quinta-feira, 1 de julho de 2010

Alambre 20 Anos Moscatel de Setúbal D.O.C.

Meninas e meninos,
Na Grande Degustação de Vinhos Portugueses, os vinhos de sobremesa, os fortificados, sempre me aguçaram os sentidos.
E um dos vinhos que me agradou muito é o Alambre 20 anos Moscatel de Setúbal D.O.C de um produtor nosso velho conhecido, o José Maria da Fonseca, o mais antigo produtor de Moscatel de Portugal, e sim, antes que surjam dúvidas, aquele mesmo, que já foi motivo de uma matéria minha em Abril, sobre um outro de seus vinhos, que não o mais famoso dentre nós, o Periquita.
Quem me mostrou este belo vinho foi a linda Sofia Parada, que é da Inovini, a importadora que trás os vinhos da JMF.
O Alambre é composto com no mínimo 70% de uvas da casta Moscatel, e um assemblage das castas Arinto, Malvasia e Boais.
Resultado de um blend 20 de safras em que a mais nova tem 20 anos e a mais antiga cerca de 80 anos, este vinho é produzido a partir de vinhedos plantados na Península de Setúbal sobre solo argilo-calcário. Após a chegada das uvas na adega o grau alcoólico potencial é analisado de maneira que a adição de aguardente vínica seja efetuada no momento ideal, para que a fermentação pare e a quantidade de açúcar residual seja aproximadamente de 90g/l, com um teor de álcool em torno de 18%. Seguindo a tradição da casa, após a fortificação com aguardente vínica, o vinho permanece em contato com as cascas (que estavam presentes durante a breve fermentação alcoólica) durante 5 meses mais. Por fim, o vinho amadurece em tonéis de carvalho durante 20-40 anos.
No olfato, os figos e frutas secas se sobressaem, sendo confirmados em boca estas frutas e com um corpo poderoso, e ao mesmo tempo macio e aveludado.
Acidez presente, que não o deixa cair em monotonia, apesar da quantidade de açúcar residual, e com bom teor alcoólico(17,5%) para estes tipos de vinhos.
Para harmonizações, um bom queijo curado, até mesmo o famoso queijo Serra da Estrela não ficará mal, tortas e bolos de amêndoas e de outras frutas secas, doçaria portuguesa com base em ovos, e talvez um chocolate com bom teor de cacau.
Há os que admiram o Alambre para depois do café e um bom charuto.
Experimentar para ver.
Quem importa é a Inovini
11 3623 2288

http://www.inovini.com.br/
Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

quarta-feira, 30 de junho de 2010

VINHO & SAÚDE


Meninas e meninos,
Quem já era adepto de um bom vinho nas décadas de 70 e 80, sabe que os vinhos brancos Brasileiros eram numerosos e bons, guardadas as devidas proporções, no que concerne ao aprendizado globalizado, novas tecnologias, escolas etc...
A Embrapa-Empresa de Pesquisa Agropecuária em sua divisão Uva e Vinho, criou uma uva híbrida, chamada Lorena, que já e vinificada por algumas vinícolas, por seu teor aromático e facilidade de manejo.
Estudos mundiais recentes mostraram ser possível aumentar as quantidades de antioxidantes e outros polifenóis benéficos à saúde nos vinhos brancos, que via de regra são vinificados sem o contato com as cascas das uvas, local de origens destas substâncias.
Pois bem, vejam o que recebi dos amigos da Vinícola Garibaldi, que, aliás, tem um dos melhores espumantes Moscatel do país, inclusive reeditando um rótulo já nosso conhecido dentre os mais velhos amantes dos vinhos Brasileiros.


Lorena Ativa, a novidade da Vinícola Garibaldi que alia paladar apurado com qualidade de vida
Parceria com Embrapa Uva e Vinho utiliza tecnologia inédita e resulta em vinho exclusivo da Cooperativa Vinícola Garibaldi, que proporciona ganhos adicionais à saúde.

A Cooperativa Vinícola Garibaldi apresenta o vinho branco seco Lorena Ativa, da tradicional família Acquasantiera. Resultado de tecnologia inédita no Brasil e fruto de parceria com a Embrapa Uva e Vinho, o Lorena Ativa possui quatro vezes mais antioxidantes naturais e maior quantidade de resveratrol e quercitina, componentes que proporcionam melhor qualidade de vida às pessoas.
Com propriedades e método de vinificação semelhantes ao dos vinhos tintos, além do diferencial em substâncias benéficas à saúde, o Acquasantiera Lorena Ativa mantém as características aromáticas da variedade. “Foram cinco anos de pesquisas e a adoção de três tecnologias desenvolvidas pela Embrapa: cultivar, levedura e processo de vinificação”, explica o pesquisador Mauro Zanus, coordenador do projeto e responsável pelo desenvolvimento do Lorena Ativa.
Até 2011 a Vinícola Garibaldi será a única empresa brasileira a comercializar o vinho, gerando grande oportunidade de negócios às suas redes de clientes e representantes. “O crescente interesse por vinhos brancos no País, aliado à qualidade do produto, faz do Acquasantiera Lorena Ativa um grande destaque nas prateleiras de supermercados, principalmente por seus diferenciais, exclusividade e preço competitivo”, ressalta Oscar Ló, presidente da Cooperativa Vinícola Garibaldi.
O vinho branco seco Acquasantiera Lorena Ativa é elaborado com a variedade BRS Lorena, a partir de tecnologia inédita no Brasil com maceração similar aos vinhos tintos e utilização de levedura autóctone da Embrapa. O produto Apresenta ótima limpidez e sanidade, de coloração amarelo palha com reflexos dourados e excelente vivacidade.
Os aromas são delicados e intensos, com caráter moscatel, destacando-se notas florais e ervas de quintal, lembrando lavanda. No paladar, proporciona um ataque encantador, com ótimo volume de boca e persistência retro-gustativa satisfatória.
O Lorena Ativa harmoniza com peixes gordurosos grelhados, frios, frutos do mar, massas com molhos médios e levemente condimentados.
Vinícola Garibaldi
http://www.vinicolagaribaldi.com.br/
Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

terça-feira, 29 de junho de 2010

Gastronomia Solidária no Restaurante Brasil a Gosto


Meninas e meninos,
Sempre digo que para nós que podemos nos deliciar com as mais finas gastronomias, ou mesmo os que ao menos três refeições ao dia fazemos, nos parece distante o fato de sabermos que há pessoas que não comem, às vezes por dias seguidos.
Também sempre digo, que a melhor e mais prática maneira de contribuirmos com ações sociais, é participando delas, não com dinheiro simplesmente, mas com nossa presença e atuação, que valem muito mais que algum montante depositado nos caixas das instituições, pois trazem consigo a noção de cidadania e civilidade, e creiam-me, ganhamos mais do que damos.
O que direi de ações como esta, que além de nos permitir provar de excelente gastronomia, revertem em benefício de outrem?
Vejam a postagem que fiz em Abril do ano passado, quando do lançamento do livro.:

Jantar assinado pela chef Ana Luiza Trajano tem renda revertida para o projeto
No próximo dia 07 de julho, quarta-feira, às 20h, a Chef Ana Luiza Trajano do restaurante Brasil a Gosto, assina jantar cuja renda será revertida para o Projeto Gastronomia Solidária.

Gastronomia Solidária
O objetivo do Projeto Gastronomia Solidária é trabalhar com moradores de rua e pessoas carentes através de oficinas, proporcionando treinamento e capacitação para o mercado de trabalho. O projeto foi desenvolvido na Paróquia São Domingos (Perdizes), e conta com o apoio de voluntários, entre eles um grupo de Chefs de cozinha como Alexandre De Divitis, Ana Luiza Trajano (Brasil a Gosto), Benê, Carlos Ribeiro (Na Cozinha), Dijanira Trindade (Arte em Bolos), Ida Maria Frank (Due Cuochi Cucina), Lúcia Velloso Verginelli (Luana Gastronomia), Lutti, Paulo Pereira (Di Cunto), Rodrigo Oliveira (Mocotó) e Silvia Bergamo, que ministram aulas de gastronomia no Espaço Cidadão Já!
Endereço: Rua Dr. Homem de Mello, 574 Perdizes São Paulo SP.
11-2768-9245

Noite Brasileiríssima Restaurante Brasil a Gosto
Dia 07/07/2010 às 20h
Endereço: Rua Professor Azevedo do Amaral, 70 Jardim Paulistano São Paulo SP.
Os convites para o jantar Noite Brasileiríssima podem ser adquiridos através do telefone: 11 2768-9245, ao custo de R$ 90,00 não estando inclusas as bebidas e taxa de serviço. Os lugares são limitados a 30 pessoas.
Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Grande Degustação de Vinhos Portugueses

Meninas e meninos,
Um dos vinhos que me chamou a atenção na Grande Degustação de Vinhos Portugueses, promovida pela ViniPortugal, foi o GRAND’ARTE SPECIAL SELECTION TOURIGA NACIONAL 2007-VINHO REGIONAL ESTREMADURA , da Quinta do Porto Franco em Alenquer da Região Lisboa.
Da DFJ Vinhos, o seu Diretor de Mkt Luís Gouveia me ajuda com a foto deste belo vinho, que a amiga Laura Carrer, responsável pela distribuição em São Paulo me mostrou.
O vinho se apresentou equilibrado e bom para harmonizações, levando-me a crer que pode ser um vinho coringa.
Este Touriga é muita fruta e floral no olfato, mas em boca, a suavidade da passagem de 12 meses por barricas de carvalho Francês, o torna especial, sem mostrar em excesso seu estágio na madeira.
Boa acidez, e com retro olfato prolongado, lembrando os tostados e ainda algo floral, é uma boa pedida para acompanhar carnes vermelhas em várias cocções, mas especialmente assadas, um coelho, e até um pato.
Deve ir bem também com alguns queijos mais ácidos como os de cabra, pois sua acidez e teor de álcool ( 13,5%), têm porte para compatibilizá-lo.
DFJ Vinhos
http://www.dfjvinhos.com/

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

sexta-feira, 25 de junho de 2010

9º CONCURSO ESTADUAL DE QUALIDADE DO CAFÉ DE SÃO PAULO


Meninas e meninos,
Hoje, dia de jogo do Brasil na copa, nada melhor do que um bom cafèzinho para encerrar as comemorações. Tem coisa mais saudável, além de bem Brasileiro não acham?
Como gosto e degusto bebidas de boa qualidade, sempre me interesso em saber as novidades sobre todas elas.
Vejam o que o amigo Márcio Mariano enviou:

Comissão Coordenadora
Câmara Setorial de Café
Premio Aldir Alves Teixeira

Novo regulamento traz inovações, como os Micro Lotes e vai atrair casas de café para o leilão
A Câmara Setorial de Café de São Paulo e a CODEAGRO divulgam o Regulamento da 9ª Edição do seu tradicional Concurso Estadual de Qualidade do Café de São Paulo - Premio Aldir Alves Teixeira.
Esta edição traz grandes inovações que vão atrair mais interessados na aquisição dos cafés finalistas e excepcionais. Micro Lotes e a alta qualidade dos cafés provenientes das mais diferentes regiões produtoras de São Paulo poderão ser adquiridas por indústrias e por casas de café, restaurantes ou hotéis, interessados em oferecer cafés raros e exclusivos para seus clientes.
O Concurso Estadual de São Paulo 2010 será marcado por:
- Escolha do mais exclusivo e melhor Micro Lote, de apenas 2 sacas, produzido por cafeicultor de pequena propriedade com ate 3 hectares.
- Lotes finalistas de cafés Naturais e Cereja Descascado, com 10 sacas, avaliados pelos melhores especialistas de São Paulo.
- Aquisição dos lotes premiados por industrias, casas de café, restaurantes, hotéis e outros estabelecimentos, inclusive pela Internet.
- Mais categorias de Empresas Campeãs do 8º Leilão dos Cafés Premiados de São Paulo, e maior divulgação para o público.
- Escolha do Produtor Destaque da Sustentabilidade dos Cafés do Brasil.
- Compra mínima de uma saca ou fração, o que permitirá que os apaixonados por cafés especiais também participem do leilão.
O Regulamento do Concurso Estadual de Qualidade dos Cafés de São Paulo - Premio Aldir Alves Teixeira está disponível no site http://www.sindicafesp.%20com.br/ , bem como, em http://www.carvalhaes.com.br/ e poderão participar os lotes de cafés finalistas dos Concursos Regionais de café, oficiais, que se inscreverem junto à CSC - Câmara Setorial de Café, conforme instruções constantes no Regulamento, ate o dia 01 de Outubro de 2010.
Maiores informações
11- 3125 3169
Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

quinta-feira, 24 de junho de 2010

COMISSÃO VITIVINÍCOLA DO TEJO REÚNE QUATRO PRODUTORES DE VINHOS PARA WINE DINNER


Meninas e meninos,
Semana passada tivemos dois grandes momentos onde os vinhos portugueses foram as estrelas.
Em um jantar no Manioca, onde, com menu primoroso dos chefs Helena Rizzo e Daniel Redondo, fomos apresentados aos vinhos do Tejo e logo no dia seguinte, uma grande mostra onde foram degustados vinhos Portugueses de todas as regiões produtoras.
No jantar a Comissão Vitivinícola Regional do Tejo reuniu, com a organização sempre sem retoques das amigas Fernanda Fonseca e Solange Guarino, quatro produtores de vinhos da região do Tejo (Portugal) para um wine dinner. As vinícolas Fiúza & Bright, Quinta da Alorna, Quinta do Casal Branco, Quatro Âncoras e Encosta do Sobral apresentaram seus rótulos para uma degustação sob o comando do vice-presidente da ABS, Mário Telles.

A visita dos produtores do Tejo reforça o crescimento do consumo de seus vinhos no mercado mundial, impulsionado pela mudança de imagem, em 2008, quando sentiu-se a necessidade de criar uma nova designação para os vinhos produzidos no local. Associar o nome do rio Tejo, conhecido mundialmente à região, alavancou as vendas especialmente no mercado Brasileiro, que recebe cerca 200 mil garrafas de vinho/ano. As expectativas da Comissão Vitivinícola Regional do Tejo é um crescimento de 8 a 10% ao ano.

Na região de Ribatejo são cultivadas cerca de 20 mil hectares de vinhas de castas brancas (60% da produção) e tintas (40%) como as tradicionais Fernão Pires, Arinto, Castelão e Trincadeira, com produção anual de 800 mil hls. Deste total, são certificados em torno de 76 mil hls, dos quais 81% são vinhos regionais e 19% são de Denominação de Origem Controlada.

Produtores:
Fiúza & Bright: A parceria entre a família Mascarenhas Fiúza, com tradição secular na viticultura e o enólogo australiano, Peter Bright, em 1985, deu origem à Fiúza & Bright, pioneiros na produção das castas francesas em Portugal. O resultado são vinhos como o Fiúza Premium, Campo dos Frades, Fiúza 3 Castas e Fiúza Native, entre outros.

Quinta da Alorna: A região de Quinta da Alorna produz vinhos desde o século XVIII por diversas famílias que viveram no local. D.Pedro de Almeida foi o responsável pela plantação das primeiras vinhas na Quinta, que originaram rótulos de excelência como Quinta da Alorna Reserva Touriga Naciona, Casa da Alorna Colheita Seleccionada, Quinta da Alorna Trinacdeira e Quinta da Alorna Reserva Chardonnay.

Casal Branco: Fundada em 1775 pela família Cruz Sobral é um dos mais representativos produtores do Ribatejo, exportando seus vinhos, à base de típicas castas portuguesas, para cerca de 30 mercados mundiais. Produz os rótulos Capoeira, Terra de Lobos, Quinta do Casal Branco, Falcoaria, Capucho.

Quatro Âncoras: Vale D’Algares é um conglomerado com 100 hectares na região de Cartaxo, voltado à produção de vinhos de alta qualidade e ao turismo. Na vila, a adega fundada há mais de um século foi totalmente recuperada e os vinhedos são cultivados com as cepas da região, além das cepas Alvarinho, Viognier e Syrah. Produz os rótulos Guarda Rios e Vale D'Algares.
Encosta do Sobral: A vinícola foi fundada inicialmente para abastecer as necessidades familiares e só o excedente ia para o mercado local. No final dos anos 90, no entanto, houve uma reestruturação dos vinhedos que chegou a 70 hectares de plantação nas encostas pertencentes às Freguesias da Junceira e da Serra. Produz rótulos como Encosta do Sobral, Cabeço da Pedra e Different.
Tivemos como entrada uma Salada Waldorf, que em minha opinião, harmonizo-se muito bem com o Quinta da Alorna, até em virtude da gelatina de maça, e nozes carameladas.
Para o Bobó do Mani, novamente meu escolhido foi o Quinta da Alorna, que fez o contraponto de sua acidez com o purê de mandioquinha e leite de coco.
Rosbife em Crosta de Lapsang Souchong foi muito bem com o Encosta do Sobral Reserva
E para finalizar com chave de diamante, a Espuma Quente de Banana, com sorvete de maracujá.caiu como uma luva com o Colheita Tardia Branco, um Late Harvest de tirar o fôlego.
O vinho Vale D’Algares Selection Branco, também agradou muito com as entradinhas servidas, mostrando seu frescor com as uvas Viognier e Alvarinho.
Quanto a Grande Degustação de Vinhos Portuguese, falo em outro post.
Comissão Vitivinícola Regional do Tejo
http://www.cvrtejo.pt/
ViniPortugal
http://www.viniportugal.pt/
Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão



quarta-feira, 23 de junho de 2010

Viña Cimbrón Verdejo da Felix Sanz é ótimo.

Meninos e meninas,
Convidado pelo ICEX-Instituto Espanhol de Comércio Exterior e Câmaras de Comércio da Espanha, com a sempre competente organização da amiga Cristina Neves, estive em uma mostra de vinhos de várias regiões espanholas.
São muitas as opções, algumas ainda sem importador para o Brasil, de vinhos bons, e que demora um pouco para escolher os que mais ilustram este país produtor, e claro, que tenham agradado a este degustador.
Começo por um vinho que ainda não temos por aqui, mas pelo interesse de vários representantes de importadoras presentes à mostra, logo o teremos.
Bodegas Félix Sanz e sua simpática e alegre export manager Celina Brenta.
Como sempre gosto de mostrar os bons vinhos brancos, que a meu ver, devido ao nosso clima, deveriam ser os mais consumidos em nosso país, apresento um espetacular vinho varietal da uva Verdejo o Viña Cimbrón Verdejo 2009 D.O Rueda.
Este é fermentado em barricas novas de carvalho francês e americano, após uma maceração carbônica (mais suave) de 10 horas, e estagia em barril nestes barris por volta de 8 meses.
De cor amarelo verdeal clarinho com algum reflexo dourado, tem aromas de frutas secas, aparecendo também cítricos e após algum tempo algo floral.
Em boca, é completo em equilibrados álcool(12,5%), acidez e corpo, confirmando as frutas secas, nozes e amêndoas, o cítrico e toques de bala de café.
Para mim, harmoniza bem com frutos do mar, grelhados ou com molhos, peixes mais delicados grelhados de preferência, e entradas frias.
Também vai bem em sopas geladas, com entradas carameladas e agridoces, em virtude de seu bom álcool e acidez marcada.
Realmente um vinho para quem puder degustar por lá, ou pedir para quem viaja trazer, coisa rara.
Félix Sanz Bodegas
http://www.bodegasfelixsanz.es/
Celina Brenta
sales@bodegasfelixsanz.es
Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão