Meninas e meninos,
Faz algum tempo que me tornei fã de alguns dos vinhos que o Pão de Açúcar importa com exclusividade, e dentre estes os da Bodegas Pinord, que vinifica os rótulos Clos de Torribas.
Provei o Clos de Torribas Tempranillo Crianza 2006, e o achei muito correto, e de ótima relação preço X qualidade.
Agora meus amigos do grupo me informam sobre o Cava Clos de Torribas, que degustei recentemente, igualmente o achei correto e elegante, e o Cava já está disponível nas prateleiras.
Vejam:
Com a proximidade do Natal, as gôndolas da rede Pão de Açúcar se preparam para a data festiva recheadas de opções da bebida favorita da época: o espumante. Dentre os lançamentos para este final de ano, estão a Cava Clos de Torribas (750ml), espumante espanhol produzido com o mesmo método dos Champagnes. O Grupo Pão de Açúcar possui exclusividade de comercialização da marca no Brasil e a traz pela primeira vez ao país nos tipos Demi Sec e Brut. O preço sugerido é de R$ 30.
Elaborado com os varietais típicos dessa denominação, Macabeo, Xare-lo e Parellada, de coloração palha claro, o Cava Brut Clos de Torribas apresenta aromas cítricos delicados. “No paladar, é um espumante com ótimo final. Sua agradável refrescância se deve a acidez muito equilibrada. Queijos delicados e presunto cru são grandes companhias para essa cava”, explica o enófilo e consultor de vinhos do Pão de Açúcar, Carlos Cabral.
Já o Cava Demi Sec Clos de Torribas é elaborado com os varietais Macabeo, Xare-lo e Parellada. O resultado é um cava de coloração palha clara com notas douradas e aromas remetendo a frutas cítricas frescas, com notas delicadas de flores. “O açúcar está muito bem equilibrado com a acidez. Queijos servidos com geléia de frutas amarelas ou presunto cru com melão, são ótimos acompanhantes”, ensina Cabral.
Até o próximo brinde!
Álvaro Cézar Galvão
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
PÃO DE AÇÚCAR TRAZ CAVA EXCLUSIVO PARA O FINAL DE ANO
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Produtores afetados por temporal de granizo pedem auxílio ao governo federal.
Dando continuidade ao triste relato que iniciei sábado sobre os estragos em nossa produção vitícola no sul do país, como deixei dito, haveria uma reunião neste Domingo, e depois da triste foto do post anterior, vejam quanto granizo caiu, e saibam o que foi exarado da reunião emergencial:
Prejuízos afetaram nove municípios da Serra Gaúcha e cerca de 2 mil agricultores, a maioria viticultores.
O temporal de granizo que caiu na noite da última quarta-feira (14) na Serra Gaúcha atingiu 2 mil produtores rurais. O balanço dos prejuízos foi feito na manhã deste domingo (18) na Prefeitura Municipal de Caxias do Sul, em reunião convocada pelo secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Caio Rocha, com lideranças do setor vitivinícola, sindicatos e secretários municipais da agricultura. O relato com imagens sobre os estragos causados pela intempérie alarmou o representante do Mapa. “Vamos marcar uma reunião com o ministro imediatamente em Brasília, antes do Natal, para vermos como podemos agir para ajudar os produtores”, disse. “Vamos atuar na maior urgência possível”. Caio Rocha pediu que no encontro com o ministro da Agricultura Mendes Ribeiro Filho seja apresentado um relatório detalhado da situação de cada produtor atingido pela chuva de granizo. “Pela dimensão do que ocorreu, temos de tratar dos problemas de forma individualizada”, ressaltou.
Segundo o diretor-executivo do Ibravin (Instituto Brasileiro do Vinho), Carlos Raimundo Paviani, muitos viticultores tiveram perda total. “O pior é que muitos parreirais terão de ser replantados, o que afetará a produção não só deste ano, mas dos próximos”, alertou. O pedido das lideranças presentes é que as dívidas de financiamentos dos produtores atingidos pela chuva de granizo sejam zeradas. Além disso, foram solicitadas medidas que ajudem na sustentação dos produtores. Também foram solicitados mais recursos para o Seguro Agrícola e um projeto de apoio à colocação de telas para proteção dos vinhedos. “Tratamos basicamente de dois temas no encontro: como atender os produtores atingidos e como evitar que perdas como esta aconteçam no futuro”, relata Paviani.
Um dos assuntos levantados na reunião foi o desestímulo dos jovens em permanecer na propriedade. “É mais um forte baque na sucessão rural, um problema que já afeta 60% das propriedades na serra gaúcha”, comentou Raimundo Bampi, do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Caxias do Sul.
A Emater-RS estima que cerca de 80% dos parreirais atingidos pela forte chuva de granizo tiveram perda total. Em Flores da Cunha, 20 milhões de quilos de uva foram perdidos. “Isso representa em torno de 20% da produção de uva do município, o segundo maior produtor de uva do Rio Grande do Sul”, disse o presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Flores da Cunha e Nova Pádua, Olir Schiavenin. Em Bento Gonçalves, aproximadamente 500 hectares foram afetados. Em Caxias do Sul, calcula o prefeito José Ivo Sartori, os prejuízos podem alcançar R$ 25 milhões devido ao temporal com granizo, que afetou 1.200 pessoas em torno de 300 propriedades.
Além de Flores da Cunha, Caxias do Sul e Bento Gonçalves, os danos atingiram produtores de Farroupilha, Nova Pádua, Pinto Bandeira, Cotiporã, Nova Roma do Sul e Veranópolis. A deputada estadual Maria Helena Sartori (PMDB) acompanhou a reunião.
Crédito da foto: Prefeitura de Flores da Cunha
Até o próximo brinde!
Álvaro Cézar Galvão
sábado, 17 de dezembro de 2011
Mapa avalia perdas na safra de uva neste domingo em Caxias do Sul
Infelizmente pelas notícias veiculadas, temo que a safra vitícola tenha uma perda grande, em plena florada, quando surgiu o granizo.
Vejam:
Prejuízos da chuva de granizo que atingiu municípios da região da Uva e do Vinho serão avaliados em reunião entre lideranças do setor vitivinícola e o secretário de Política Agrícola do Mapa, Caio Rocha.
Os prejuízos com a chuva de granizo que atingiu a região da Uva e do Vinho na última quinta-feira (15) serão avaliados neste domingo (18), às 10 horas, na Prefeitura Municipal de Caxias do Sul, pelo secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), o gaúcho Caio Tibério Dornelles da Rocha. Na ocasião, segundo o Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), lideranças do setor vitivinícola apresentarão um relatório sobre as perdas sofridas com a intempérie. O diretor-executivo do Ibravin, Carlos Raimundo Paviani, diz que Caio Rocha vai avaliar a situação para tomar as medidas cabíveis de apoio aos produtores. Conforme informações dos técnicos da Emater-RS, cerca de 80% dos parreirais atingidos pelo granizo tiveram perda total. Também serão analisados os estragos nas lavouras de frutas como pêssego, ameixa, entre outras, com presença de secretários municipais de agricultura dos municípios da região. A forte chuva de granizo durou somente 10 minutos, o suficiente para danificar vinhedos em Flores da Cunha, onde o gelo que se formou no chão parecia neve, Caxias do Sul, Farroupilha, Nova Pádua, Bento Gonçalves, Pinto Bandeira, Cotiporã, Nova Roma do Sul e Veranópolis. O presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Flores da Cunha e Nova Pádua, Olir Schiavenin, afirma que os municípios mais atingidos foram Flores da Cunha e Caxias do Sul. “Os cálculos iniciais apontam uma perda de 15 milhões de quilos de uva somente em Flores da Cunha”, informa. O montante é cerca de 15% da produção de uva de Flores da Cunha, o segundo maior produtor de uva do Rio Grande do Sul.
Na foto, vinhedo em Flores da Cunha
Crédito da foto: Prefeitura de Flores da Cunha
Até o próximo brinde!
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Cerveja Colorado Vixnu
Minha linda amiga Cris Bielecki, assessora da Colorado, me enviou a notícia da agora registrada cerveja Vixnu, uma IPA Imperial(India Pale Ale).
As Ale são de alta fermentação, lembram-se?
As Pale Ale, são mais claras, um pouquinho mais alcoólicas que a maioria das Lager(baixa fermentação).
AS índia Pale Ale ou IPA, dentre ela a já conhecida Colorado Indica, levam mais lúpulo, o que de certa maneira resulta em procedimento de conservação da cerveja, além do característico amargor.
Vejam:
Em 2010, os mestres cervejeiros Patrick Zanello e Matt Brynildson (Firestone Walker) fizeram uma receita colaborativa seguindo a linha da receita original da já famosa Indica. Realçando maltes e lúpulos na receita criaram uma IPA Imperial, que foi chamada de Double Indica, e que agora foi batizada como Vixnu. A receita final foi afinada pela equipe cervejeira da fábrica, junto com as opiniões que sempre são ouvidas dos consumidores e especialistas. A cerveja Vixnu não será pasteurizada e terá toda sua cadeia refrigerada, desde a fábrica, transporte, distribuição até o ponto de venda. Tudo isto para preservar os aromas e os sabores dos lúpulos americanos utilizados na sua fórmula. “Esta cerveja é para quem gosta muito de malte, rapadura e lúpulo. Se você procura uma cerveja aguada, simples e rápida de tomar, não vai encontrá-la nesta garrafa. Por outro lado se você gosta de cervejas extremas vai gostar muito desta IPA Imperial lotada de aromas de cítricos e maracujá, de um belo corpo maltado e amargor agradável e persistente. Vixnu, extrapole com moderação”, diz Marcelo Carneiro da Rocha, proprietário da Cervejaria Colorado.
Nome: Colorado Vixnu (leia-se vishnu), na mitologia hindu, Vixnu (também Vixenu; em hindi विष्णु, transl. Vishnu, da raiz sânscrita vishva, "tudo"), juntamente com Shiva e Brahma formam a trimúrti, a trindade hindu, na qual Vixnu é o deus responsável pela manutenção do universo. Estilo: IPA Imperial Álcool: 9,5% (ABV)
IBU 75-medida de amargor
Cor: Acobreada, levemente avermelhada
Espuma: Cremosa e persistente, forma a conhecida “teia de aranha”
Ingredientes:
Água (Aquífero Guarani)
Maltes: Pilsen e Caramunich I
Rapadura
Lúpulos: Galena, Cascade, Simcoe, Amarillo e Citra.
Dry Hopping
Leveduras: Nottingham/ALE
Cervejaria Colorado
www.cervejariacolorado.com.br
Álvaro Cézar Galvão
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Novos vinhos da Vinho Sul
Meninas e meninos,
Uma nova série de rótulos de novos vinhos chegaram à vinho Sul, e foram apresentados em um almoço para grande parte dos jornalistas especializados.
R. Pouillon e Fils – Em Village de Mutigny, o até então experiente
produtor de uvas Roger Pouillon inicia, em 1947, a sua produção de
Champagne. Impulsionado e apoiado por Louis Baulant, excelente
enólogo da região e seu tio, Roger, viu seu negócio crescer e atingir uma qualidade inquestionável, prova disso: Seus Champagnes estão
presentes nas principais lojas e restaurantes, em um dos mercados mais difíceis; a própria França.
Os Champagnes R.Pouillons & Fils nas versões Carte Blanche 1ªCru Brut, um Blanc de Blanc; o Cuvée de Reserve Brut, corte tradicional com 70% Pinot Noir; e partes iguais de Chardonnay e Pinot Meunier, o espetacular Fleur de Mareuil Nature 1ª Cru, corte de partes iguais de Chardonnay e Pinot Noir.
H. Cuvelier e Fils – Criada por Henri Cuvelier em 1804, essa importante vinícola avança por Bordeaux e tem em seu portfólio Grands crus e Crus Bourgeois. Atualmente a frente da vinícola está Olivier Cuvelier, responsável por fazer vinhos como Château La Croix Saint Estephe serem apreciados mundo afora.
Degustei o Gulliver AOC Bordeaux 2008 e o L’Orangerie de Ferran 2008 um ótimo AOC Pessac Leognan
Benoit Valerie Calvet & Jacques Lurton– A jovem vinícola fundada em 1985 na
região de Bordeux iniciou suas atividades também comercializando
grandes nomes da região até lançar seus primeiros vinhos em 1987.
Desde o final dessa da década de 1990 a empresa não parou de
crescer, tanto em oferecer seus vinhos produzidos, quanto ofertando ao mundo vinhos da região.
Com dois vinhos, um Bordeaux Supérieur AOC 2009 e o que mais me chamou a atenção, o delicioso Sancerre 2010 AOC do Loire.
100% Sauvignon Blanc com 12,5% de álcool muito equilibrado com a acidez, sem passagem por madeira, fresco, agradável, mineral, cítricos de lima da Pérsia, fruta branca como Abricot, longo, acidez ótima para harmonizações, lembrei logo de algumas entradas com camarões, lulas e mariscos, um Ceviche, ostras, massas à base de molhos lácteos e queijos de cabra.
Não parei de degusta-lo um minuto sequer, vinho indicado para as festas de final de ano, onde entradas frias serão regaladas com sua presença.
Vinho Sul
www.vinhosul.com.br
Álvaro Cézar Galvão
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Pirarucu Salgado ao Molho de Cebolas, Tomates, Pimentão e Leite de Coco, acompanhado de Viradinho de abobrinha Brasileira e banana-da-terra assada.
Meninas e meninos,
Para falar um pouco mais desta nossa última degustação do Taninos no Tucupi, onde harmonizamos vinhos com gastronomia Brasileira, este título extenso, foi o prato principal de nosso encontro.
Muitos foram os vinhos que se harmonizaram bem, mas alguns foram destaque, segundo minha impressão, que não necessariamente expressou a soma de pontuação coletiva.
Como vinhos exclusivamente, sem harmonia um Livio Felluga Terre Alte 2003 da Mistral, que o amigo Tagliari levou. Estava já declinando, mas ainda cheio de aromas e gostos, não foi um vinho unanime, há de se entender gostos pessoais, e um Prado Rey 2009 que o Ivo levou, rosado de primeira linha, e como sou fã destes vinhos, nem preciso dizer o quanto agradou.
Mas para mi, o vinho que harmonizou por completo com o prato foi o Herrenweg de Turckein Riesling 1998, um Alsaciano da Expand. Ótimo, mineral, ainda com sutil floral apesar da idade e boa acidez.
Com o mineral expressivo, boa acidez, o doce floral, a meu ver, foi complemento importante para a textura do peixe, da “gordura adocicada” do leite de coco, e a extraordinária crocância da farofa ou viradinho.
Quem ganhou como harmonização, foi como disse na postagem anterior sobre o tema, o Casa Lapostolle Cuvée Alexandre 2008 Chardonnay, mas realmente quem ganhou fomos nós, mais uma vez com a experiência fantástica. Harmonia entre gastronomia, amizade, bons vinhos... vejam
Até o próximo brinde!
Álvaro Cézar Galvão
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Languedoc Roussillon tem muito a mostrar em gastronomia e vinhos
Falar de uma região Francesa sempre dá muito prazer, falar do Languedoc Roussillon, não é menos prazeroso, mas de difícil escolha do texto, porque são tantos e tão bons os vinhos da região, que torna mais difícil a tarefa.
Como grande apreciador dos Limoux, espumantes que são anteriores ao Champagnes, vejam:
http://divinoguia.blogspot.com/2011/05/blanquette-de-limoux-jean-babou-bom-ate.html
Muitos são os produtos culinários e especiarias da região como as Tapenade sempre com azeite de olivas, que podem conter alcaparras, anchovas, e a maceração de azeitonas.
As deliciosas castanhas confitadas, também conhecidas como Marron, daí o nome marrom glacê, para o doce de castanhas tão apreciado.
Mas os vinhos, estes são de uma variedade e número de deixar qualquer enófilo enlouquecido.
Além dos Limoux e dos VDN, que já citei e dos quais sou fã inveterado, alguns dos mais frescos e deliciosos roses provêm do sul da França.
Com muitas cepas como Muscat, Mouvèdre, Grenache, Syrah, Carignan, além das Merlot, Cab Sauvignon e Chardonnay, o clima e solo Mediterrâneos, produzem tipicidade e mineralidade, levados aos vinhos, tornando-os vinhos fáceis de se gostar.
Languedoc Roussillon, é a maior e mais importante produtora de VDP(vin de pays), assim rotulada pela facilidade com que esta denominação regional, menos rigorosa que as AOC, pode favorecer assemblages e vinificações. A VDP confere maior estatus do que o mais simples VDT (vin de table)
Um rose delicioso é o Rose de l’Hortus 2009, um assemblage de 61% Syrah; 23% Mouvèdre e 16% Grenache, e 13% de álcool, este vinho é um Coteaux Languedoc. Vinho Rose de Saignée, ou seja, as cascas são “machucadas” levemente para que ao “sangrarem” levem um pouco da coloração das mesmas ao mosto.Muito fresco e com boa acidez, aromas de frutas vermelhas mais frescas, confirmadas em boca e um floral deliciosos, além da mineralidade. Eu, que sempre procuro harmonizar os vinhos com gastronomias, degustei-o com um peixe bem leve, um linguado com ervas.
Um tinto da apelação Cotes de Thongue, o Le champ du Coq 2010, 60% Grenache 40% Syrah, já mais robusto, 13,5% de álcool, taninos ainda se mostram, longo, aromas de especiarias, frutas mais maduras e doces, as especiarias da Syrah presentes, para este vinho pensei em porpetas ao sugo, apesar da origem italiana, com arroz integral, e digo que ficou muito bom.
Mas um vinho que me apaixonou, deixando doce lembrança foi o Muscat de Rivesaltes 2006 Domaine Cazes com 15% de álcool.
Aromas florais a mel, frutas adocicadas, apesar da safra mais antiga, cor ainda bem clarinha que não denota a idade Em boca acidez impecável, longo sem ser enjoativo devido à acidez, degustei-o com um queijo gorgonzola já mais curado que tinha na geladeira, e ficou espetacular.
Também com sorvetes de frutas e salada de frutas fica ótimo.
Abaixo as apelações da região
AOC du Rhône
AOC Languedoc
AOC Coteaux du Languedoc
AOC Clairette du Languedoc
AOC Faugères
AOC Saint Chinian
AOC Minervois
AOC Minervois la Liviniere
AOC Cabrades
AOC Malepère
AOC Limoux
AOC Corbières
AOC Corbières Boutenac
AOC Fitou
AOC Maury
AOC Côtes du Roussillon et Villages
AOC Muscats du Languedoc Roussillon
AOC Rivesaltes
AOC Banyuls
AOC Collioure
AOC Côtes de Thongue
Os vinhos degustados foram na ordem:
De la Croix
http://www.delacroixvinhos.com.br/
http://www.cavejado.com.br/
http://www.mistral.com.br/
Álvaro Cézar Galvão




