quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Oyster Bay Wines, vinícola Neozelandesa, aporta na Vinci Vinhos.



Meninas e meninos,
A convite dos amigos, Sofia Carvalhosa, linda e eficiente assessora da Vinci, e da querida turminha, desta que é um dos braços do Ciro Lilla, na importação de belos vinhos, fui conhecer os vinhos desta vinícola da Nova Zelândia, que se fez representar pelo seu manager Jeff Cairney, que respeitoso, com o relacionamento comercial, está aprendendo português, aliás, já fala e escreve bem.
Degustei os quatro vinhos produzidos pela empresa, sendo que três deles provêm de vinhedos da região de Marlborough, e seu Merlot da região de Hawkes Bay.
Vinificam dois tintos, Pinot Noir e Merlot e dois brancos Sauvignon Blanc e Chardonnay.
Dos tintos, gostei mais do Pinot Noir 2010, mais equilibrado, a meu ver, entre taninos, álcool, acidez e balanço no uso de barricas(nada mais que 6 meses, sendo 40% delas novas, todas de carvalho francês). Apesar do dia quente, um Pinot que pode ser degustado solo, agradável e envolvente.
Já o Merlot 2010, achei que há certo desequilíbrio entre acidez e álcool, além do pronunciado tostado proveniente das barricas, apesar de ficarem o mesmo tempo, 6 meses, mas numa mescla de carvalho francês e americano, segundo Jeff, e dos 13,5% de álcool. Vejam como é dura a vida do enólogo, apesar de que agradar a todos é muito duro.
Dos brancos, o Chardonnay, correto no uso da madeira, somente para perfumar olfato, e dar ao paladar certo amanteigado, trás especiarias no olfato e em boca, agradando por não ser mais um daqueles vinhos desta cepa, com o maracujá em excesso, equilibrado com acidez e álcool, que gira na casa dos 13,5%.
Mas fiquei realmente impressionado pela qualidade, equilíbrio e elegância do Sauvignon Blanc.
Vinho que absolutamente nos envolve de imediato, com frescor, equilíbrio entre acidez e álcool, na casa dos 13%, com floral e frutas cítricas no aroma, também com sutil mineral, lembrando fluido de isqueiro, mas nada muito marcado.
Em boca, confirma os cítricos, limão Siciliano, sutil especiaria, realmente o vinho do painel, em minha opinião.

Para os dias de calor, só, ou acompanhado de uma saladinha com frutos do mar, é insubstituível!
A Oyster Bay possui vinhedos nos vales de Wairau e Awatere plantados com Sauvignon Blanc, Chardonnay e Pinot Noir. Em 1990 começou a cultivar Merlot na promissora região de Hawke's Bay, na costa leste da Ilha Norte, conhecida por ser a “resposta neozelandesa a Bordeaux”.
Seus vinhos, cheios de fruta e com um acento regional inconfundível, são lapidados pelo enólogo-chefe Michael Ivicevich, vêm colecionando elogios mundo afora. O Oyster Bay Chardonnay 2009, com parte das uvas fermentadas em barricas de carvalho francês, conquistou a medalha de ouro e o título “Great Value White” no International Wine Challenge 2011, em Londres. O Pinot Noir que também é maturado em barricas de carvalho francês, recebeu 91 pontos da Wine Spectator na safra 2008, sendo descrito como “polido e bastante perfumado”. Eric Asimov, do New York Times, definiu-o como “puro, com aromas frescos de flores e fruta vermelha”. O Merlot foi apontado pela Wine Enthusiast como "um vinho classudo por um preço atrativo".
Confirmando minha impressão, logo na primeira safra, a de 1990, o Oyster Bay Sauvignon Blanc foi eleito pela International Wine & Spirit Competition, uma das mais antigas e rigorosas degustações às cegas realizada na Inglaterra, o melhor vinho do mundo elaborado com essa variedade de uva. Durante seis anos consecutivos, arrematou o prêmio “Premium White Wine of The Year” do Australian Liquor Industry Awards e, recentemente, a revista norte-americana Wine Spectator considerou-o um “Top Value”.
Oyster Bay Wines
www.oysterbaywines.com


Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

WORLD WINE EXPERIENCE 2012” ACONTECE DE 16 A 19 DE ABRIL



Meninas e meninos,
Agora que o ano efetivamente começou, vamos aos eventos de porte.
A World Wine, que tradicionalmente faz uma mostra de seus vinhos, trazidos de várias partes do mundo, já começa a divulgar as datas do evento, que cresce a cada ano.
Há dez anos, com muito sucesso, aliás, a World Wine promove a mostra de vinhos, que conta com a presença dos próprios produtores, ou seus representantes, e este ano, serão cerca de 60.
Ainda não inventaram uma formula mais efetiva (e prazerosa) de se conhecer um vinho do que o degustação, ainda mais, sendo atendido "pessoalmente" por quz os fez, por isso, a World Wine Experience consagrou-se como um dos mais importantes eventos de vinhos no Brasil e mantém este formato de uma grande degustação, e esta diferença, ou seja, a possibilidade de experimentar vinhos ao lado dos próprios produtores, enólogos ou representantes das vinícolas, conhecendo suas histórias, suas novidades e até provando safras que estarão no mercado num futuro próximo, faz a alegria dos enófilos e consumidores.
Para esta oitava edição do evento, cerca de 60 produtores mostram sua produção, como Finca Sophenia, Andeluna e Caitec (da Argentina); Odfjell, Viña San Pedro, Viña Bisquertt (Chile); Bodegas Castillo Viejo (Uruguai): Beringuer (EUA); Angove (Austrália); Schubert Wines (Nova Zelândia): Stellenzicht (África do Sul); Domaine dês Ouleb Thaleb (Marrocos); Laroche, Perrin e Hugel (França); Mionetto, Bellavista, Zenato, Castello Banfi; Donnafugata, La Massa (Itália); Carmelo Rodero, Dinastía Vivanco, Bodegas Borsão (Espanha); CARM, Quinta da Falorca, Quinta do Alqueve (Portugal); Balthasar Ress e Weingut Clemens Busch (Alemanha); entre outros.
Vale lembrar ainda que a World Wine é a importadora que tem a maior oferta disponível de vinhos de Bordeaux no Brasil – são mais de 500 rótulos, alguns exclusivos. Estes vinhos e de outras regiões francesas estarão presentes no evento, em degustações especiais da programação paralela. Os rótulos orgânicos e biodinâmicos também terão destaque porque muitos vinhos do portfólio da World Wine são produzidos de acordo com esses preceitos.
Sobre World Wine
A World Wine foi criada em 1999 pelo empresário Celso La Pastina, para trabalhar seu portfólio de vinhos Premium separado da operação do Grupo La Patina, do qual é presidente. Desde então, a importadora conta com vinhos de mais de 150 produtores exclusivos, de 14 países, num total de cerca de 1500 rótulos. Os destaques de seu portfólio ficam por conta da imensa oferta de vinhos bordaleses, e de um considerável numero de rótulos orgânicos e biodinâmicos. No ano passado, a World Wine adquiriu a Enoteca Fasano, ficando à frente da operação da loja do Itaim, e totalizando 3 lojas próprias em São Paulo e 1 em Ribeirão Preto. Atua em várias cidades do Brasil através de lojas parceiras.
World Wine Experience:


Dias 16 e 17 de Abril/ São Paulo
Local: Buffet Fasano (Rua Professor Atílio Innocenti, 52 – Itaim Bibi)
Horário: das 15h às 20h
Eventos especiais: Degustações temáticas paralelas

Dia 18 de abril/ Brasília
Local: Hotel Naoum (SHS Qd. 05, Bloco H)
Horário: das 15h às 21h
Eventos especiais: Degustações temáticas paralelas

Dia 19 de abril/ Rio de Janeiro
Local: Fogo de Chão (Av. Repórter Nestor Moreira, s/n – Botafogo)
Horário: das 15h às 21h
Eventos especiais: Degustações temáticas paralelas

Valor do ingresso: R$ 250,00
Cortesia: buffet de massas e frios durante o evento
Facilidade: serviço de valet parking

Ingressos antecipados podem ser adquiridos por valores promocionais (R$ 220,00 e R$ 200,00 para grupos de 10 pessoas), até dia 31/03, através do tel (11)3383-7477
Durante o evento, pode-se fazer pedidos de vinhos apresentados no evento. E para pedidos mínimos de R$ 300,00 haverá um desconto especial de 20%.
Empenhada na educação do vinho, a World Wine conta com uma equipe de sommeliers que presta consultoria, dá cursos e auxilia os clientes na escolha dos vinhos e harmonização de menus. A World Wine atende clientes de todo o Brasil.

World Wine
11 3383-7477- Televendas
www.worldwine.com.br.

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Cantar e decantar o vinho em verso, prova, música, sempre COM PROVA!



Meninas e meninos,
Amália Rodrigues, legítima e adorada representante dos Fados, entre outros que gravaram letras alusivas aos vinhos, nos deixa a mensagem que poderão verificar no link anexo com o tema:
Oiça lá ó senhor vinho
http://www.youtube.com/watch?v=biz4oAWAMDk

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Visitas à Vinícola Ouro Verde crescem mais de 100% nos últimos dois anos



Meninas e meninos,
Com este enunciado, a Vinícola Ouro Verde, do grupo Miolo, pede para avisar que a visitação em sua unidade Baiana, em casa Nova, no Vale do São Francisco, bateu na casa dos mais de 16 mil turistas.
Eu, sempre defendi o diferente, o inédito, e em matéria de vinhos, o que manda no final é o “gosto ou não gosto” de quem irá degustar, não importando da onde vêm as uvas que os vinificaram, sendo bem feitos, de boa qualidade, e com preços competitivos, vamos a eles.
O Vale do São Francisco tem potencial enorme para frutas em geral, e as uvas viníferas se instalaram e estão sendo aproveitadas para vinhos finos de qualidade em algumas experiências animadoras com cepas diversas e colheitas intermediárias, já que lá, quase não chove, e o tratamento é por irrigação.
Vejam release:

A Vinícola Ouro Verde, projeto da Miolo Wine Group, recebeu no ano passado total de 16.299 turistas em sua estrutura em Casa Nova (BA), no Vale do São Francisco. O número é pequeno se comparado com o potencial turístico da região, mas bem expressivo em relação aos 7.937 que visitaram o local em 2009 e aos 10.224 que estiveram lá em 2010.
Conforme Eurico Benedetti, diretor da Ouro Verde, o perfil de visitantes é muito variado. “Têm pessoas que vão por se interessarem pela região e outras pelo próprio vinho e sua elaboração no Nordeste brasileiro. O potencial de crescimento é enorme”, afirma, destacando que a inauguração do passeio Vapor do Vinho também contribuiu para o crescimento do número de turistas.
O trajeto inicia por via rodoviária para apanhar os turistas partindo de Juazeiro, passando por Petrolina e seguindo em direção ao lago do Sobradinho até alcançar um atracadouro a dois quilômetros da represa de Sobradinho, onde os passageiros embarcam. Durante o passeio, os visitantes fazem a eclusa na represa e navegam até a Vinícola Ouro Verde, localizada em Casa Nova. A Ouro Verde foi a primeira vinícola no Vale do São Francisco a se dedicar à elaboração de vinhos finos. Com área de 200 hectares de produção, elabora as bebidas da linha Terranova e o brandy Osborne, em um total de 2,5 milhões de litros.
Miolo
www.miolo.com.br

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Bodegas Tagonius em breve no Brasil




Meninas e meninos,
Nada como começar uma quarta-feira de cinzas, com céu azul, novos vinhos, meu apartamento em pintura geral “quase” no término (o quase é que me assusta).
Faz alguns dias, fui ao Winet do Deco, a convite das lindas Patricia Nudelman e Caroline Brants da consultoria Vindima wine consulting , para degustar junto à amigos experts, e dar uma opinião profissional, os vinhos que estão chegando no Brasil da Bodegas Tagonius.
Gostei dos vinhos degustados.
Ainda que não tenhamos ainda preciso o preço que aqui receberão para a venda ao consumidor final, deu para perceber que esta bodega espanhola, nas proximidades de Madri, trabalha bem seu produtos, que, aliás, receberam de Robert Parker ótima pontuação.
Claro que ao meu paladar, os vinhos mais evoluídos como o Reserva que provei me chamam a atenção, mas, sempre me dirijo, quando procuro postar as novidades, aos vinhos que melhor expressam uma característica global, ou seja, que estejam mais de acordo com o paladar médio, incluindo-se aí aquela parcela de neófitos na nobre arte de apreciação dos vinhos.
O Tagonius Tinto Roble, se encaixa perfeitamente nas características que acima mencionei, um corte de Merlot, Syrah, Cabernet Sauvignon e Tempranillo, com aromas frutados lembrando ameixas, algo de mineral, aliás, característica dos demais vinhos degustados, sutil floral. Em boca boa acidez, confirma as frutas mais para compotas e geléias, talvez em virtude do estágio em madeira(60% carvalho francês e 40% americano por cerca de 6 a 7 meses), mais um estágio de descanso em garrafa, forma bem característica e tradicional de vinificar na Espanha. Corpo mais para denso, é um vinho que em virtude de sua boa acidez e corpo se presta bem para a gastronomia.
Vamos aguardar sua chegada, e assim que estejam por aqui, prometo que darei mais detalhes sobre a linha, que contempla um ótimo Syrah, e os Crianza e Reserva, que levam o mesmo corte, talvez com proporções diferentes.
Até o próximo brinde!

Álvaro Cezar Galvão

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Porque há em alguns vinhos a passagem por barris de carvalho?




Meninas e meninos,
Faz algum tempo, fui entrevistado por uma revista cujo tema principal é o vinho, sobre um das perguntas mais freqüentes que os seus leitores faziam.
Como em algumas palestras que dei ano passado, o tema foi recorrente, resolvi publicar, com alguns acréscimos, de uma maneira diversa de expor o tema, mas sem interferir no conteúdo, que na época não tive tempo(sempre este dead line a nos perseguir...), e preservando as perguntas que eram advindas das dúvidas dos leitores.
É breve, sem muito ar técnico que não é o caso, e creio, que servirá para muitos neófitos.
1) QUAL A FUNÇÃO DO BARRIL NO VINHO?


Em geral é para afinar o vinho que ainda não está pronto, está tânico, as vezes desequilibrado com o álcool, mas sempre será por pura opção do enólogo, que é o mágico que precisa “saber” como o vinho se comportará no barril com o tempo, e como ficará anos mais tarde. Pode ser também uma opção do enólogo para determinada safra, ou tipo de uva, ou até mesmo por legislação com há na Espanha, onde os vinhos Reserva, e Gran Reserva, obrigatoriamente passam, cada um deles, tempo mínimo bem determinado.
2) QUAIS A PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS QUE A MADEIRA DEVE TER PARA QUE O VINHO GANHE EM QUALIDADE? TEM QUE SER CARVALHO?


Primeiramente quero dizer que a qualidade do vinho independe da madeira. Se o vinho não tiver a qualidade adequada, não há madeira que o torne qualificado.
Temos vários tipos de madeira, em geral da família dos QUÉRCUS(carvalhos).Precisam transferir aos vinhos a oxigenação, já que através das paredes da madeira, porosas, há a troca de oxigênio. Também seus taninos bons, sempre seguindo a proposta do enólogo, além de transferir o que chamamos de aromas empireumáticos, que resultam do tostado da queima que todos os barris sofrem por dentro. Tostados todos os barris são, mas temos baixa, média, alta, e algumas intermediárias tostagens. Tostados nas tampas, ou sem estes, Depende também do tempo de permanência nos barris, pelos quais os vinhos que pretendem ser mais longevos, ficam afinando, pois os taninos e o oxigênio em micro doses, servem para dar mais consistência nesta longevidade esperada, conservando-os por anos.Vinhos para serem bebidos jovens nunca ou quase nunca passam por barris, e se passarem, o fazem por pouco tempo, as vezes somente na fermentação alcoólica.
3) POR QUE OS BARRIS MAIS CONHECIDOS SÃO DE CARVALHO FRANCÊS OU AMERICANO? SÓ NESTES LOCAIS PODEM SER ENCONTRADAS MADEIRAS ADEQUADAS, OU É UMA QUSTÃO DE TRADIÇÃO DA INDÚSTRIA? QUAIS OUTROS MERCADOS EXISTEM?

Carvalhos Franceses e Americanos são os mais conhecidos, mas os temos Russos, Belgas, Húngaros, Slavenos. Na verdade os temos em qualquer lugar que se plante e se cuide deles para este fim da tanoarias, que é a arte de se fazer barris. O que muda sempre são as características que cada madeira, diferentes entre si, transmitem aos vinhos, pelas diversas características de suas fibras, resinas, etc... Também mudam os preços, e claro, quanto mais raros, mais caros, sendo este o Francês o campeão.Se todas as vinícolas que dizem usar barris de carvalho francês novas, o fizessem, não teríamos mais nenhuma destas árvores para contar a estória.
4) DE QUANTO EM QUANTO TEMPO DEVEM SER SUBSTITUÍDOS OS BARRIS PARA GARANTIREM A QUALIDADE DOS VINHOS?

Repito que a qualidade não advém da madeira, claro que se esta for de má qualidade, ou usada de maneira inadequada, pode “desqualificar” o vinho, mas a substituição dos barris, depende da proposta que casa vinícola e enólogo, imprimem em sua linha de vinhos. Há os que somente usam barris novos, tendo, portanto que substituí-los todas as safras, mas há os que os usam mesclados com barris de 2º uso ou mais. Há as que só se utilizam de barris usados, por exemplo, 2º, 3º, 4º e mais usos, mesclados entre si ou não. Os vinhos do Porto Tawny, por exemplo, usam barris com muitos usos, alguns centenários.
Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Grand Tasting edição Especial Bordeaux Grand Cru Classé 2009



Meninas e meninos,
Meus amigos da Importadora Grand Cru pedem para avisar que uma magnífica e única oportunidade de degustação se aproxima.

Com a celebração dos 10 anos da Grand Cru, e em homenagem a Union des Grands Crus de Bordeaux (UCG), que estará no Brasil para uma degustação, a importadora detentora do maior portfolio de vinhos de Bordeaux da América do Sul, abre calendário de eventos comemorativos de seus dez anos no Brasil com degustação exclusiva de vinhos com até 100 pontos de Robert Parker ainda não disponíveis no mercado.
Vejam release:
Como forma de prestigiar a Union des Grands Crus de Bordeaux (UCG), que vem ao Brasil promover seus vinhos em reconhecimento à importância do consumidor brasileiro no mercado mundial, e em comemoração aos seus dez anos de atividades no Brasil, a importadora de vinhos Grand Cru, em parceria com a Casa da Fazenda do Morumbi, promoverá, no próximo dia 6 de marco (terça-feira), o Grand Tasting Edição Especial Bordeaux Grand Cru Classé 2009. Na ocasião, os clientes poderão degustar, com exclusividade, os rótulos da safra 2009 – eleita por muitos especialistas uma das melhores da história – de importantes chateaux de Bordeaux representados pela importadora no Brasil, muitos deles com notas entre 98 e 100 pelo crítico Robert Parker. É a primeira vez que um evento com os participantes da UCG acontece na América do Sul para o consumidor final.

Vejam alguns da listagem dos vinhos a serem apresentados na ocasião:
Chateaux Ângelus (96-100 RP), La Mondotte (95-98 RP), Saint Pierre (94-98 RP), Clos L'église (96-100 RP), Branon (96-98 RP) e Châteaux Léoville Poyferré (97-100 RP) são algumas das mais de 50 amostras disponíveis para degustação. Esses e os demais rótulos da feira devem estar disponíveis para venda no Brasil no segundo semestre do ano. Durante a feira, haverá também venda En Primeur da safra Bordeaux 2010.
O evento abre o calendário de atividades comemorativas da importadora, e acontece na Casa da Fazenda do Morumbi, das 19h às 22h. O investimento é de R$ 350 por pessoa e as vendas são feitas apenas antecipadamente.

Para esta edição, as vendas serão limitadas a 200 vagas.
Grand Tasting Edição Especial Bordeaux Grand Cru Classé 2009
Local: Casa da Fazenda do Morumbi – Avenida Morumbi, 5594
Data: 6 de marco de 2012 (terça-feira)
Horário: das 19h às 22h
Investimento: R$ 350 por pessoa
Informações e vendas: 3062-6388
RSVP: Louise Marie Jaillete




Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão