quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Reynolds Art & Tradition apresenta os vinhos Gloria Reynolds


Meninas e meninos,
Convidado pelas minhas amigas da Tema Assessoria, as eficientes e lindas Silvana e Roberta, para em almoço conhecer os vinhos desta vinícola Alentejana, de pronto aceitei, pois o Rodrigo, da Casa do Porto, local aonde se daria a apresentação, não deixa por menos, e junto com o seu irmão Péricles e o Ariel, estão sempre trazendo vinhos de qualidade inconteste.
Quem nos fez a apresentação foi o enólogo da vinícola, o competente (pelos vinhos que vinifica, não restam dúvidas) e sorridente Nelson Martins, que, aliás, é primo do respeitado Paulo Laureano, outro enólogo sempre sorridente (deve ser de família).
Nelson deixou claro desde o inicio que estes vinhos em Portugal, até pela sua quantidade em garrafas só são vendidas através do Clube de Vinhos Gloria Reynolds aos seus associados. Outra coisa que foi logo falando é que o nome Reynolds só vai aos rótulos que preencheram determinados quesitos, que vão desde a particularidade da safra, qualidade dos frutos e sua evolução após descanso em barris e/ou garrafas, etc...

A família Reynolds começou sua história em Portugal em 1820, atraída pelas oportunidades do vinho. Com o passar dos anos a família resolveu investir em outros negócios e aventuras, retomando a tradição familiar da produção de vinhos em 1998. O responsável foi Julian Reynolds, filho de Gloria Reynolds, que após adquirir a vinícola Herdade da Figueira de Cima, batizou os vinhos com o nome da mãe restabelecendo o nome tradicional da família na região.
Os vinhedos situados em Portalegre são extremamente influenciados pelo clima da serra de São Madame, com grandes diferenças de temperaturas durante o dia e a noite, o que favorece o cultivo das uvas. Julian construiu uma vinícola moderna, com ótimos equipamentos destacando a utilização 100% de tonéis de carvalho francês da tanoaria Seguin Moreau.
Degustamos alguns vinhos que não estavam listados no release, e dentre eles um que me agradou muito foi o Julian Reynolds 2008, um branco da uva Arinto de Alcobaça, sem passagem por madeira, muito frutado, fácil de beber, com acidez para encarar um ceviche.
O outro vinho que me chamou a atenção, também branco, o Gloria Reynolds Branco 2006, 100% Antão Vaz, fermentada em barricas de carvalho francês por trinta dias a temperatura de 15ºC , e que após a fermentação passa por mais um período de oito meses nas mesmas, com bâttonnage semanal, posteriormente descansa seis meses em tanques de aço, antes do engarrafamento, aliás, são só 3000 garrafas deste belíssimo vinho, que encara bem um bacalhau em diversas cocções, uma carne de porco, caldeiradas de frutos do mar e peixes.
Gloria Reynolds Tinto 2004 – Corte 70% Alicante Bouschet e 30% Trincadeira, com fermentação nos balseiros e passagem parcial de doze meses em barricas de carvalho francês.
Julian Reynolds Reserva 2004 – Constituído por 50% Alicante Bouschet, 25% Aragonês e 25% Trincadeira, com passagem parcial de doze meses em barricas de carvalho francês.
Carlos Reynolds 2006 – Corte Touriga Nacional e Alfrocheiro, fermentado nos balseiros de carvalho.
Figueira de Cima 2004 - Assemblage de Alicante Bouschet, Aragonês e Trincadeira, 18 meses em carvalho francês com produção limitada. Este é um daqueles que na opinião dos responsáveis, não atingiu os parâmetros mínimos para ganhar o nome da família Reynolds, mas é espetacular, imaginem os outros....
Gloria Reynolds
http://www.gloriareynolds.com/
Casa do Porto
http://www.casadoporto.com/
Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

A Expand mostra seu espumante Jeio Cuvée Rosé

Meninas e meninos,
Quando estive a convite da Expande na inauguração de sua loja Higienópolis, não sabia quão surpreso ficaria com esta novidade que importadora está trazendo.
Além do ambiente com jeitão de cave, que se localiza praticamente no porão de um dos antigos casarões que compõe o complexo do Shopping Higienópolis, onde se podem notar partes de sua fundação em pedras, degustei este espumante que vem da região do Veneto, de Valdobbiadene, mas é um corte de Merlot e Pinot Noir, que para mim se mostrou encantador.
Perlage muito fino, abundante e persistente, aromas florais e frutados, cor salmão mais para o escuro que para o clarinho.
Na boca, explode traduzindo sua potência(tem 14º declarados no catálogo de Natal, mas vou checar melhor pois não aparenta), mas equilibrado com sua ótima acidez.
Na linha há também o Prosecco Jeio Cartizze, este 100º uvas Prssecco e o Prosecco Jeio Brut, também cortado com outras uvas.
Para esta temporada de calor que estamos passando, e com a chegada do verão, o Jeio Cuvée Rosé é uma ótima pedida, pois além de tudo por ter as uvas tintas que tem em seu corte, e com a boa acidez, torna-se companheiro de uma vasta gama de entradinhas e pratos.
EXPAND

http://www.expand.com.br/
Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão





terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Objeto de desejo, Ice Cub da Veuve Clicquot é um luxo só!

Meninas e meninos,
Acaba se ser lançado mais um objeto de desejo da Maison Veuve Clicquot Ponsardin, o Ice Cub.
O Ice Cube, é um lançamento da marca de luxo para o verão, e porque não, para todas as estações do ano e para todas as horas, já que um bom Champagne não pede hora certa para ser degustado!

Quem disse que uma festa precisa de um lugar para começar? Foi pensando nisso que a Veuve Clicquot inovou, mais uma vez, e criou o Ice Cube Veuve Clicquot, em parceria com a Porsche Design Studio. O Ice Cube é um kit que vem com um balde, quatro taças e uma garrafa do champagne Veuve Clicquot. Além de um objeto de design, é uma festa para ser levada a qualquer lugar!
Ice Cube Veuve Clicquot tem o formato de um cubo de gelo e sua cor é amarelo Clicquot. A peça tem uma alça de alumínio que permite transportá-la com maior facilidade. Na parte superior do cubo há cinco espaços, quatro para as taças Veuve Clicquot Trendy e um para a garrafa do champagne Veuve Clicquot Brut 750ml.
Em uma reunião com os amigos, um piquenique, um passeio de barco, ou onde você quiser, Ice Cube é sempre bem vindo! O acessório permite liberdade total para apreciar um champagne gelado em qualquer ocasião. Luxuoso, é também um presente perfeito para pessoas que levam a vida em grande estilo.
O Ice Cube Veuve Clicquot será vendido nas melhores delicatessens e casas de importados do país.
A aliança com o Porsche Design Studio, grupo líder mundial em design, é a prova de que a marca vem firmando seu compromisso de sempre oferecer o que há de mais inovador em design. Neste ano, a parceria resultou na criação do Ice Cube, uma peça de design atemporal que representa a consistência dos champagnes Veuve Clicquot. A primeira parceria foi em 2007, com a criação da adega Veuve Clicquot Vertical Limit.
Há ainda outros exemplos de objetos de sucesso criados pela marca envolvendo parcerias com diferentes designers renomados, como Andrée Putman e Karim Rashid.


Maison Veuve Clicquot Ponsardin
Fundada em 1772, a Maison Veuve Clicquot Ponsardin adquiriu, ao longo de sua história, um espírito audacioso e cultivou uma busca incansável pela inovação, sem deixar de lado a fidelidade à tradição do seu champagne. Veuve Clicquot tem um estilo eterno, é um champagne para ser apreciado em todos os momentos, um vinho verdadeiramente célebre e inesquecível. O seu clássico Yellow Label continua, ainda hoje, um dos mais apreciados champagnes do mundo. Paixão e busca pela excelência são os grandes segredos do sucesso da marca, que segue até os dias de hoje o lema de Madame Clicquot: “uma só qualidade, a primeiríssima”.

Porsche Design Studio
O Porsche Design Studio, subsidiário do Porsche Design Group, foi fundado em 1972 pelo professor Ferdinand Alexander Porsche e já arrebatou inúmeros prêmios pelo mundo. Cada objeto criado no Porsche Design Studio tem o potencial de se tornar um clássico. As competências artesanais e tradicionais caminham lado a lado com as inovações da engenharia civil e todos os desenhos adotam uma inconfundível assinatura.
Preço Sugerido: R$ 530,00
SAC: 11 3062-8388
Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Brigadeiro Piva fala sobre a CAVE- A 2ª confraria mais antiga do Brasil

Meninas e meninos,
Conheci o Brigadeiro Hugo Piva na inauguração da nova loja da Expand anexa ao Bar des Arts Shopping Higienópolis.Uma ilustra pessoa que me causou um grande impacto, tanto pela inteligência e por sua postura, quanto pelo seu interesse em vinhos, gastronomia e cultura, que evidentemente estão ligados, sem falar da sua importância nos projetos aeroespaciais Brasileiros.
Fundador de uma confraria a CAVE, que é a segunda em idade de fundação no Brasil, só perde para a SBAV-Sociedade Brasileira dos Amigos do Vinho.
Queria fazer uma matéria sobre a CAVE, mas resolvi postar o que recebi do brigadeiro, pois fala por si só.
Segue na íntegra a carta e o histórico que o Brigadeiro Piva me enviou via e-mail:

“Prezado Cézar,
Gostei muito do nosso papo na inauguração da nova loja da EXPAND em Higienópolis.
A nossa CAVE continua muito bem, e vamos fazer a nossa 28ª Ceia Natalina no dia 04 de dezembro.Já estamos no nosso 28º ano e continuamos cada vez mais pujantes. O número de sócios continua por volta de 100, embora haja sempre uma rotatividade. Nós nos preocupamos com a qualidade e não a quantidade, e este tem sido o motivo do nosso sucesso.
A CAVE foi fundada em 1982 e é a segunda mais antiga do Brasil. Os nossos eventos têm sido sempre muito animados, com bastante conteúdo técnico e cultural, boas comidas e, é claro, bons vinhos.
Damos muita ênfase à enologia, mas sempre demos também bastante atenção à gastronomia e à cultura, as quais estiveram estreitamente ligadas ao vinho nestes últimos dez mil anos.
Além desse equilíbrio enológico, gastronômico e cultural, os nossos confrades têm valorizado muito o convívio social. E esses fatores têm sido vividos com grande intensidade, fazendo das nossas reuniões alegres e memoráveis festas que têm se renovado todos os meses nestes 27 anos de atividade.
Segue anexo um pequeno histórico da nossa Confraria.
Um forte abraço
Brigadeiro Piva
CAVE – PEQUENO HISTÓRICO
Em 1982 o gerente do Hotel Urupema, em São José dos Campos, era um francês, Dominique Contant. Ele e a sua esposa Alcione eram apreciadores e conhecedores de vinho e de gastronomia e organizaram um seminário de enologia que foi bastante concorrido e muito animado. Esse seminário teve um grande apoio da então recém formada SBAV - Sociedade Brasileira dos Amigos do Vinho que reunia muitos dos principais enófilos e sommeliers de São Paulo.
Animados pelo sucesso do seminário e ajudados pelo grande apoio do pessoal da SBAV, um grupo de entusiastas resolveu formar também em São José dos Campos uma confraria de apreciadores do abençoado néctar. Nascia então a nossa CAVE em outubro de 1982 com trinta e um sócios fundadores.
A nossa primeira reunião foi nesse mesmo mês de Outubro, e a palestra foi proferida pelo grande conhecedor de vinhos, respeitado internacionalmente, Carlos Cabral de Melo, um dos fundadores da SBAV.
Houve grande interesse pela Confraria e o quadro social aumentou rapidamente, estabilizando-se em torno de uma centena. Não quisemos aumentar mais, pois o atendimento que precisa ser dado aos participantes, e os recursos logísticos disponíveis, não permitem um número maior de associados.
Dos 31 fundadores, três deles continuam até hoje participando ativamente da nossa CAVE. São eles: Clélio Marcondes, que tem ocupado vários cargos na Diretoria; Lucila Junqueira Piva, que tem assegurado sempre a qualidade e apresentação dos nossos jantares; e Hugo de Oliveira Piva, o eterno Presidente.
O formato das reuniões variou ao longo dos anos, principalmente nos primeiros meses, mas o foco sempre foi o vinho e a gastronomia, com bastante ênfase também na parte cultural. O convívio social agradável, descontraído e com muita alegria foi uma conseqüência feliz de todos esses fatores.
O vinho, a gastronomia, a cultura e o alegre convívio social têm sido as nossas prioridades por todos esses anos.
O vinho é o objetivo principal, mas ele precisa da comida, com a qual tem uma relação muito estreita, de modo que a gastronomia também tornou-se obrigatória.
A cultura é muito ligada ao vinho, pois este sempre esteve presente nos círculos mais adiantados e evoluídos em todas as civilizações desde a sua descoberta, provavelmente no Cáucaso ou na Pérsia, de onde emigrou para as elites mais desenvolvidas da Mesopotâmia, e dali para o Egito, a Grécia, Roma, Europa e o mundo.
O convívio social não poderia deixar de ser intenso e muito agradável, dadas as demais condições catalisadas pelo vinho.
E assim tem sido a nossa CAVE.
Fazemos onze reuniões por ano, pois damos folga para a Lucila em janeiro, Só deixamos de realizar uma única reunião nestes primeiros anos da nossa história que ainda será longa, alegre e muito fecunda. Realizamos também oito seminários para difundir a cultura do vinho, cada um com duas seções de quatro horas e um jantar de encerramento.
As reuniões mensais constam de uma palestra, degustação e jantar, todos sobre o mesmo tema. Têm sido festas memoráveis, cheias de cultura, animação e alegria, onde o foco sempre é o vinho e uma comida bem harmonizada.
Mas nós não poderíamos ter chegado até aqui se não tivéssemos tido importante ajuda de inúmeras pessoas e instituições. Não vou enumerar todos os que nos têm ajudado, mas preciso citar dois.
A EXPAND que nos tem auxiliado na escolha dos vinhos e os tem fornecido a preços especialíssimos, alem de nos cederem de graça os seus experts e sommeliers sempre que precisamos de palestrantes, tanto nas reuniões mensais como nos seminários.
A SBAV - SOCIEDADE BRASILEIRA DOS AMIGOS DO VINHO cujo apoio foi essencial no primeiro ano da nossa existência.
Esses são os nossos grandes beneméritos, sem os quais teria sido muito mais difícil a nossa jornada até aqui.
Mas a grande força da CAVE tem sido sempre o seu quadro social. São os Confrades, Confreiras e os seus convidados que têm mantido viva a nossa chama com o seu entusiasmo, animação, prestígio e assiduidade. ESSA TEM SIDO, SEM DÚVIDA, A NOSSA MAIOR RIQUEZA”.
Hugo de Oliveira Piva - Presidente
São José dos Campos, 25 de Novembro de 2009.
Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

sábado, 28 de novembro de 2009

Vinhos, Mulheres e Poesia são a mesma coisa traduzidas em sua essência.


Meninas e meninos,
Tenho sempre dito que para mim, os vinhos, as mulheres e a poesia, são expressões da alma, o que os torna complementos uns dos outros.
Os vinhos, nascidos das formas arredondadas naturais e plenas, das uvas, lembrando a silhueta mais bela feminina.
As mulheres, a mais pura expressão da alma do poeta maior.
A poesia, como tradução dos dois anteriores.
Recebi e transcrevo a mensagem de uma linda menina linda, que sendo parte desta trilogia, é mais completa e bela.

O Encontro e a Partida
Heloise Shirley Negrão Fazzio

"Passei à noite a sentir tua presença, enquanto escrevia sobre o amor que de ti recebi! E a dor de tê-lo perdido. Falei da videira, de suas flores e frutos. Então lembrei-me de contar a parte mais bela da história de um vinho! O homem que labuta a terra. Perguntei-me por que a vaidade encobre a simplicidade com que tudo começara, mas apenas ouvi o silêncio a me calar mais uma vez.
Talvez o nó na garganta por não me permitirem chamar a consciência os que há muito se esqueceram das origens primeiras de um vinho...tenham despertado em mim a ira. Desafiei homens que intitulavam-se quase senhores absolutos deste. Acaso pode-se esconder as verdades nele contidas?
Se o insensato prová-la se inebriará por não decifrar-lhe a beleza do amor mais perfeito, condenando-se a si mesmo a solidão. Porque o vinho oferece companhia agradável somente àquele que reverencia os seus encantos. O sábio aprendiz ao sorvê-la, encontrará nela os sentidos que levam a querer viver o esplendor da aurora no amanhecer de cada dia!
Homens cruéis perderam a inspiração para amá-la e somente arrancam-lhe o prazer lascivo de seus próprios instintos. E um tempo chegará em que responderão pelos sonhos roubados e será devolvida ao penoso chão a silhueta amarga de um pobre infeliz. Por não compreender-lhe o verdadeiro desígnio. Esse é o destino de um vinho no corpo daquele que dele bebe, mas sua essência não sabe sorver...
Pois, a videira perdoa somente os que dela se aproximam, e se encurvando rendem-se à verdade da terra, onde germina a semente que do céu foi lançada, permitindo ao artista retirar-lhe a honrada bebida".
Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Vinhos do Alentejo e Adega Alentejana


Meninas e meninos,
Prosseguindo com a promessa de ir postando os vinhos que mais me agradaram nesta grande mostra, degustei um branco, que apesar de 14% de álcool é muito fresco e equilibrado.
Aliás, tenho notado cada vez mais os vinhos europeus querendo entrar na onda do novo mundo e fazendo vinhos mais alcoólicos.
Justo o que mais agrada a mim e a muitos, que é o teor de álcool menor que o velho mundo, com algumas exceções é claro, fazia, com sua acidez impecável para a gastronomia e madeira dosada, está sendo deixado de lado.
Mas voltando ao vinho, este é o Floral de Évora Branco 2007, importado pela Adega Alentejana do meu amigo Manuel Chicau, que tem a eficiente e linda Virgínia, um doce de menina, como uma das colaboradoras.
Muito aromático, frutado lembrando os cítricos, é um corte das uvas Arinto, Assario (que vem a ser a Malvasia Fina nossa velha conhecida) e Roupeiro.
O Floral de Évora é vinificado pela Fundação Eugênio de Almeida
Adega Alentejana
http://www.adegaalentejana.com.br/
Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Colhido na fase da Lua, o Moon Harvest da Herdade dos Grous fascina.

Meninas e meninos,
Provando os vinhos Alentejanos no evento que reuniu cerca de 20 produtores desta região portuguesa, promovido pela CVRA-Comissão Vitivinícola Regional Alentejana, com organização da Exponor Brasil e assessoria da Alessandra Casolato da Ch2a Comunicação, encontrei alguns exemplares que me chamaram muito a atenção, e começo com o Herdade dos Grous Moon Harvested, que já começa sendo diferente, pois em geral os vinhos Portugueses são vinhos de corte, sendo os monocastas como eles chamam, mais raros.
Conversando com o enólogo da Herdade dos Grous, Luis Duarte, ele me disse da experiência feita com as uvas colhidas e vinificadas em fases distintas da lua, e que resultaram em análises químicas diferentes.
Duarte não é a favor do biodinâmico xiita, e sim da maneira mais natural possível de se plantar, colher e vinificar, como nossos avós faziam, sem designações e nomes arranjados.
Creio que o melhor nome para sua vitivinicultura seja Biológica!
Delicia de vinho, redondo e macio, apesar de ainda jovem, com floral aberto e frutas na medida, mas com acidez gastronômica presente e 14ºde álcool integrado.

Prestem atenção à este vinho!
HERDADE DOS GROUS MOON HARVESTED 2006
Vinho Regional Alentejano
Uva: Alicante Bouschet
Herdade dos Grous Moon Harvest representa o reflexo da Lua na viticultura, o resultado é um vinho complexo, de taninos maduros e sedosos.
Vindima manual durante o ciclo de maior influência pela lua no transporte da seiva;
Seleção manual em mesa de triagem;
Fermentação em lagares com maceração prolongada;
Estágio de doze meses em barricas novas de carvalho francês
Quem importa e distribui este vinho é a Épice Importação
http://www.epice.com.br/
Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão