quinta-feira, 30 de junho de 2011

Senac São Paulo oferece bolsas de estudo.




Meninas e meninos,
Seguindo sempre minha orientação de escrever neste espaço sobre tudo o que nos proporcione prazer, tenho sempre em mente que o prazer maior, é o de poder ajudar ao próximo, seja divulgando alguma matéria ligada ao cultural, ao social ou à benemerência; gastronomia, vinhos e demais delicias são sempre melhor aproveitadas quando todos estão bem, esta é a verdadeira arte da harmonização:HARMONIZAR-SE.
Pois vejam o que a minha linda amiga Luciane, que já não vejo faz tempo, mas está sempre em meu coração, me mandou sobre o SENAC, este parceiro de sempre.

O Senac São Paulo oferece bolsas de estudo em cursos técnicos e livres que variam de 50 a 100%.
Os cursos abaixo, ofertados no Senac Nações Unidas, estão com vagas disponíveis e são 100% gratuitos,com inscrições até 1º/07
Saiba mais sobre cada um deles nos enderços eletronicos do SENAC
. Assistente em Logística Empresarial
. Assistente em Recursos Humanos
. Técnico em Administração
. Técnico em Logística
. Programa de Educação para o Trabalho - Novas Conexões
Como se candidatar para conseguir uma bolsa de estudos?
É necessário ter renda familiar per capita de até dois salários mínimos (R$ 1.090,00) e não estar participando de outros processos em unidades do Senac São Paulo.
Acesse www.sp.senac.br/bolsasdeestudo e obtenha mais informações sobre a Política de Concessão de Bolsas de Estudo.
Senac Nações Unidas *
Av. Eng. Eusébio Stevaux, 823 - Santo Amaro.
São Paulo/SP
Tel: (11) 5682-7300
Tel: (11) 5682-7300
nacoesunidas@sp.senac.br


Obs- O Senac Nações Unidas está localizado no mesmo endereço do Centro Universitário Senac - Campus Santo Amaro
Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Herdade do Esporão lança linha de azeites Alentejanos.



Meninas e meninos,
Hoje em dia todos sabem, ou ao menos já ouviram falar, dos benefícios que o azeite de olivas(aqui cabe uma explicação do porque do plural olivas, e é uma homenagem sincera deste que vos escreve ao seu padrinho ilustre Silvio Lancellotti, que sempre disse não termos azeite de uma oliva, mas de olivas)pode nos proporcionar, pois bem, a grife Herdade do Esporão, tradicional nos vinhos,vem trazendo ao Brasil sua linha de azeites, e que as lindas amigas da Tema, que assessoram a Herdade do Esporão e Qualimpor me mandam release, depois da prova que fiz semanas atrás.
Herdade do Esporão
É hoje referência nacional e internacional na produção de vinhos e azeites de excelência. Situada no coração do Alentejo, a vinícola com 600 hectares de vinhas, abraçada por uma enorme barragem, apresenta uma combinação de uma geologia de exceção, granitos e xistos, conjugada com condições climáticas singulares. O resultado é uma enorme variedade de aromas e texturas que podem ser encontradas nos seus vinhos.
Com as oliveiras, os mesmos critérios de excelência se dão, e sua linha de azeites, mostra isto.
Eu gostei de todos, mas muito dos varietais Galega e Cordovil, além de se apresentarem em cascos escuros, o que proporciona uma menor oxidação pela ação da luz.
Vejam:
O azeite não é somente um tempero para saladas. Ele integra, personaliza e identifica um prato: pode ser usado para cozinhar, fritar, degustar e acompanhar refeições. Além disso, a cada dia há novas descobertas de seus benefícios para a saúde, longevidade e beleza. Considerado a melhor gordura natural, a gordura do bem, ele é item essencial em qualquer cozinha.
Os azeites da Herdade do Esporão são o resultado de um verdadeiro sumo de azeitonas: 100% alentejanos, 100% puros, sem aditivos ou misturas. Produzidos a partir de azeitonas dos melhores olivais alentejanos, todos eles são extra virgem, produzidos por meio de métodos naturais e extraído a frio. Atualmente, o Esporão é uma referência nacional e internacional da produção de azeites.
São cinco tipos: Extra Virgem Selecção, Extra Virgem Galega, Extra Virgem Cordovil, Extra Virgem Dop Moura e Extra Virgem Herdade do Esporão. Importados exclusivamente pela Qualimpor
QUALIMPOR – importação e exportação:
SAC: 0800-7024492
Rua Antônio das Chagas, 529 – Brooklin
www.qualimpor.com.br

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão


terça-feira, 28 de junho de 2011

Hotel Holiday Inn em São Paulo ofereceu festival gastronômico de New Orleans



Meninas e meninos,
Quando recebi o convite para jantar no Restaurante Camauê, localizado no Hotel Holiday Inn Parque Anhembi, maior hotel da América Latina, vislumbrei uma oportunidade de retornar ao local onde faz alguns anos, poucos, lá estive com uma turma da pós-graduação em gastronomia do Senac, para ministrar-lhes palestra sobre harmonização e conhecer a cozinha e o funcionamento do hotel.
Desta vez, a cozinha estaria ao encargo de outro chef, um convidado especial, Klaus Happel, responsável pelo cardápio do hotel Intercontinental de New Orleans, com o primeiro “Taste Of New Orleans” - festival Gastronômico da cidade de New Orleans, conhecida por sua música e culinária, esta cidade do sudeste do estado da Louisiania se tornou um destino turístico mundialmente famoso graças aos seus vários festivais. Dentre eles vale citar o Mardi Gras, que é considerado o mais visitado carnaval dos EUA, Jazz Fest, Southern Decadence e Sugar Bowl (Festival de Campeonato de Futebol Americano)..
Muito Jazz e muita cultura norte americana desembarcaram em São Paulo no inicio deste mês, e aproveitei para provar iguarias como a carne de jacaré ensopada ao molho picante, o feijão vermelho com arroz e paios.
Para harmonizar com estas gastronomias mais picantes, preferi dentre os vários vinhos da carta, um Chileno do Vale do Rapel, da uva Cabernet Sauvignon, com boa acidez e corpo para fazer frente à gastronomia, o Santa Alvara Cab Sauvignon 2009 com 13,5% de álcool.
Vinho da famosa Casa Lapostolle, não desapontou, apesar da dureza do embate.
Com o ensopado de jacaré ao molho picante saiu-se muito bem, e para o feijão também, mas é claro que alguns outros pratos do vasto bufe não eram para ele.
Vinho com frutas frescas no olfato, algo vegetal, nada daquele mentol ou eucalipto, longo e apimentado(pimenta do reino) em boca.
O festival já acabou, mas vale uma visita ao restaurante.
Hotel Holiday Inn Parque Anhembi
Rua Professor Milton Rodrigues, 100, Santana – São Paulo.
11 2107-8825

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Conheça Vinhos, um livro de amigos que conhecem vinhos.



Meninas e meninos,
Vem aí mais um livro do amigo Ivan Santos, desta feita em parceria com ninguém menos do que Dirceu Vianna, o único brasileiro a exibir o título de Máster of Wine.
Dirceu, um paranaense que reside no Reino Unido faz algum tempo é um dos poucos a ostentar este título, somente 280 Masters Wine há no mundo, em parceria com Ivan Santos, um engenheiro como eu, que já publicou pela Editora Senac São Paulo, os títulos: Vinhos, o essencial; O Essencial em Cervejas e Destilados, em coautoria com Robert Dinham; e Comida e Vinho: harmonização essencial, em coautoria com outro bom amigo, José Maria Santana vêm agora nos mostrar como e porque o vinho é esta encantadora bebida fermentada, nos auxiliando na escolha dos rótulos, as variedades de vitis viniferas, como escolher o vinho em harmonizações enogastronomicas e como servi-los adequadamente.
Para saber mais, somente adquirindo o livro que será lançado em Julho na livraria Cultura do Conjunto Nacional.
Vejam abaixo:
Guia sobre a bebida mostra as principais técnicas de fabricação, variedades e história, além das formas de saboreá-la e harmonizá-la.O lançamento acontece dia 6 de julho, quarta feira, às 19 horas, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional.
Conheça Vinhos
Autores: Dirceu Vianna Junior e José Ivan Santos
Editora: Senac São Paulo
Preço: R$ 70
Número de páginas: 276
Lançamento: 06/07/11
das 19 horas às 21h30
Livraria Cultura Conjunto Nacional – Av Paulista, 2073.
Saúdo meus amigos Dirceu e Ivan pela obra.
Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

quarta-feira, 22 de junho de 2011

A estrela Etrusca marca os vinhos do Castello Del Terriccio



Meninas e meninos,
A Toscana é emblemática por seus vinhos e paisagens, e Maremma, na costa Toscana acolhe uma vinícola que se situa em uma propriedade de tamanho incomum para os padrões Italianos.
Com a presença de duas lindas Sales Manager da vinícola, Carolina Metelli e Giuliana Cavaza, um pouco da história da vinícola foi contada.
Em 1700 ha, o Conde Serafini Ferri, começou a história, hoje levada adiante e incrementada por Gian Annibale Rossi di Medelana Serafini Ferri, um nome quase tão grande quanto a extensão da azienda. A vinícola em 6o ha de vinhas, restando do total, 800 ha cultivados com cereais e ainda sobram cerca de 900 ha de matas.
Carlo Ferrini, seu enólogo consultor desde1993, é de reconhecida competência e respeitado no meio, trouxe uma identidade própria à este terroir único Toscano de proximidade não maior que 2 Km do mar.
Sua cultura de vinhas é orgânica, embora não certificada e adotam o uso de barris de carvalho Francês, de Allier, em alguns dos vinhos os usados, em outros variam de 50% a 100% novos.
Outro método usual, é que todas as variedades são fermentadas e maturadas em separado, depois é que o corte se faz. tendo uma produção total de cerca de 200.000 gf/ano.
Provei 4 de seus vinhos:
1-Capannino Sangiovese IGT 2007, que leva em corte um pouco de Cab Sauvignon, Merlot, Cab Franc e Petit Verdot, passando 6 meses em carvalho e com 13,5%, ótimo frutado e floral(rosas) no olfato, confirmando frutas, em boca e acidez ótima para gastronomias várias.
2-Castello Del Terriccio Syrah; Mouvedre; Petit Verdot IGT 2004, vinho espetacular, elegante, equilibrado em 14% de álcool, acidez e taninos, frutas, mentolado, algo balsâmico e sutil charcutaria(talvez a influència marítma).
3-Lupicaia 2004, corte de Cab Sauvignon(85%); Merlot(10%) e Petit Verdot, com chocolate, frutas em geléia, acidez muito presente dando-lhe vida, taninos macios e presentes, espetacular.
Mas, o que posso dizer sem medo de errar, que todos são excelentes, e só mesmo a preferência pessoal, até tendo que apelar pela razão preço X qualidade, é que pude dizer ter gostado mais do: 4-Tassinaia Sangiovese; Cabernet Sauvignon; Merlot IGT 2005 uvas em proporções iguais.
Frutas e floral, café torrado, açúcar caramelado, algo vegetal e pimenta se mostram no olfato, confirmando o caramelo, as frutas o café em boca.
Equilibrado em acidez e álcool, 13,5%, é o que mais abriu em aromas durante o tempo em taça, aliás, todos os vinhos, aconselho decantar por ao menos uma hora, pois ganham muito com a aeração, mesmo os mais simples, se é que posso assim chamá-los.
Quem importa os vinhos a Mistral
www.mistral.com.br

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

terça-feira, 21 de junho de 2011

Vinos de España com Chozas Carrascal

Meninas e meninos,
Este mês que ainda não findou, nos proporcionou o contato com muitos vinhos da Espanha, em duas degustações muito boas, organizadas com a assessoria da Cristina Neves.
Uma delas, a mais geral, onde tivemos vinhos vindos de muitas regiões e denominações, a Bodega Chozas Carrascal me mostrou dentre outros, dois vinhos interessantes.
Um Cava e um Muscat Doce Natural do Languedoc.
O Cava, um espumante da D.O Cava, muito gostoso e frutado, com boa acidez, fácil de gostar, tem o corte onde predominam a Chardonnay e a Macabeo.
Bom mousse, perlage bem fino e constante, aromas de maças verdes, algum toque de limão Siciliano(da casca) e floral.
Persistência média traz no palato o tostado, o fermento de pão tão desejado.
Cerca de 20% dos vinhos passam por estágio em barris de carvalho Francês de 2º uso por poucos meses, ainda separados, e quando se faz o corte, não ficam menos do que 15 meses descansando sobre as borras, antes da degola, onde nada de açúcar é colocado, obtendo um Cava Brut Nature Reserva.
Para harmonização, peixes, ostras e mariscos, além de ceviches, saladas e queijos.
O Muscat, AOC Saint Jean de Minervois vem da Muscat Petit Grain, sendo um Vinho Doce Natural, com cerca de 120gr de açúcar, e com 15% de álcool, bem equilibrados com ótima acidez.
Aromas florais(mel), cítricos, longo e untuoso em boca, pede imediatamente uma gastronomia com doces e também com salgados.
Um toucinho do céu, tortas de amêndoas, queijos de mofo azul, alguns mais gordurosos todos serão bem vindos.
Quem importa estes vinhos é a RPM Trading Com Imp & Expot Ltda
R.Joaquim Nabuco, 47 cj 36.
São Paulo- SP
11 5531-3034
Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

segunda-feira, 20 de junho de 2011

O dia em que a uva Sangiovese domou os feijões da dobradinha



Meninas e meninos,
Quando me prontifiquei a fazer parte da confraria Taninos no Tucupi, foi para quebrarmos tabus e paradigmas estabelecidos.
Nossa confraria, somente com pratos típicos da gastronomia Brasileira, tem a finalidade de formar idéias e noções enogastronômicas, com nossos temperos, nossas iguarias e sabores, que quase nunca estão contempladas em compêndios sobre as harmonizações.
Claro, com nossa colonização européia, sobretudo a Portuguesa, temos muito em comum nas nossas cozinhas, mas, devemos observar os regionalismos e práticas gastronômicas particulares de nosso imenso território, tanto em extensão, como em diversidade.
Na última e divertida incursão, sempre com a gastronomia aos cuidados de nossa amiga e mestra Mara Salles, do Tordesilhas, sempre acompanhados de perto, aliás, um dos confrades, o Ivo Ribeiro, tivemos à mesa a famosa dobradinha, chamada em Portugal de Dobrada à Moda do Porto, nome que tem uma história heróica e comovente, pois o povo começou a comer só as tripas, deixando as carnes para os soldados que lutavam na batalha pela conquista de Ceuta.
Depois ficou sendo só o bucho dos animais, especialmente dos bovinos.
Na tradicional dobradinha Brasileira, costuma-se acrescentar feijão branco, costelinha de porco salgada, linguiça e cenoura, além do bucho, e é acompanhada de arroz branco.
Pois fomos à luta, e garanto, que mesmo aqueles que diziam não comer a tal da dobradinha, “lamberam os beiços”, como se diz na linguagem coloquial, e até mesmo, programaram, e já cumpriram, outra incursão ao Tordesilhas, para sem a necessidade de harmonizar com vinhos, se fartarem com a iguaria.
Para abreviar, pois estas degustações são sempre motivo de vários posts, vou dizer sobre a minha impressão, e que foi confirmada: Gosto de feijão é com vinhos tintos.
Já harmonizei com vinhos brancos, mas os prefiro rubros, e com taninos domados, boa dose de acidez, e com álcool comportado.
Juntando a dobradinha, pensei na mesma linha, só acrescentei ao vinho mais um quesito, o de que não fosse por demais alcoólico, e tivesse seu frutado bem equilibrado.
Levei um Brunello Di Montalcino Camigliano 1996, 13% de álcool, vinho com idade para ter seus taninos bem domados, e a uva, a Sangiovese Grosso, ou Brunello, ainda com bastante acidez para encarar a textura da dobradinha, e do feijão.
Bem, digo que foi um espetáculo a junção dos dois, tivemos aquela matemática onde 1+1= 3, ou seja, a soma, o produto final é maior do que os fatores isolados.
Outro vinho que agradou, aliás, foi o vencedor com diferença mínima de pontos, e que também foi uma grata surpresa, um Português o Vale da Mina 2006, com Castelão, Tricadeira e Aragonês, levado pelo amigo Everaldo Santos do Dona Veridiana.
Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão