sexta-feira, 9 de março de 2012

Vinhos da Quinta Nova em lista exclusiva de Robert Parker




Meninas e meninos,
Recebi com alegria a informação que os vinhos Gran Reserva da safra 2009, foram distinguidos com a boa pontuação e colocação na notável listagem de Robert Parker, que para os vinhos portugueses, é representado por Mark Squires.
Eu que já tive o prazer de me hospedar na Quinta e sei da seriedade e nobreza dos vinhos que a elegante Luisa Amorim vinifica.
"Com de 85 hectares de vinha exposta a sul e num dos melhores locais do vale do Douro, a estratégia da Quinta Nova tem sido a de produzir vinhos únicos e muito diferenciados, que falem do terroir”, sublinha Luísa Amorim, administradora geral da Quinta Nova.
Quem puder ir ao Douro, não deixe de lá visitar, e conhecer de perto a maravilha de edificação e vinhedo.
Vejam release:

Os vinhos da Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo foram mais uma vez reconhecidos nos Estados Unidos da América, passando a partir de agora a integrar a lista exclusiva que o reputado crítico de vinhos Mark Squires apresenta no site oficial (www.erobertparker.com).
A lista reduzida de 29 vinhos da colheita de 2009 com pontuações acima dos 92, coloca a Quinta Nova no TOP das preferências:
Grande Reserva Referência, com 94 pontos.
Grande Reserva Clássico, com 93 pontos.
Grande Reserva Touriga Nacional, com 92 pontos.

Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo
http://www.quintanova.com

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

quinta-feira, 8 de março de 2012

Dia da mulher é todo o dia, não só hoje!


Meninas e meninos,
Dia Internacional da Mulher, pode isto ser verdade?

Claro que se levarmos em consideração que este dia é uma homenagem àquelas mulheres corajosas, que em 1857 trabalhavam na indústria têxtil e foram queimadas vivas, e tantas outras mulheres corajosas, anônimas ou nem tanto, até há de se compreender, mas para mim e creio que para muitos, o dia da mulher é sempre, todos os dias.
Falar de vinhos e de mulheres é sempre um enorme prazer, e muito já se escreveu sobre o tema, mas para mim, ele é sempre uma fonte inesgotável e apaixonada.
Caso já tenham ouvido, ou lido texto com este assunto, levem em consideração, que o meu motivo maior, é de exaltar as mulheres e os vinhos.
Será mesmo que temos vinhos para homens, ou seja, mais masculinos, e outros para as mulheres, ou mais femininos?
O vinho é um alimento que foi concebido pelos deuses para enaltecer a saúde, a beleza e o espírito da mulher. Nenhum alimento é mais apropriado ao ideal feminino que o vinho. Mas via de regra, sempre foi feito por homens, e principalmente para os homens.
Guardando a devida distância na comparação, o homem tem ao lado da mulher o seu melhor, assim como o vinho acompanhado da gastronomia adequada também. É o casamento perfeito. Um não deveria viver sem o outro.
Os homens não passam dos cinco sentidos, enquanto as mulheres até por treino de muitas gerações, possuem apuradíssimos o olfato, já que usam lavandas e colônias desde há muito, o paladar, que protegia e protege a família quando é feita e servida a refeição, o tato para acarinhar a prole, audição para melhor ouvir, muitas vezes sabiamente calar, a visão, que treinada pelo efeito do amor, enxerga muito longe e muitas vezes vê, sem olhar, e o sexto sentido, que na falta de algo complementar mais científico, foi desenvolvido tendo por base o amor, a preocupação, o senso de responsabilidade para com a prole, e o despreparo acadêmico de antanho.
Está cientificamente provado que as mulheres têm mais sensibilidade, são mais olfativas.
Isto em muito facilita as consumidoras de vinho, em relação aos consumidores homens, pois quase que intuitivamente, elas escolhem e acertam no vinho que mais gostam, muitas vezes sem os terem experimentado anteriormente.
Também, as mulheres, não se deixam apanhar pelas armadilhas de convenções estabelecidas pela sociedade patriarcal, onde, por exemplo, podem se deter a observar as diversas tonalidades de uma cor, ou a melhor interação de cores e suas tonalidades, atentas para a harmonia das combinações.
Quando uma mulher está aborrecida, principalmente em sua vida afetiva, ela pensa correndo em chocolates, o que as remete ao leite materno, com certo dulçor, macio e quente, aquele carinho maternal, a segurança, talvez esteja ai explicado por que algumas mulheres busquem vinhos mais adocicados.
Não que os homens não possam sentir-se ligados às suas lembranças ternas, mas de novo vemos a sociedade “educando” seus filhos homens para não serem sentimentais.
Estando atentos à grande mãe Natureza, podemos observar que em quase todas as espécies animais que vivem sobre a terra, os machos são os mais belos, vistosos e fortes, caracterizando-os como os provedores da continuidade da sua espécie. Graças ao bom Deus, na espécie humana, acontece o contrário; a Mulher é a mais bela, mais forte e vistosa e, creiam-me, as grandes responsáveis pela continuidade da espécie.
É com estas e outras comparações que vamos descobrir o mundo das mulheres e homens no vinho, e acabamos por descobrir que os vinhos de um modo geral são e foram feitos para o feminino.
Na foto uma linda menina linda(todas são lindas, cada uma a seu modo), agradecendo por ser mulher.
"Homem,
cuida-te muito em não fazer chorar uma mulher,
pois Deus conta as lágrimas.
A mulher foi feita da costela do homem,
não dos pés para ser pisoteada,
nem da cabeça para ser superior
mas, sim, do lado para ser igual....
debaixo do braço para ser protegida
e do lado do coração para ser amada".
"Provérbio hebraico”

Lindas Mulheres lindas,
Parabéns por mais um dia dedicado a vocês.
Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

quarta-feira, 7 de março de 2012

Bodegas Nieto Senetiner unem tradição e modernidade em lançamento de novos produtos


Meninas e meninos,
Convite feito, e logo aceito, fui ter à casa da Bodegas Nieto Senetiner em São Paulo, para um encontro entre jornalistas e formadores de opinião, onde através da tecnologia posta à disposição, tivemos uma degustação virtual dos mais novos lançamentos da bodega, comentada pelo enólogo argentino Roberto Gonzales.
Foi interessante o modelo adotado, pois em tempo real, e com possibilidade de perguntas e respostas, degustamos os vinhos com e na presença de quem os faz. Degustamos cinco vinhos, sendo dois espumantes e três tintos.
Começando pelos espumantes;
1- o Grand Cuvee me agradou muito, pois é fresco, cor ligeiramente salmonada, proveniente da Pinot Noir da qual é vinificado. Boas borbulhas, aromas de lichias e mamão papaya, floral evidente, em boca cítrico, longo, agradável, ideal para nossos dias de verão.
2-Cadus Champenoise Brut Nature, que apesar do nome, tem 4,5g/l de açúcar residual, é mais austero. Corte de Pinot Noir(70%) e Malbec, permanece 18 meses em contato com as borras, e ao final, quando da adição do licor de expedição, um leve toque de aguardente envelhecida em carvalho. Cor mais salmão, aromas de frutas maduras, tostados, confirmando ambos em boca, acidez boa, fresco e mantendo suas borbulhas por bom tempo em taça.
3-Malbec D.O.C 2009 varietal desta uva, primeiro dos tintos degustados e que me agradou muitíssimo, sua ótima relação preço X qualidade, também ajuda, pois tem preço sugerido em torno dos R$ 36,00. Frutas maduras e doces no olfato, sutil figo como a própria descrição do enólogo, e confirmado em boca, acidez média, mas equilibrada com taninos, presentes e bons, e álcool de 14,5%, que em nada se fez sentir, vinho fácil de se gostar.
4-Don Nicanor Malbec Barrel Select 2009 varietal que permanece 12 meses em barris selecionados e que chegam a custar cerca de 50% mais que barris bons usados em outras linhas. O único que me pareceu algo mineral no nariz, depois de certo tempo em taça aparece a banana e muita fruta, confirmadas em boca, taninos suaves, álcool em 14%.
5-Cadus Grand Vin 2008, um corte de 50% Malbec, 30% Cab.Sauvignon e 20% Bonarda, com 12 meses em carvalho francês e mais 24 meses em garrafa. Espetacular vinho, exuberante no olfato com especiarias(canela), frutas maduras e doces, figos em compota, floral, um sutil empireumático( tostado do barril) e vegetal gostoso, fresco. Em boca os descritores olfativos são confirmados, fazendo valer o variado e gostoso elenco de sabores. Com 14% de álcool e taninos macios e presentes, é um vinho que vai longe se bem guardado, e que seu apogeu deverá estar por vir dentro de mais uns 3 a 4 anos, a meu ver. Sua ótima acidez, talvez devida à Bonarda, o faz o mais gastronômico dos tintos, me lembrando de imediato um bom assado, uma caça de penas ou pelos e queijos mais curados, Seu preço sugerido na casa dos R$ 140,00 valem cada centavo. Quem importa e distribui os vinhos da Bodegas Nieto Senetiner é a Casa Flora www.casaflora.com.br
Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

terça-feira, 6 de março de 2012

Chefs Especiais ganha destaque da editora Globo e Revista Época.


Meninas e meninos,
Faz alguns dias minha linda amiga Simone Berti, esposa do também amigo Marcio Berti, me mandou um e-mail especial, onde na subscrição já adiantava ser “Novidade”, sobre o projeto que sempre divulgo, o Chefs Especiais.
Novidade no contexto, mas sabem aquela frase famosa EU JÁ SABIA! Pois é, com a maravilha de projeto como é, não daria outra.
O Chefs Especiais Down Cooking está entre os dez melhores projetos sociais, eleitos pela editora Globo e Revista Época.
Não foi fácil ganhar esta honraria, pois concorreram 150 projetos que também merecem toda a consideração e todos os prêmios.
Como me considero o mais humilde dos colaboradores, fiquei entusiasmado e muito feliz, ao receber a boa nova, pois desde há primeira hora em que soube do projeto, exposto pelo Marcio, me senti atraído por ele, pelo ineditismo e pela natureza, já que aliada ao lúdico da gastronomia.
Parabéns ao casal Berti, e a todos os amigos colaboradores do Chefs Especiais.
Chefs Especiais
www.chefsespeciais.com.br
Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

segunda-feira, 5 de março de 2012

A novela contra os vinhos importados continua em novos atos.



Meninas e meninos,
Cada dia que passo e leio uma nova notícia sobre os vinhos, com os importados falando da grande procura e do aumento das importações, seja da pouca estratégia dos vinicultores Brasileiros para mostrarem seus vinhos aqui produzidos, seja o selo fiscal, se é bom, por um lado, e se não pelo outro, se o descaminho continua com o selo ou se diminuiu (ao menos não entra nas estatísticas), fico mais pesaroso, pois o selo ai está, mas a legislação sobre eles, ou inexiste para determinadas situações, ou é falha.
Com isto, situações jurídicas surgem, ora com liminares a favor do selo, ora contra o mesmo.
Será que a mais simples das regras mercantis, o da oferta e da procura será revogada?
Será que a qualidade dos vinhos depende da quantidade de taxas que recaem sobre eles?
Quanto maior a qualidade, maior a taxação, ou será o contrário?
Uma notícia divulgada pelo Jornal Valor Econômico, do dia 27/02/2012, e assinada pelos jornalistas Sérgio Ruck Bueno e Sérgio Leo, segue abaixo na íntegra para análise.

Valor Econômico, 27/02/2012)
"Vinícolas brasileiras querem barrar importação



Indústria nacional espera do governo adoção de salvaguardas contra vinhos finos de fora do país.
A pedido das vinícolas brasileiras, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), decidirá, em março, a possível abertura de um processo de salvaguarda contra os vinhos importados. Os produtores nacionais esperavam para esta semana a abertura do processo, mas fontes do ministério ouvidas pelo Valor informaram que o prazo não é suficiente para conclusão do estudo técnico que precede a investigação.
A medida foi solicitada pelo setor vitivinícola em agosto de 2011 e no dia 16 deste mês, durante visita à Festa da Uva de Caxias do Sul, a presidente Dilma Rousseff prometeu tomar providências previstas pela Organização Mundial do Comércio (OMC) contra práticas comerciais "assimétricas e danosas" à indústria nacional.
Os técnicos da secretaria de Comércio Exterior, encarregados de analisar o pedido da indústria nacional, não conseguiram ainda concluir o estudo técnico sobre a situação do setor e a ameaça dos importados, para caracterizar indícios de dano grave ou ameaça de dano aos produtores no país. Os técnicos querem ter em mãos sólidas evidências para sustentar as investigações, que podem ser acompanhadas de medida provisória com barreiras às importações de vinho. Calcula-se que essas investigações, ao final das quais seriam aplicadas salvaguardas definitivas, poderão durar pelo menos seis meses. O governo teme, ainda, que a abertura de processo para salvaguardas provoque uma indesejável antecipação de importações, e estuda maneiras de evitar essa reação dos comerciantes.
Segundo o presidente da União Brasileira de Vitivinicultura (Uvibra), Henrique Benedetti, que também nesta semana participa da reunião da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva da Viticultura, Vinhos e Derivados, em Brasília, a situação atual é "insustentável". Em 2011, os importados dominaram 78,8% do mercado legal de vinhos finos no país, que totalizou 92,2 milhões de litros, participação semelhante aos 79,4% de 2010.
Em 2005, a fatia era de 63,1% e desde lá até 2011 as vendas dos importados saltaram de 37,5 milhões para 72,7 milhões de litros, enquanto o produto nacional recuou de 21,9 milhões para 19,5 milhões de litros, apesar de uma lenta recuperação a partir de 2009. Para a indústria, os estrangeiros competem em condições desleais com os brasileiros porque gozam de vantagens tributárias na origem e o mercado doméstico também é inundado por produtos de baixa qualidade, subfaturados e contrabandeados.
Após a publicação da abertura do processo de salvaguarda no Diário Oficial da União os países atingidos terão prazo para apresentar defesa. Integrantes do Mercosul, Argentina e Uruguai não seriam afetados pelas eventuais medidas. Os argentinos supriram 22,9% das importações brasileiras de vinhos finos em 2011 e os uruguaios, 1,7%. O mais prejudicado, caso alguma salvaguarda seja efetivamente aplicada, será o Chile. Beneficiado por acordo que reduz a zero o imposto de importação de 27%, o país é o maior fornecedor de vinhos para o Brasil, com 36,6% de participação sobre as importações totais no ano passado e 37,2% em 2010, informa Benedetti. Conforme o presidente do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), Alceu Dalle Molle, a indústria defende a aplicação de salvaguardas por pelo menos três anos, renováveis por igual período. O prazo é necessário para a reconversão dos vinhedos e a produção de variedades mais nobres de uvas e para a modernização do parque industrial das vinícolas, com apoio dos governos federal e estadual. Com isso, o produto nacional terá maior competitividade, explica.
Benedetti acrescenta que as salvaguardas poderiam incluir preços mínimos aos importados, cotas e medidas tributárias. Segundo ele, Estados como Santa Catarina, Espírito Santo e Pernambuco oferecem redução de ICMS para produtos internalizados através de seus portos, garantindo vantagens extras aos vinhos estrangeiros.
O selo fiscal nas garrafas de vinhos e espumantes, obrigatório no varejo desde primeiro de janeiro deste ano (exceto para produtos adquiridos pelo comércio até 31 de dezembro de 2010), é "uma das ferramentas" no combate à avalanche de importados no mercado, doméstico explica Benedetti. O mecanismo inibe principalmente a comercialização de produtos contrabandeados (que não aparecem nas estatísticas), mas cerca de 35% das importações legais está isenta da exigência devido a liminar obtida pelas filiadas à Associação Brasileira dos Exportadores e Importadores de Alimentos e Bebidas (ABBA), calcula o presidente do conselho deliberativo da entidade, Adilson Carvalhal Júnior.
Com as eventuais medidas de proteção comercial, Dalle Molle prevê que a indústria brasileira pode equilibrar a disputa com os importados e alcançar 50% do mercado nos próximos anos. Segundo Benedetti, para isso seria necessário dobrar as vendas atuais do produto nacional. Ele revela que o país produz entre 45 milhões e 50 milhões de litros de vinhos finos por ano e que os estoques já alcançam cerca de três anos de produção, o que aumenta os custos financeiros das vinícolas locais.
Benedetti diz ainda que a situação do setor se agravou no fim do ano passado e no início deste com a desaceleração das vendas. Enquanto no acumulado de 2011 a demanda por vinhos nacionais cresceu 6,4% sobre 2010, no último bimestre houve queda de 1,5% ante igual período do ano anterior, para 3,4 milhões de litros. Já os importados, que tiveram alta de 2,4% de janeiro a dezembro, aceleraram nos dois últimos meses e cresceram 5,9%, para 16 milhões de litros.
Os dados de janeiro de 2012 ainda não estão disponíveis, mas segundo Daniel Salton, presidente da Salton, uma das maiores vinícolas do país, as vendas de vinhos finos em janeiro foram semelhantes às do mesmo mês do ano passado, depois de uma alta de quase 7% no acumulado de 2011 em comparação com 2010. Mesmo assim, Dalle Molle espera que a demanda pelo produto nacional cresça neste ano a uma taxa pelo menos igual à do exercício passado".
Sérgio Ruck Bueno e Sérgio Leo (Valor Econômico)

Com a palvra os consumidores!

Até o próximo brinde!


Álvaro Cézar Galvão

sexta-feira, 2 de março de 2012

WINE STOCK PROMOVE I ENCONTRO GRANDS CHATEAUX DE BORDEAUX




Meninas e meninos,
Com a chegada ao Brasil da UCGB-Union Des Grands Crus de Bordeaux, teremos a oportunidade de degustarmos excelentes vinhos da safra de 2009 dos maiores e mais renomados Chateaux das denominações Margaux; St Julien; Pauillac; St Estèphe; Listrac; Moulis; Médoc; Haut-Médoc; Graves; Pessac-Leognan; Saint-Emilion; Pomerol; Sauternes e Barsac.
Semana que vem, repleta de eventos com estes representados, e é claro, as grandes importadoras também farão eventos, aproveitando-se da presença deste ícones de Bordeaux, suas degustações, como a Decanter, e a Wine Stock, acontecem em 06/03, começando com a Wine Stock no período da tarde, e começando as 19 hs a Decanter, já que dia 07/03 o UCGB, fará degustação para convidados e mídia.
Vejam o release de dar água na boca da Wine Stock:

Importadora faz degustação vertical com três safras de dez dos mais consagrados Chateaux de Bordeaux, com a presença de alguns dos proprietários. No dia 06 de março, a importadora Wine Stock promove pela primeira vez no Brasil uma degustação exclusiva com alguns dos proprietários de dez consagrados Chateaux de Bordeaux, numa vertical de três safras.
Na ocasião será apresentada a mítica safra 2009 e outras duas safras entre 1996 e 2008.
Os vinhos degustados serão:
Chateau Angélus: 2009 / 2006 / 2003
Chateau Gruaud-Larose: 2009 / 2004 / 1996
Chateau Haut-Bailly: 2009 / 2006 / 2003
Chateau La Conseillante: 2009 / 2004 / 2003
Chateau Lafon-Rochet: 2009 / 2006 / 1996
Chateau Pichon-Lalande : 2009 / 2008 / 1998
Chateau Pichon-Baron : 2009 / 2006 /2004
Chateau Malescot Saint-Exupéry : 2009 / 2003 / 2000
Chateau Prieuré-Lichine : 2009 / 2006 / 2005
Chateau Suduiraut : 2009 / 2007 / 1997
O evento contará com a presença de Jean- Bernard Grenié, sócio do Chateau Angelus; de Sylvie Cases, gerente geral do Chateau Pichon Lalande e presidente da Union des Grand Crus des Bordeaux; Basile Tesseron, proprietário do Chateau Lafon Rochet e Jean- lUC Zergier, proprietário do Chateau Malescot Saint Exupery.

Data: 06 de março de 2012
Horário: das 16 às 20hs
Local: Galeria Sergio Caribé
Rua João Lourenço, 79- Vila Nova Conceição
Preço: R$ 350,00 por pessoa
Vagas: 200
Incrições: Wine Stock


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Foto do Chateau Suduiraut
Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

quinta-feira, 1 de março de 2012

MS Import mostra os novos vinhos Italianos de seu catálogo no ótimo Osteria Del Pettirosso.

Meninas e meninos,
Em degustação promovida pela MS Import, do amigo Marcos Simonsen, com a valiosa colaboração de sua assessoria, o Gabinete de Comunicação, gente competente no que faz, tive a oportunidade de constatar tudo o que os amigos que já haviam estado na Osteria Del Pettirosso do Chef Marco Renzetti e de sua mulher a Érika, me diziam.
Quanto aos vinhos, como a MS tem hoje no catálogo cerca de 50 rótulos, o Marcos levou para degustação os mais recentes, os que acabaram de entrar na importadora.
Os vinhos, seis no total, número que acredito ser adequado para um almoço, todos de muita qualidade e de bons preços, variando de R$ 58,00 a R$ 113,00, são de 4 vinícolas distintas, com os exemplares seguintes:
Da Le Cinciole Podere, na Toscana, os Rosato IGT Toscana 2010 e o tinto Cinciorosso IGT 2009. Da Palazzone de Orvieto na Úmbria dois brancos, o Grechetto 2010 e o Orvieto Clássico Terre Vineate 2010.
Da Le Potazzine Gorelli, na Toscana, o Rosso di Montalcino 2008.
Da D’Angelo di Ruppi Filomena da Basilicata o Aglianico Del Vulture 2008.
Como disse antes, os vinhos em geral agradaram, mas claro que minhas preferências aqui serão externadas, pois falar que todos são bons, é “chover no molhado”, o melhor da festa é a impressão que nos passam os vinhos nesta ocasião, que, aliás, sempre importa muito, acreditem, já que o ambiente, o clima, os amigos em volta da mesa são componentes externos aos vinhos e à gastronomia, e que os tornam melhores ou piores, dependendo das condições.
Dos brancos, gostei muito do Grechetto, vinho varietal desta cepa, com aromas a frutas brancas, bastante floral, leve cítrico no olfato, que se mostra exuberante em boca, lembrando a cidra e o limão Siciliano.
Dos tintos, o meu preferido foi o Aglianico, varietal desta cepa, com muita fruta madura no olfato, algo de mineral(parece o talco que fica nas mãos), especiarias, taninos presentes e gostosos, boa acidez e equilíbrio com 13,5% de álcool.Passa por carvalho em grandes barricas de 5.000 litros por 18 meses, afinando o belo vinho, trazendo as especiarias da madeira, e que harmonizou muito bem com a porchetta romana.
Mas até pelo dia de calor descomunal, o vinho que mais me agradou em todos os quesitos, foi o Le Cinciole Rosato 2010, um 100% Sangiovese, vinho que a vinícola produz não mais que 2000 garrafas, muito fresco, ótima acidez, no olfato muito floral, frutas como cerejas e pitangas aparecem depois.Em boca, equilíbrio total entre acidez e álcool, que beira os 13,5%, mas em nada aparece prejudicando o frescor, aliás, só ajuda, pois encarou a porchetta com valentia, e só não foi melhor que o Aglianico neste prato, em virtude das especiarias que o tinto apresentava, gostaria de testa-lo com uma Galinha D’Angola ao molho.
Parabéns aos amigos da Osteria Del Pettirosso, Marco e Érika, às meninas do Gabinete de Comunicação, presentes a Arlene e a Karina, além do sempre alegre e irreverente Matias, ao Marco Simonsem, pelos vinhos italianos e pela nobre aquisição portuguesa que em breve chegará ao Brasil, os vinhos da Afros, sensacional vinícola biodinâmica da região dos vinhos verdes.
Osteria Del Petirosso
www.pettirosso.com.br
Gabinete de Comunicação
http://www.gabinete.com.br
MS Import
http://www.msimport.com
Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão