com 10.450 Km2, na costa oriental do Mediterrâneo, fronteiriço com Síria e com Israel, tem em sua capital Beirute cerca de 4.200.000 habitantes, sem contar os quase 12.000.000 dispersos pelo mundo, com tradição vinícola muito antiga, desde os Fenícios, que iniciaram a plantação das videiras, a produção de vinhos e sua comercialização.
Até os romanos reconhecendo a contribuição dos fenícios para o vinho, fizeram erguer no vale do Bekaa o maior templo dedicado a Baco, o deus do vinho e das vinhas.
O solo no vale do Bekaa é calcáreo-argiloso de maneira geral, com clima mediterrâneo moderado, úmido no inverno, principalmente na costa e mais frio, nevado, nas montanhas, com seus rios alimentados pela neve que vem das montanhas no degelo.
Seus verões são suaves e sua temperatura média anual beira os 25ºC, com precipitações que vão de 230mm a 610 mm.
Os irmãos Bruniers das vinícolas francesas Vieux Telégraphe e Domaine La Roquète em Chateauneuf-du Pape, e Domaine Les Pallières no Rhône, resolveram em 1998 iniciar no Bekaa a produção do Massaya, dando continuidade à tradição de vinhos vindos do Líbano, do Vale do Bekaa, tão aclamados desde os templos bíblicos.
Degustamos 3 rótulos, o Massaya Classic 2009; Massaya Silver Selection 2007; e 3 safras do Massaya Gold Reserve, sendo a mais nova 2008, depois 2007 e 2005.
O Classic 2009, blend 60% Cinsault; 20% Cab Sauvig e 20% Syrah, com 15% de álcool, foi o que menos me empolgou. Vinho correto, bom para o dia a dia, mas nada que me chamasse a atenção, mas com muito boa relação preço X qualidade R$58,00.
Já o Silver Selection 2007, corte de 40% Cinsault; 30% Grenache Noir; 15% Cab Sauvig e 15% Mouvedre, com 14,5% de álcool, estava magnífico.Exuberante olfato com muita fruta, algo de pimenta, sutil balsâmico, longo em boca, confirmando as frutas e pimenta, algo de animal, já que passa por madeira francesa. Acidez e taninos bem marcados, garantindo sua boa harmonização com várias gastronomias. Em minha opinião, o melhor em relação preço X qualidade R$75,00.
O Gold Reserve, passa por carvalho francês durante 24 meses, é mais carnudo, com corte de 50% Cab Sauvignon; 40% Mouvedre e 10% Syrah. Das 3 safras que provei, gostei muito das 2005 e 2008, a 2007 me pareceu a menos expressiva.
O 2005, já algo envelhecido, tem notas balsâmicas mais acentuadas, mas nas três safras o mentolado, o canforado, aparecem, sendo mais evidente na 2008, aliás, apesar de gostar de vinhos mais evoluídos, a safra mais nova me encantou com um leque aromático muito variado, com frutas maduras, especiarias, floral sutil, o canforado, um toque animal, couro e torrefação.Em boca confirma as frutas maduras, as especiarias, pimenta e cardamomo, taninos firmes e bons, acidez ótima e todos os elementos equilibrados, longo mostrando que este vinho mais alguns anos será magnífico, em minha opinião. Foi o que melhor harmonizou com o belíssimo cordeiro ao molho de figos, especiarias e favas do Chef.
O 2005 está pronto para ser degustado, o 2008 já pode ser degustado, mas quem esperar por mais algum tempo, terá um grande vinho sem dúvida, seu preço R$ 155,00.
Quanto à gastronomia do Ivan, deixo para um capítulo à parte, pois foi um festival de delícias norteadas e mescladas pela ascendência árabe do Ivan e pela sua fantástica cozinha caipira paulista.
Casada Fazenda do Morumbi
www.casadafazenda.com.br
Au Vin Import
www.auvin.com.br
Até o próximo brinde!
Álvaro Cézar Galvão
terça-feira, 10 de abril de 2012
Massaya & Co uma vinícola do Líbano, no vale do Bekaa.
segunda-feira, 9 de abril de 2012
DeVinum e Vino Bar em degustação de vinhos da Miguel Torres com vinhos Chilenos e Espanhóis.
Meninas e meninos,
Uma das bodegas que sempre me encantou é a Miguel Torres, pela excelência de seus vinhos, tantos os do velho mundo, na Espanha, como os do novo mundo no Chile e Estados Unidos.
Pode parecer pretensão, mas é uma vinícola que faz vinhos que goste eu, mais de um do que de outro, não há aquele em que eu não goste.
Em recente degustação onde tive o prazer de rever amigos que já algum tempo não via como a querida Márcia Gombos, o Chef Rodrigo Martins, do Vino Bar, o Adriano, e fazer novos amigos como o Sergi Freixa, pude degustar algumas novidades para mim como o ótimo espumante Miguel Torres Brut, um Chileno de Pinot Noir, com ótima acidez, perlage incrível, pois durante boa parte da degustação, ali estavam a s borbulhas finas e persistentes, correndo para a borda da taça.
12% de álcool e 9 meses sobre as borras é vinificado pelo método clássico, aromas frutado e cítrico são evidentes também em boca, e algo de torrefação, fermentos de padaria também presente.
Da ótima linha Santa Digna, de onde provém um rosado que sempre me chama a atenção, degustei o Carmenère, que não é varietal, mas pela legislação pode levar o nome no rótulo, pois em sua composição temos 85% Carmenère e 15% Cabernet Sauvignon. Um tanto herbáceo, após algum tempo restam as frutas maduras, algo do tostado da passagem leve por madeira e sutil especiarias.
Outro Carmenère, o Cordillera, já me chamou muito mais a atenção.Corte de 50% Carmenère; 35% Merlot e 15% Petit Verdot, fermentadas separadamente, passa o tempo de crianza em barricas de carvalho francês, sendo 30% delas novas e o restante de 2º uso.
Muita fruta madura, aparecem figos, tanto no nariz como em boca, um sutil mineral se mostra dando grandeza ao leque aromático. Em boca confirma o frutado, algo de tostado, de café e as especiarias.Aparece um ligeiro mentolado ou canforado. Par um cordeiro não há nada melhor, até porque a pegada da Petit Verdot está lá. Soberba, mesmo com tão pouca percentagem.
Um Cabernet Sauvignon 85% e Tempranillo 15%, vem da Miguel Torres de Espanha, de Penedès, também lá estava para degustação, o Gran Coronas Cab Sauvignon.
Este já passa em barricas francesas 12 meses, sendo 30% delas novas, com 14% de álcool muito bem integrado aos taninos e acidez, é vinho gastronômico com certeza, e casou divinamente com a costelinha de porco com polenta cremosa e jamon que o amigo Rodrigo preparou.
Mas o vinho que me fez repetir a dose algumas vezes foi um de Rioja, o Ibéricos Crianza Tempranillo que passa 12 meses em barris de carvalho francês e americano, com parte deles novos, com 14% de álcool, taninos se mostrando gostosos, acidez muito boa, dando a ele certeza de boas harmonizações gastronômicas.
Muita fruta, o único que me apresentou algum floral, muitas especiarias e algo animal, como couro, além do coco que deve ser da madeira americana.
Ficou por muito tempo em taça e mudando seu leque de frutas, sempre maduras, mas ora ameixas, ora cerejas e framboesas, cravo, canela e noz moscada.
Harmonizou com um risoto de leitão e vagens ao hortelã.
Nesta degustação os espanhóis ganharam dos chilenos, e dentre todos, este Ibéricos, vocês têm que provar.
Fechando em clima de festa um maravilhoso brandy 10 anos, claro, da Miguel Torres!
Vino Bar
www.lojavino.com.br
DeVinum
www.devinum.com.br
Até o próximo brinde!
Álvaro Cézar Galvão
sexta-feira, 6 de abril de 2012
Grande Hotel São Pedro e chefe Vitor Sobral oferecem jantar inspirado em poesias de Fernando Pessoa
Meninas e meninos,
Vejam o release que recebi sobre a gastronomia do amigo Vitor Sobral no Grande Hotel São Pedro, hotel escola do SENAC onde dei aulas para a turma de sommeliers.
Com sou fã do Vitor e de Fernando Pessoa, aqui vai o texto recebido seguido de uma Feliz Páscoa a todos:
Versos do poeta português inspiraram as criações do renomado chefe lusitano
O encontro da poesia com a gastronomia promete ser o ponto alto do feriado de
Páscoa no Grande Hotel São Pedro. Inspirado em versos de Fernando Pessoa, o chefe português, Vitor Sobral, elabora um jantar especial para hóspedes e visitantes, no sábado, 7 de abril, às 21 horas, no restaurante Engenho das Águas.
Homenagem ao ano de Portugal no Brasil, o evento promete trazer uma visão moderna da cultura portuguesa. Os pratos trazem a sofisticação de ingredientes tradicionais na cozinha lusitana, que aliados aos sabores nacionais traduzem a poesia de um dos principais poetas do século 20.
Vitor Sobral também ministrará um workshop gastronômico sobre bacalhau, na sexta-feira, 6, às 17 horas. Ideal para quem deseja tirar dúvidas ou conhecer um pouco mais sobre esse típico ingrediente da culinária portuguesa. Outro destaque da programação será a apresentação de fado da cantora Julianne Daud.
Menu Fernando Pessoa
Entrada: Creme frio de mandioquinha, coco e caviar
O esforço é grande e o homem é pequeno.
Eu, Diogo Cão, navegador, deixei
Este padrão ao pé do areal moreno
E para adiante naveguei.
A alma é divina e a obra é imperfeita.
Este padrão assinala ao vento e aos céus
Que, da obra ousada, é minha a parte feita:
O por-fazer é só com Deus.
E ao imenso e possível oceano
Ensinam estas Quinas, que aqui vês,
Que o mar com fim será grego ou romano:
O mar sem fim é português.
E a cruz ao alto diz que o que me há na alma
E faz a febre em mim de navegar
Só encontrará de Deus na eterna calma
O porto sempre por achar.
Primeiro Prato: Camarão em salmoura, palmitos frescos confitados e vinagrete de maracujá
“Tabacaria” – Fernando Pessoa, heterônimo Álvaro de Campos
Fiz de mim o que não soube
E o que podia fazer de mim não o fiz.
O dominó que vesti era errado.
Conheceram-me logo por quem não era e não desmenti, e perdi-me.
Quando quis tirar a máscara,
Estava pegada à cara.
(Se eu casasse com a filha da minha lavadeira
Talvez fosse feliz.)
Visto isto, levanto-me da cadeira. Vou à janela.
O homem saiu da Tabacaria (metendo troco na algibeira das calças?).
Ah, conheço-o; é o Esteves sem metafísica.
(O Dono da Tabacaria chegou à porta.)
Como por um instinto divino o Esteves voltou-se e viu-me.
Acenou-me adeus, gritei-lhe Adeus ó Esteves!, e o universo
Reconstruiu-se-me sem ideal nem esperança, e o Dono da Tabacaria sorriu.”
Segundo Prato: Bacalhau no forno, creme de couve-flor, tomate assado e amêndoas torradas com especiarias
"Mar português" – Fernando Pessoa
Ó mar salgado, quanto do teu sal
São lágrimas de Portugal!
Por te cruzarmos, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão rezaram!
Quantas noivas ficaram por casar
Para que fosses nosso, ó mar!
Valeu à pena? Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.
Quem quere passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas nele é que espelhou o céu.
Prato Principal: Empada de perdiz com guisado de cogumelos e alecrim
"Navegar é Preciso" – Fernando Pessoa
“Navegadores antigos tinham uma frase gloriosa:
“Navegar é preciso; viver não é preciso”.
Quero para mim o espírito [d]esta frase,
transformada a forma para a casar como eu sou:
Viver não é necessário; o que é necessário é criar.
Não conto gozar a minha vida; nem em gozá-la penso.
Só quero torná-la grande,
ainda que para isso tenha de ser o meu corpo e a (minha alma) a
lenha desse fogo.
Só quero torná-la de toda a humanidade;
ainda que para isso tenha de a perder como minha.
Cada vez mais assim penso.
Cada vez mais ponho da essência anímica do meu sangue
o propósito impessoal de engrandecer a pátria e contribuir
para a evolução da humanidade.
É a forma que em mim tomou o misticismo da nossa Raça.”
Prato: caça, cordeiro ou porco preto
Sobremesas: Pratão de sobremesas: Azevias de mandioca e gengibre, creme de arroz doce co canela e hortelã, creme queimado com aromas de cumaru
"Quadras ao Gosto Popular" – Fernando Pessoa
Cantigas de portugueses
São como barcos no mar —
Vão de uma alma para outra
Com riscos de naufragar.
Ai, os pratos de arroz doce
Com as linhas de canela!
Ai a mão branca que os trouxe!
Ai essa mão ser a dela!
Saudades, só portugueses
Conseguem senti-las bem.
Porque têm essa palavra
Para dizer que as têm.
Santo Antônio de Lisboa
Era um grande pregador,
Mas é por ser Santo Antônio
Que as moças lhe têm amor.
Trazes a rosa na mão
E colheste-a distraída...
E que é do meu coração
Que colheste mais sabida?
Serviço
Jantar com Vitor Sobral
Data: 7/4, sábado
Horário: às 21 horas
Endereço: Parque Dr. Otávio de Moura Andrade, s/n - Águas de São Pedro - SP
Reservas: (19) 3482-7600
Até o próximo brinde!
Álvaro Cézar Galvão
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Hannover Vinhos apresenta o winemaker Rui Reguinga com seu belos vinhos.
O amigo Niels Bosner da Hannover Vinhos, que, aliás, não pôde comparecer ao almoço degustação por estar recém-operado, e desde já ficam meus votos de presto restabelecimento, enviou ao nosso encontro a linda e competente Paula Ramalho e o incansável Luciano Judice para que nos apresentassem o enólogo Rui Reguinga, considerado por muitos críticos portugueses e estrangeiros como um dos melhores representantes da enologia de Portugal, pais este que lhe conferiu em 2009 o título de “melhor enólogo”, através da Revista de Vinhos.
De seus vinhos, admito, gostei de todos, sempre com ótima acidez e equilíbrio entre taninos e álcool.
Seus vinhos do Alentejo são provenientes de vinhedos muito antigos aonde algumas cepas chegam a 100 anos, 90 anos e sempre recebem o nome de Terrenus.
Seu branco Terrenus 2010 é um “field blend” como chamou o corte, por ser proveniente de vinhedo com vinhas velhas(as castas todas juntas na mesma parcela) bem ao norte do Alentejo, na Serra de São Mamede, com alturas entre as parcelas que variam de 600m a 750 m, ter 8 castas colhidas juntas na mesma parcela, onde aparecem dentre outras a Malvasia, Bical, Arinto e Fernão Pires.
Tem 13% de álcool, muito bem integrado, uma mineralidade sensível ao olfato e ao palato, muito interessante e gostosa, além de floral e frutas, leve amanteigado decorrente de passagem por madeira durante 6 meses.
Além deste Terrenus Branco, provamos o Terrenus Tinto 2009, nos mesmos moldes, tem seu “field blend” com 10 castas, dentre elas, Aragonês, Trincadeira, Baga e Alfrocheiro.
Todos os seus tintos, mesmo o TN Touriga Nacional, um Dão varietal ou monocasta como dizem os portugueses têm um delicioso olfato, onde especiarias diversas aparecem.
Este TN safra 2009, também mostra um sutil cítrico que parece o de cascas de laranja, assim como o Terrassus 2009, do Douro, um dos vinhos que mais gostei, corte de Tourigas Nacional(40%),Franca(40%) e Tinta Roriz, com passagem em barris por 16 meses, sendo 40% deles novos.
Ainda da linha Terrenus, o seu Reserva 2009 com vinhas de 100 anos, que não produzem mais do que 3.000 garrafas/ano tem pisa a pé, nos moldes tradicionais, não filtrado, ficando 24 meses em barris novos de carvalho francês. Este vinho só é vinificado em anos excepcionais, outro vinho que me agradou muito!.
Mas um de seus vinhos, cujo rótulo leva o nome da localidade de onde provém, o Pedra Basta 2008, me chamou a atenção. Leva corte onde Aragones(30%); Alicante Bouchet(30%); Trincadeira(30%) e Cabernet Sauvignon são provenientes de vinhas com idade entre 10 e 30 anos. Passa por barricas durante 12 meses, sendo 33% novas, com um delicioso floral, frutas maduras, novamente as especiarias, com cravo e canela, e de pronto um tostado que lembra café, e que depois se abre em bala toffe e caramelo, todos confirmados em boca, com ótima acidez e integração entre taninos e álcool, na casa dos 13,5%.
Belos vinhos os do Rui, e que acompanhados do almoço que o Chef Rezende do Aguzzo nos preparou, finalizou com chave de ouro esta apresentação da Hannover.
Aguzzo
http://www.aguzzo.com.br
http://www.hannovervinhos.com.br
Álvaro Cézar Galvão
quarta-feira, 4 de abril de 2012
CERVEJAS ESPANHOLAS AGORA NO CATÁLOGO DA COSTAZZURRA
Meninas e meninos,
Saindo um pouco dos vinhos e voltando para as cervejas que não precisam de salvaguardas, vejam as novidades da Costazzurra para nosso deleite no release abaixo:
Sempre focando em produtos de alta qualidade e valor agregado, a Costazzurra segue na expansão de seu catálogo de bebidas e traz diretamente da Espanha as cervejas artesanais Rosita e Carmen, que prometem ser uma experiência surpreendente para o paladar dos brasileiros.
Fundada em 2007 na cidade de Tarragona, pertencente à comunidade da Catalunha, as marcas Rosita e Carmen surgiram através do sonho de um grupo de empresários e apreciadores de cerveja que optaram em produzir uma cerveja feita artesanalmente, com ingredientes selecionados de alta qualidade e custo acessível. E esta preocupação não se restringe apenas ao conteúdo das garrafas, mas também em sua apresentação externa, como o zelo ao criar um rótulo retrô, divertido e que faz lembrar os tempos antigos.
Disponíveis nas versões Black, DIvori, Original e Picante, as cervejas Rositas agradam pelo sabor irreverente, pela sofisticação e também pela diversidade em harmonizar com diferentes pratos e em diferentes ocasiões. Já a cerveja Carmen possui a versão Ecológica.
Diferente das cervejas produzidas em escala industrial, as cervejas Rosita e Carmen recebem processo de fermentação tradicional na garrafa, que é mais lento, porém, o resultado é altamente positivo, pois propicia maior apreciação dos ingredientes contidos na cerveja e uma sensação muito agradável ao paladar.
Preços sugeridos:
Cerveja Rosita Black 330 ml. Preço sugerido: R$ 19,90 cada;
Cerveja Rosita DIvori 330 ml. Preço sugerido: R$ 19,90 cada;
Cerveja Rosita Original 330 ml. Preço sugerido: R$ 19,90 cada;
Cerveja Rosita Picante 330 ml. Preço sugerido: R$ 19,90 cada;
Cerveja Carmen Ecológica 330 ml. Preço sugerido: R$ 19,90 cada.
SAC Costazzurra (11) 3663-1837.
Costazzurra
www.costazzurra.com.br
Até o próximo brinde!
Álvaro Cézar Galvão
terça-feira, 3 de abril de 2012
Expovinis 2012-Rótulos de diversos países do mundo reunidos no maior salão de vinho das Américas
Meninas e meninos.
Vai chegando a hora de podermos encontrar reunidos em um só local, vinhos de várias partes do mundo, incluindo diversas vinícolas Brasileiras, em meio ao conturbado momento pelo qual o setor passa, em virtude do pedido de salvaguardas.
Não podemos deixar de apreciar e comprar bons vinhos, e mesmo não concordando com o pedido de salvaguardas, levemos em consideração que o Brasil apenas engatinha neste setor, tanto de produção, quanto de quantidade de litros consumidos por habitantes ao ano, e a Expovinis, sendo a maior feira de vinhos das Américas, é o local certo para conhecer novos rótulos, novas safras dos vinhos preferidos e novas vinícolas.
Também há a oportunidade de questionamento dos motivos alardeados como procedentes para que as entidades ligadas ao setor pedissem as salvaguardas, diretamente, sem intermediários, aos signatários da mesma.
Tirem suas conclusões após as explicações, mesmo não concordando com elas como eu, e aproveitem a promoção descrita no banner.
Segue abaixo release da feira:
Consolidado como o maior evento do setor de Vinho das Américas, o ExpoVinis Brasil – 16º Salão Internacional do Vinho será realizado entre os dias 24 e 26 de abril, no Expo Center Norte, em São Paulo. A feira contará com participações importantes do setor no cenário nacional e internacional, cerca de 20 mil visitantes, entre proprietários e compradores de bares, restaurantes, hotéis, adegas especializadas, supermercadistas, atacadistas e distribuidores, formadores de opinião, sommeliers, enólogos e enófilos.
Distribuído em um espaço de 18 mil metros quadrados, o salão exibe rótulos para todos os paladares. Os vinhos destacados pelos produtores nacionais recebem atenção no espaço dedicado ao Instituto do Vinho (Ibravin), com 40 vinículas nacionais, principalmente oriundas de regiões como Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Vale São Francisco. Países da América Latina, como Argentina e Chile, ganham stands próprios e ocupam amplos espaços.
Para os amantes dos vinhos do Velho Mundo, a feira contará com rótulos da França, Portugal, Itália, Espanha. O evento receberá consagrados produtores italianos, que representam regiões de Puglia, Abruzzo, Marche, Lombardia, Toscana e Piemonte. Bons rótulos de países como África do Sul e Alemanha também ganharão destaque na feira.
O evento contará ainda com uma das mais importantes e cobiçadas provas de vinhos organizados no Brasil, o Top Ten. Um júri de alto nível composto por jornalistas, sommeliers, degustadores de associações e de escolas selecionarão os dez melhores rótulos do ExpoVinis Brasil 2012. A escolha será entre os vinhos tintos, brancos, espumantes e rosés.
Serviço:
ExpoVinis Brasil 2012
16ª Salão Internacional do Vinho
24 a 26 de abril de 2012
Expo Center Norte – Pavilhão Azul - Vila Guilherme – São Paulo
Dia 24 das 13h às 21h –(exclusivamente para profissionais do setor.)
Dia 25 das 13h às 21h / Profissional / 18h às 21h / consumidor final
Dia 26 das 13h às 20h / Profissional / 17 h às 20h / consumidor final
Ingressos (Consumidor Final): R$ 50,00 incluindo taça para degustação. Estudantes de Hotelaria, Nutrição, Gastronomia, Enologia e Turismo pagam R$ 25,00
Não inclui taça (necessário apresentar identidade e comprovante do curso que não seja carteirinha de estudante).
Entrada franca para profissionais do setor (necessário apresentar identidade ou CPF e comprovante profissional). Não é permitida a entrada de menores de 18 anos. Necessário apresentar carteira de identidade.
Informações e credenciamento visitantes:
www.exponor.com.br
Até o próximo brinde!
Álvaro Cézar Galvão
segunda-feira, 2 de abril de 2012
L’Hotel Porto Bay São Paulo e o restaurante Trebbiano
Meninas e meninos,
O L’Hotel Porto Bay em São Paulo, com seus 76 quartos, um hotel boutique, onde, a par de toda infraestrutura para eventos e reuniões, se encontram os conceitos de boutique, com SPA, health center, e o restaurante Trebbiano, que inspirado na região da Toscana, oferece ótima gastronomia sob a batuta do Chef Luiz Pinheiro.
O grupo Porto Bay Hotels & Resorts, com três unidades no Brasil, ao longo de também três anos de atuação, comemora sua bem sucedida atuação.
Com sede na Ilha da Madeira, Portugal, tem sob sua gestão nove unidades hoteleiras, sendo seis em Portugal(cinco na Ilha da Madeira e 1 no Algarve), além das já citadas três no Brasil(um em São Paulo e 2 no Rio de Janeiro, um na capital o Porto Bay Internacional, e outro em Búzios, o Porto Bay Glenzhaus).
Em um almoço dos mais descontraídos, onde estive em companhia do amigo Ney Aires, da Revista Sax e do portal Watermag, e do Rafael Serato representando a empresa responsável pela assessoria de imprensa do Trebbiano, a Index Estratégias de Comunicação, fomos apresentados ao Chef Luiz Pinheiro, e pudemos escolher dentre as opções do menu, além da entrada, o famoso Tradicional L’Hotel Picadinho, onde o Chef faz uma leitura criativa e muito saborosa do picadinho.
Eu já havia, há não muito tempo atrás estado no Trebbiano, quando da visita do Alexandre Relvas Jr, da família proprietária do empreendimento hoteleiro e também da ótima vinícola Herdade São Miguel http://www.herdadesaomiguel.com
Para quem quiser tomar um aperitivo o L’Hotel tem um delicioso bar, também localizado no mezanino, assim como o Trebbiano, além de obras de arte que compõem o mobiliário do hotel, um deleite para os olhos onde, por exemplo, reina uma tapeçaria flamenga tecida em Bruxelas na segunda metade do século XVI, e arrematada num leilão da Christie’s, em Londres, única peça particular de uma série de sete, retratando passagens da vida de Cleópatra e Marco Antonio.
Para acompanhar o picadinho, nada melhor que um dos vinhos da empresa Casa Agrícola Alexandre Relvas, um Vinho Regional Alentejano, o Ciconia, corte de Touriga Nacional, Syrah e Aragonez, bastante frutado e com boa acidez para encarar o ovo frito, a farofinha e as carnes do picadinho.
L´Hotel Porto Bay São Paulo-Restaurante Trebbiano
www.portobay.com
Álvaro Cézar Galvão

