sábado, 31 de dezembro de 2011

NÃO DESISTA DE SER FELIZ!





Meninas e meninos,

Como ultima postagem do ano, quero agradecer o carinho e a companhia de vocês ao longo do ano, e para isso, transcrevo algumas palavras, que nem minhas são, mas expressam o que sinto.

O hábito nos leva a agir sempre do mesmo modo. Quando repetimos sempre os mesmos atos e pensamentos, eles acabam se tornando um hábito. Isto é, nosso modo de pensar e nosso comportamento se tornam automáticos.
Muitos dos nossos traços de caráter são simplesmente hábitos de comportamento, que fomos adquirindo durante nossas vidas.
É importante conservarmos os hábitos favoráveis. Mas os maus devem ser modificados ou totalmente eliminados para que tenhamos uma existência mais saudável e harmoniosPara mudarmos nosso comportamento devemos primeiramente mudar nossa maneira de pensar. Selecione alguns destes pensamentos que seguem para você ter uma vida mais alegre e otimista. Use-os em sua rotina diária :
Faça como as abelhas: vá às flores e despreze os espinhos.
Só há um meio de ter virtude : desejar tê-la.
Conserve a alegria. Lute para a vida não azedá-la.
Não deixe a pressa da vida contaminar você.
Não se canse de compreender, não se canse de respeitar, não se canse de amar...
A alegria é ar, é som, é vida. Mantenha sempre o seu bom humor.
O passar dos anos não depende de nós. Mas passá-los da melhor maneira, sim.
A vida agitada nos impede de ver o verdadeiro valor das coisas pequeninas.
Não se preocupe em viver muito. Preocupe-se de viver bem o seu dia-a-dia.
O segredo da Juventude é pensar que o melhor da vida é o dia de hoje.
Festeje cada dia de sua vida, pois a cada amanhecer temos a oportunidade de renascer novamente.
Não espere que a verdade, a bondade, a calma, a fé ...venham do lado de fora. Descubra-as dentro de você.
Por trás de toda sombra, há luz. Lembre-se disto sempre.
Mude você e não os outros. Mude agora e não amanhã. Não perca tempo para se sentir melhor.
Não deixe que o ontem nem o amanhã estraguem o seu hoje. O ontem já passou e o amanhã ainda não chegou.
Não podemos pescar toda nossa felicidade com uma rede,mas podemos pescá-la com um anzol, dia após dia, um pouquinho de cada vez.

Nada com o maravilhos Fernando Pessoa para dizer o que sinto agoar, leiam:

Não se acostume com o que não o faz feliz, revolte-se quando julgar necessário.
Alague seu coração de esperanças, mas não deixe que ele se afogue nelas.
Se achar que precisa voltar, volte!
Se perceber que precisa seguir, siga!
Se estiver tudo errado, comece novamente.
Se estiver tudo certo, continue.
Se sentir saudades, mate-a.
Se perder um amor, não se perca!
Se o achar, segure-o!

Fernando Pessoa

LEMBRE-SE de que até os milagres de Deus dependem da decisão de seu coração. Não se consegue nada sem fé. Por favor, não desista nunca de ser feliz.

Até o próximo brinde ano que vem!

Álvaro Cézar Galvão







sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Gravação com Canal Rural será exibida hoje a partir das 12 hs

Meninas e meninos,
Ontem estive com os amigos do Canal Rural, uma emissora do grupo RBS-Globo, para um bate papo sobre vinhos.
Seria ao vivo pelo que entendi, mas creio que em virtude de motivos alheios, gravamos minha participação para ser levada hoje ao ar durante o Rural Meio-Dia.
Toda a programação pode ser acessada pelo www.canalrural.com.br buscando programação e Rural Meio-Dia.
Foi muito bom mais uma vez participar da programação do Canal Rural, principalmente porque sempre tenho levado dicas e mostrado vinhos de nossa produção Brasileira, desta feita com vinhos da Cooperativa Vinícola Aurora.
Entrevistado pela linda e competente repórter Karla Paz, com a não menos linda e competente produtora Maria Braga nos acompanhando, os técnicos e câmeras, e para o brinde final da foto, minha linda e querida amiga, Renata Maron, âncora do Bom Dia Campo, programa onde já estive algumas vezes e que me dá muito prazer em participar, nos deu a alegria de comparecer ao local da gravação e degustar conosco, brindando um belo espumante Moscatel da Aurora.
Fizemos um brinde à saúde, paz e prosperidade de todos os Brasileiros e que 2012 nos traga muito mais alegrias.
Não deixem de ver, após as 12 hs, os links já estarão no site do Canal Rural.
Na foto, da esquerda para a direita:
Renata Maron, Maria Braga . eu e Karla Paz;
Canal Rural
http://canalrural.ruralbr.com.br/programacao/
Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Jantar de confraternização ao término das aulas do curso de sommelier do SENAC-Águas de São Pedro



Meninas e meninos,
Esta postagem é para confirmar a dedicação da turma que freqüentou durante meses o curso de sommelier de vinhos do Senac de Águas de São Pedro, onde dei aulas, a pedido da minha querida amiga Silvia Mascella e da Patrícia Caravita.
Muitos dos alunos vinham de cidades distantes para o curso,e foi um jantar harmonizado, onde a maioria dos alunos, já que às vésperas do Natal, data onde o comércio de bebidas está fervilhante, e vários alunos já trabalham na área, compareceu, e juntamente com a chef Karen Bressan e sua valorosa equipe, passamos momentos de pura descontração e muito aprendizado.
Vejam o cardápio proposto e os vinhos que compuseram o festim:
Cardápio evento sommellier:
Couvert:
Dips (pão sírio e folha torrado)
Pasta de morcellas branca e prêta
Pasta de queijo de cabra curado com tomilho
Couli de maracujá
Entrada:
Mix de folhas verdes com spaguethi de pupunha com lagosta flambada ao perfume cítrico
Intermediário:
Papardelle com confit de pato, cebolas glaçadas e pimenta biquinho
Principal:
Mignon com manteiga trufada e purê de batata doce
Sobremesa:
Mousse de contreau com pralinè de castanha.

Para o couvert e entrada, foi servido o vinho Amiot Guy Cremant de Bourgogne
Para a massa o Gran Feudo Reserva Viñas Viejas
Para o mignon o Tabali Reserva Especial Pinot Noir
Sobremesa o Santa Rita Late Harvest.
Para o brinde final espumantes brut, rosado e branco, da Dal Pizzol

Parabéns turminha sigam seu caminho sempre aprendendo mais sobre vinhos e harmonizações, já que o tema nunca se esgota.
Parabéns Patrícia Caravita, Karen, minha amiga Silvia Mascella e demais amigos do SENAC.
Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

PIRASSUNUNGA LANÇA A CACHAÇA CAMBRAIA 5 ANOS




Meninas e meninos,
Sempre que surge uma oportunidade para falar desta bebida emblemática, um destilado único no mundo, apreciada pelos mais renomados experts, nossa Brasileira cachaça, o faço com gosto, pois além de apreciador desde sempre desta bebida, hoje aquela “estigma” de bebida menor, alcunhado pro nós mesmos, já não é mais verdade, sendo a cachaça degustada sem o menor temor por homens e mulheres em lugares da moda e nos botecos.
Faz alguns meses falei da Cambraia, quando tive a oportunidade de conhecer esta bebida artezanal-http://divinoguia.blogspot.com/2010/05/pirassununga-lanca-cachaca-cambraia-sua.html
Agora degusto a Cambraia 5 anos, esperada ansiosamente desde que o Vicente de Tommaso me confidenciou sua elaboração em andamento, fato este ocorrido nos primeiros meses deste ano.
Por ocasião de um almoço harmonizado com a Cambraia, e também , fiquei sabendo pela linda Carolina de Tommaso que a 5 anos já estava em processo final de elaboração e engarrafamento.
Vejam:
A Indústria de Bebidas Pirassununga, que neste ano de 2011 completou 90 anos de atividade, está lançando a Cachaça Cambraia 5 Anos, nova versão de sua cachaça artesanal extrapremium.
Produto muito sofisticado, a Cachaça Cambraia 5 Anos chega ao mercado já premiada. Apresentada inicialmente no mercado externo, recebeu a medalha de ouro de degustação e de embalagem entre as cachaças envelhecidas por mais de três anos na competição “Cachaça Master 2011”, promovida pela revista britânica The Spirits Business, uma das mais importantes publicações européias do setor de bebidas.
Cambraia 5 Anos é um blend de cachaças artesanais produzidas em alambiques do interior de São Paulo e de Minas Gerais. Além de utilização apenas do “coração”, ou “corpo”, a melhor parte da destilação – “cabeça” e “cauda” são desprezados –, o que por si só já garante elevado padrão de qualidade, as cachaças são submetidas a uma série de análises laboratoriais de cromatografia, complementadas por análise visual e gustativa pela equipe da empresa.
Uma vez definido o blend, a cachaça é envelhecida de acordo com os mais altos padrões internacionais – que consideram “envelhecida” a bebida mantida por pelo menos um ano em barril de carvalho.
No caso da Cachaça Cambraia, o envelhecimento se dá em tonéis de carvalho francês de apenas 250 litros. Vale mencionar que, por seu rigor, a Pirassununga é considerada empresa-referência em envelhecimento de cachaça no Estado de São Paulo pelo Ministério da Agricultura.
Resultado desse meticuloso processo, Cambraia 5 Anos é um destilado macio, com toque aveludado, com indícios de baunilha dentro do suave gosto de cana de açúcar e carvalho. A cachaça traz ainda notas de chocolate e amêndoas, características refinadas e elegantes para um destilado perfeito para ser degustado puro, como um ‘single malt’. Sua graduação alcoólica é de 40%.
Com uma embalagem de destaque, Cambraia 5 Anos tem um rótulo diferenciado, no qual um elegante e aristocrático senhor de engenho, símbolo da marca, é impresso diretamente na garrafa, em dourado. A garrafa vem em uma embalagem cartonada branca, com detalhes em dourado, ótima para presente.
Cambraia 5 Anos está chegando agora ao mercado, e pode ser encontrada em empórios finos – entre eles, Casa Santa Luzia, nos Jardins, e Empório Central, no
Shopping Cidade Jardim. Além disso, a bebida está também nos melhores bares e restaurantes, com preço da garrafa de 700 ml no varejo é da ordem de R$ 140,00.
Cambraia 5 Anos é a evolução da Cachaça Cambraia, desde 2009 no mercado com as versões envelhecidas 1 Ano e 3 Anos
O nome “cambraia”, numa associação à maciez e ao sabor suave da Cachaça Cambraia, faz referência ao fino tecido originalmente importado da França e muito
usado no vestuário dos homens mais elegantes do início do século passado. Aliás, naquela época o termo “cambraia” começou a ser usado como sinônimo de cachaça, especialmente pelos senhores de engenho, justamente para ressaltar a nobreza do líquido resultante da destilação.
Top de linha, a Cachaça Cambraia 5 Anos é hoje o produto de maior valor agregado da Pirassununga, indústria que tem em seu portfólio várias cachaças amplamente comercializadas em todo o Brasil e no Exterior.
“A vantagem de termos uma cachaça artesanal sendo uma grande indústria é que podemos cuidar dela com o máximo de atenção. Enquanto a Cambraia descansa nos tonéis para alcançar sua maturidade vamos trabalhando nossos vários outros produtos industriais, fabricados em larga escala”, explica Carolina Steagall de Tommaso Harley, diretora de marketing da Indústria de Bebidas Pirassununga.
A Cachaça Cambraia é produto da Indústria de Bebidas Pirassununga, empresa com sede na Rodovia Anhanguera km 210, Pirassununga, SP, tel. (19) 3561-5433.
http://www.cachacacambraia.com.br/

Foto Mauro Holanda
Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Maria Valduga, o espumante que leva o nome da matriarca da Famiglia Valduga




Meninas e meninos,
Faz algum tempo que degustei pela primeira vez o espumante Maria Valduga, lançado este ano, que além de homenagear a matriarca da família, honra os mais de cem anos da chegada ao Brasil, dos primeiros imigrantes desta família, o que se deu em 1875.
Agora no Natal, fiz questão de que um dos espumantes abertos para esta data festiva fosse o Maria Valduga, que tinha eu a certeza que harmonizaria muito bem com uma carne de porco, sempre presente na mesa nas festas de final de ano.
Pois não deu outra, e além do brinde, que fizemos ao tilintar das taças, fomos brindados pelo belo perlage, mousse explosivo em boca e os aromas de sua permanência em garrafas sobre as borras por quatro anos.
Como todos os espumantes da Casa Valduga, elaborado pelo método Champenoise ou tradicional, é um corte 80% Chardonnay e 20% Pinot Noir, com 50% de mosto flor, ou seja, aquele sumo que escorre quase que sozinho das uvas, sem a prensagem, só pelo peso da carga de uvas sobre elas, um verdadeiro néctar dos néctares, por isso este nome.
Com ótima acidez, lembra ao olfato, brioches, o tostado, e notas florais.
Em boca confirma os tostados, frutas maduras aparecem, algo de maças e pêras doces.
Com muita persistência, fica brincando nas papilas gustativas e com nosso retro-olfato por vários segundos, tornando este espumante ideal companheiro das gastronomias, e não só de brindes desacompanhados.
Uma boa pedida para o Ano Novo também, este espumante faz a alegria de quem gosta de degustar boas bebidas, ainda mais sendo outro bom exemplar Brasileiro!
Casa Valduga
www.casavalduga.com.br

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão


sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Meninas e meninos, FELIZ NATAL



Tudo tem a sua ocasião própria, e há tempo para todo propósito debaixo do céu.
Há tempo de nascer, e tempo de morrer; tempo de plantar, e tempo de arrancar o que se plantou;
Há tempo de adoecer, e tempo de curar; tempo de derrubar, e tempo de edificar;
Há tempo de chorar, e tempo de rir; tempo de prantear, e tempo de dançar;
Há tempo de espalhar pedras, e tempo de ajuntá-las; tempo de abraçar, e tempo de abster-se de abraçar;
Há tempo de buscar, e tempo de perder; tempo de guardar, e tempo de jogar fora;
Há tempo de rasgar, e tempo de coser; tempo de estar calado, e tempo de falar;
Há tempo de amar, e tempo de odiar; tempo de guerra, e tempo de paz.

Eclesiastes 3
"O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem.
Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis."
O tempo não espera por ninguém.
Ontem é história.
O amanhã é um mistério.
O hoje é uma dádiva,
por isso é chamado
de presente...!!
Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

PÃO DE AÇÚCAR TRAZ CAVA EXCLUSIVO PARA O FINAL DE ANO



Meninas e meninos,
Faz algum tempo que me tornei fã de alguns dos vinhos que o Pão de Açúcar importa com exclusividade, e dentre estes os da Bodegas Pinord, que vinifica os rótulos Clos de Torribas.
Provei o Clos de Torribas Tempranillo Crianza 2006, e o achei muito correto, e de ótima relação preço X qualidade.
Agora meus amigos do grupo me informam sobre o Cava Clos de Torribas, que degustei recentemente, igualmente o achei correto e elegante, e o Cava já está disponível nas prateleiras.
Vejam:
Com a proximidade do Natal, as gôndolas da rede Pão de Açúcar se preparam para a data festiva recheadas de opções da bebida favorita da época: o espumante. Dentre os lançamentos para este final de ano, estão a Cava Clos de Torribas (750ml), espumante espanhol produzido com o mesmo método dos Champagnes. O Grupo Pão de Açúcar possui exclusividade de comercialização da marca no Brasil e a traz pela primeira vez ao país nos tipos Demi Sec e Brut. O preço sugerido é de R$ 30.

Elaborado com os varietais típicos dessa denominação, Macabeo, Xare-lo e Parellada, de coloração palha claro, o Cava Brut Clos de Torribas apresenta aromas cítricos delicados. “No paladar, é um espumante com ótimo final. Sua agradável refrescância se deve a acidez muito equilibrada. Queijos delicados e presunto cru são grandes companhias para essa cava”, explica o enófilo e consultor de vinhos do Pão de Açúcar, Carlos Cabral.

Já o Cava Demi Sec Clos de Torribas é elaborado com os varietais Macabeo, Xare-lo e Parellada. O resultado é um cava de coloração palha clara com notas douradas e aromas remetendo a frutas cítricas frescas, com notas delicadas de flores. “O açúcar está muito bem equilibrado com a acidez. Queijos servidos com geléia de frutas amarelas ou presunto cru com melão, são ótimos acompanhantes”, ensina Cabral.
Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Produtores afetados por temporal de granizo pedem auxílio ao governo federal.



Meninas e meninos,
Dando continuidade ao triste relato que iniciei sábado sobre os estragos em nossa produção vitícola no sul do país, como deixei dito, haveria uma reunião neste Domingo, e depois da triste foto do post anterior, vejam quanto granizo caiu, e saibam o que foi exarado da reunião emergencial:
Prejuízos afetaram nove municípios da Serra Gaúcha e cerca de 2 mil agricultores, a maioria viticultores.

O temporal de granizo que caiu na noite da última quarta-feira (14) na Serra Gaúcha atingiu 2 mil produtores rurais. O balanço dos prejuízos foi feito na manhã deste domingo (18) na Prefeitura Municipal de Caxias do Sul, em reunião convocada pelo secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Caio Rocha, com lideranças do setor vitivinícola, sindicatos e secretários municipais da agricultura. O relato com imagens sobre os estragos causados pela intempérie alarmou o representante do Mapa. “Vamos marcar uma reunião com o ministro imediatamente em Brasília, antes do Natal, para vermos como podemos agir para ajudar os produtores”, disse. “Vamos atuar na maior urgência possível”. Caio Rocha pediu que no encontro com o ministro da Agricultura Mendes Ribeiro Filho seja apresentado um relatório detalhado da situação de cada produtor atingido pela chuva de granizo. “Pela dimensão do que ocorreu, temos de tratar dos problemas de forma individualizada”, ressaltou.
Segundo o diretor-executivo do Ibravin (Instituto Brasileiro do Vinho), Carlos Raimundo Paviani, muitos viticultores tiveram perda total. “O pior é que muitos parreirais terão de ser replantados, o que afetará a produção não só deste ano, mas dos próximos”, alertou. O pedido das lideranças presentes é que as dívidas de financiamentos dos produtores atingidos pela chuva de granizo sejam zeradas. Além disso, foram solicitadas medidas que ajudem na sustentação dos produtores. Também foram solicitados mais recursos para o Seguro Agrícola e um projeto de apoio à colocação de telas para proteção dos vinhedos. “Tratamos basicamente de dois temas no encontro: como atender os produtores atingidos e como evitar que perdas como esta aconteçam no futuro”, relata Paviani.
Um dos assuntos levantados na reunião foi o desestímulo dos jovens em permanecer na propriedade. “É mais um forte baque na sucessão rural, um problema que já afeta 60% das propriedades na serra gaúcha”, comentou Raimundo Bampi, do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Caxias do Sul.
A Emater-RS estima que cerca de 80% dos parreirais atingidos pela forte chuva de granizo tiveram perda total. Em Flores da Cunha, 20 milhões de quilos de uva foram perdidos. “Isso representa em torno de 20% da produção de uva do município, o segundo maior produtor de uva do Rio Grande do Sul”, disse o presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Flores da Cunha e Nova Pádua, Olir Schiavenin. Em Bento Gonçalves, aproximadamente 500 hectares foram afetados. Em Caxias do Sul, calcula o prefeito José Ivo Sartori, os prejuízos podem alcançar R$ 25 milhões devido ao temporal com granizo, que afetou 1.200 pessoas em torno de 300 propriedades.

Além de Flores da Cunha, Caxias do Sul e Bento Gonçalves, os danos atingiram produtores de Farroupilha, Nova Pádua, Pinto Bandeira, Cotiporã, Nova Roma do Sul e Veranópolis. A deputada estadual Maria Helena Sartori (PMDB) acompanhou a reunião.
Crédito da foto: Prefeitura de Flores da Cunha
Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

sábado, 17 de dezembro de 2011

Mapa avalia perdas na safra de uva neste domingo em Caxias do Sul



Meninas e meninos,
Infelizmente pelas notícias veiculadas, temo que a safra vitícola tenha uma perda grande, em plena florada, quando surgiu o granizo.
Vejam:

Prejuízos da chuva de granizo que atingiu municípios da região da Uva e do Vinho serão avaliados em reunião entre lideranças do setor vitivinícola e o secretário de Política Agrícola do Mapa, Caio Rocha.
Os prejuízos com a chuva de granizo que atingiu a região da Uva e do Vinho na última quinta-feira (15) serão avaliados neste domingo (18), às 10 horas, na Prefeitura Municipal de Caxias do Sul, pelo secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), o gaúcho Caio Tibério Dornelles da Rocha. Na ocasião, segundo o Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), lideranças do setor vitivinícola apresentarão um relatório sobre as perdas sofridas com a intempérie. O diretor-executivo do Ibravin, Carlos Raimundo Paviani, diz que Caio Rocha vai avaliar a situação para tomar as medidas cabíveis de apoio aos produtores. Conforme informações dos técnicos da Emater-RS, cerca de 80% dos parreirais atingidos pelo granizo tiveram perda total. Também serão analisados os estragos nas lavouras de frutas como pêssego, ameixa, entre outras, com presença de secretários municipais de agricultura dos municípios da região. A forte chuva de granizo durou somente 10 minutos, o suficiente para danificar vinhedos em Flores da Cunha, onde o gelo que se formou no chão parecia neve, Caxias do Sul, Farroupilha, Nova Pádua, Bento Gonçalves, Pinto Bandeira, Cotiporã, Nova Roma do Sul e Veranópolis. O presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Flores da Cunha e Nova Pádua, Olir Schiavenin, afirma que os municípios mais atingidos foram Flores da Cunha e Caxias do Sul. “Os cálculos iniciais apontam uma perda de 15 milhões de quilos de uva somente em Flores da Cunha”, informa. O montante é cerca de 15% da produção de uva de Flores da Cunha, o segundo maior produtor de uva do Rio Grande do Sul.
Na foto, vinhedo em Flores da Cunha
Crédito da foto: Prefeitura de Flores da Cunha
Até o próximo brinde!


Álvaro Cézar Galvão

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Cerveja Colorado Vixnu



Meninas e meninos,
Minha linda amiga Cris Bielecki, assessora da Colorado, me enviou a notícia da agora registrada cerveja Vixnu, uma IPA Imperial(India Pale Ale).
As Ale são de alta fermentação, lembram-se?
As Pale Ale, são mais claras, um pouquinho mais alcoólicas que a maioria das Lager(baixa fermentação).
AS índia Pale Ale ou IPA, dentre ela a já conhecida Colorado Indica, levam mais lúpulo, o que de certa maneira resulta em procedimento de conservação da cerveja, além do característico amargor.
Vejam:
Em 2010, os mestres cervejeiros Patrick Zanello e Matt Brynildson (Firestone Walker) fizeram uma receita colaborativa seguindo a linha da receita original da já famosa Indica. Realçando maltes e lúpulos na receita criaram uma IPA Imperial, que foi chamada de Double Indica, e que agora foi batizada como Vixnu. A receita final foi afinada pela equipe cervejeira da fábrica, junto com as opiniões que sempre são ouvidas dos consumidores e especialistas. A cerveja Vixnu não será pasteurizada e terá toda sua cadeia refrigerada, desde a fábrica, transporte, distribuição até o ponto de venda. Tudo isto para preservar os aromas e os sabores dos lúpulos americanos utilizados na sua fórmula. “Esta cerveja é para quem gosta muito de malte, rapadura e lúpulo. Se você procura uma cerveja aguada, simples e rápida de tomar, não vai encontrá-la nesta garrafa. Por outro lado se você gosta de cervejas extremas vai gostar muito desta IPA Imperial lotada de aromas de cítricos e maracujá, de um belo corpo maltado e amargor agradável e persistente. Vixnu, extrapole com moderação”, diz Marcelo Carneiro da Rocha, proprietário da Cervejaria Colorado.
Nome: Colorado Vixnu (leia-se vishnu), na mitologia hindu, Vixnu (também Vixenu; em hindi विष्णु, transl. Vishnu, da raiz sânscrita vishva, "tudo"), juntamente com Shiva e Brahma formam a trimúrti, a trindade hindu, na qual Vixnu é o deus responsável pela manutenção do universo. Estilo: IPA Imperial Álcool: 9,5% (ABV)
IBU 75-medida de amargor
Cor: Acobreada, levemente avermelhada
Espuma: Cremosa e persistente, forma a conhecida “teia de aranha”
Ingredientes:
Água (Aquífero Guarani)
Maltes: Pilsen e Caramunich I
Rapadura
Lúpulos: Galena, Cascade, Simcoe, Amarillo e Citra.
Dry Hopping
Leveduras: Nottingham/ALE
Cervejaria Colorado
www.cervejariacolorado.com.br

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Novos vinhos da Vinho Sul




Meninas e meninos,
Uma nova série de rótulos de novos vinhos chegaram à vinho Sul, e foram apresentados em um almoço para grande parte dos jornalistas especializados.
R. Pouillon e Fils – Em Village de Mutigny, o até então experiente
produtor de uvas Roger Pouillon inicia, em 1947, a sua produção de
Champagne. Impulsionado e apoiado por Louis Baulant, excelente
enólogo da região e seu tio, Roger, viu seu negócio crescer e atingir uma qualidade inquestionável, prova disso: Seus Champagnes estão
presentes nas principais lojas e restaurantes, em um dos mercados mais difíceis; a própria França.
Os Champagnes R.Pouillons & Fils nas versões Carte Blanche 1ªCru Brut, um Blanc de Blanc; o Cuvée de Reserve Brut, corte tradicional com 70% Pinot Noir; e partes iguais de Chardonnay e Pinot Meunier, o espetacular Fleur de Mareuil Nature 1ª Cru, corte de partes iguais de Chardonnay e Pinot Noir.
H. Cuvelier e Fils – Criada por Henri Cuvelier em 1804, essa importante vinícola avança por Bordeaux e tem em seu portfólio Grands crus e Crus Bourgeois. Atualmente a frente da vinícola está Olivier Cuvelier, responsável por fazer vinhos como Château La Croix Saint Estephe serem apreciados mundo afora.
Degustei o Gulliver AOC Bordeaux 2008 e o L’Orangerie de Ferran 2008 um ótimo AOC Pessac Leognan
Benoit Valerie Calvet & Jacques Lurton– A jovem vinícola fundada em 1985 na
região de Bordeux iniciou suas atividades também comercializando
grandes nomes da região até lançar seus primeiros vinhos em 1987.
Desde o final dessa da década de 1990 a empresa não parou de
crescer, tanto em oferecer seus vinhos produzidos, quanto ofertando ao mundo vinhos da região.
Com dois vinhos, um Bordeaux Supérieur AOC 2009 e o que mais me chamou a atenção, o delicioso Sancerre 2010 AOC do Loire.
100% Sauvignon Blanc com 12,5% de álcool muito equilibrado com a acidez, sem passagem por madeira, fresco, agradável, mineral, cítricos de lima da Pérsia, fruta branca como Abricot, longo, acidez ótima para harmonizações, lembrei logo de algumas entradas com camarões, lulas e mariscos, um Ceviche, ostras, massas à base de molhos lácteos e queijos de cabra.
Não parei de degusta-lo um minuto sequer, vinho indicado para as festas de final de ano, onde entradas frias serão regaladas com sua presença.
Vinho Sul
www.vinhosul.com.br

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Pirarucu Salgado ao Molho de Cebolas, Tomates, Pimentão e Leite de Coco, acompanhado de Viradinho de abobrinha Brasileira e banana-da-terra assada.



Meninas e meninos,
Para falar um pouco mais desta nossa última degustação do Taninos no Tucupi, onde harmonizamos vinhos com gastronomia Brasileira, este título extenso, foi o prato principal de nosso encontro.
Muitos foram os vinhos que se harmonizaram bem, mas alguns foram destaque, segundo minha impressão, que não necessariamente expressou a soma de pontuação coletiva.
Como vinhos exclusivamente, sem harmonia um Livio Felluga Terre Alte 2003 da Mistral, que o amigo Tagliari levou. Estava já declinando, mas ainda cheio de aromas e gostos, não foi um vinho unanime, há de se entender gostos pessoais, e um Prado Rey 2009 que o Ivo levou, rosado de primeira linha, e como sou fã destes vinhos, nem preciso dizer o quanto agradou.
Mas para mi, o vinho que harmonizou por completo com o prato foi o Herrenweg de Turckein Riesling 1998, um Alsaciano da Expand. Ótimo, mineral, ainda com sutil floral apesar da idade e boa acidez.
Com o mineral expressivo, boa acidez, o doce floral, a meu ver, foi complemento importante para a textura do peixe, da “gordura adocicada” do leite de coco, e a extraordinária crocância da farofa ou viradinho.
Quem ganhou como harmonização, foi como disse na postagem anterior sobre o tema, o Casa Lapostolle Cuvée Alexandre 2008 Chardonnay, mas realmente quem ganhou fomos nós, mais uma vez com a experiência fantástica. Harmonia entre gastronomia, amizade, bons vinhos... vejam
Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Languedoc Roussillon tem muito a mostrar em gastronomia e vinhos




Meninas e meninos,
Falar de uma região Francesa sempre dá muito prazer, falar do Languedoc Roussillon, não é menos prazeroso, mas de difícil escolha do texto, porque são tantos e tão bons os vinhos da região, que torna mais difícil a tarefa.
Como grande apreciador dos Limoux, espumantes que são anteriores ao Champagnes, vejam:
http://divinoguia.blogspot.com/2011/05/blanquette-de-limoux-jean-babou-bom-ate.html






e também dos vinhos doces, a região é tão rica que mais de 90% da produção Francesa, provém dela. São VDN (vinhos doce natural), que apesar do nome, levam aguardente vínica a 95% de álcool (mutage), engarrafando alguns mais cedo que outros, preservando suas frutas como os Muscat de Rivesaltes, Vintage Maury e Banyuls Rimage, e outros passando por carvalho como os Rivesalts Hors d’Age, os Banyuls Grand Cru, estes considerados os melhores vinhos de sobremesa de toda a França.
Muitos são os produtos culinários e especiarias da região como as Tapenade sempre com azeite de olivas, que podem conter alcaparras, anchovas, e a maceração de azeitonas.
As deliciosas castanhas confitadas, também conhecidas como Marron, daí o nome marrom glacê, para o doce de castanhas tão apreciado.
Mas os vinhos, estes são de uma variedade e número de deixar qualquer enófilo enlouquecido.
Além dos Limoux e dos VDN, que já citei e dos quais sou fã inveterado, alguns dos mais frescos e deliciosos roses provêm do sul da França.
Com muitas cepas como Muscat, Mouvèdre, Grenache, Syrah, Carignan, além das Merlot, Cab Sauvignon e Chardonnay, o clima e solo Mediterrâneos, produzem tipicidade e mineralidade, levados aos vinhos, tornando-os vinhos fáceis de se gostar.
Languedoc Roussillon, é a maior e mais importante produtora de VDP(vin de pays), assim rotulada pela facilidade com que esta denominação regional, menos rigorosa que as AOC, pode favorecer assemblages e vinificações. A VDP confere maior estatus do que o mais simples VDT (vin de table)
Um rose delicioso é o Rose de l’Hortus 2009, um assemblage de 61% Syrah; 23% Mouvèdre e 16% Grenache, e 13% de álcool, este vinho é um Coteaux Languedoc. Vinho Rose de Saignée, ou seja, as cascas são “machucadas” levemente para que ao “sangrarem” levem um pouco da coloração das mesmas ao mosto.Muito fresco e com boa acidez, aromas de frutas vermelhas mais frescas, confirmadas em boca e um floral deliciosos, além da mineralidade. Eu, que sempre procuro harmonizar os vinhos com gastronomias, degustei-o com um peixe bem leve, um linguado com ervas.
Um tinto da apelação Cotes de Thongue, o Le champ du Coq 2010, 60% Grenache 40% Syrah, já mais robusto, 13,5% de álcool, taninos ainda se mostram, longo, aromas de especiarias, frutas mais maduras e doces, as especiarias da Syrah presentes, para este vinho pensei em porpetas ao sugo, apesar da origem italiana, com arroz integral, e digo que ficou muito bom.
Mas um vinho que me apaixonou, deixando doce lembrança foi o Muscat de Rivesaltes 2006 Domaine Cazes com 15% de álcool.
Aromas florais a mel, frutas adocicadas, apesar da safra mais antiga, cor ainda bem clarinha que não denota a idade Em boca acidez impecável, longo sem ser enjoativo devido à acidez, degustei-o com um queijo gorgonzola já mais curado que tinha na geladeira, e ficou espetacular.
Também com sorvetes de frutas e salada de frutas fica ótimo.
Abaixo as apelações da região

AOC du Rhône
AOC Languedoc
AOC Coteaux du Languedoc
AOC Clairette du Languedoc
AOC Faugères
AOC Saint Chinian
AOC Minervois
AOC Minervois la Liviniere
AOC Cabrades
AOC Malepère
AOC Limoux
AOC Corbières
AOC Corbières Boutenac
AOC Fitou
AOC Maury
AOC Côtes du Roussillon et Villages
AOC Muscats du Languedoc Roussillon
AOC Rivesaltes
AOC Banyuls
AOC Collioure
AOC Côtes de Thongue
Os vinhos degustados foram na ordem:
De la Croix
http://www.delacroixvinhos.com.br/



Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Encontro da confraria Taninos no Tucupi realiza mais uma harmonização brazuca no Restaurante Tordesilhas.



Meninas e meninos,
Em mais uma, a última do ano, reunião da confraria Taninos no Tucupi, que por objetivo maior tem, o de harmonizar vinhos com os pratos tipicamente Brasileiros, os confrades sob a régia condução de nossa mentora, primeira e única, a eficiente e linda Cris Couto, degustamos a belíssima preparação gastronômica que a sempre competente Mara Salles, com a supervisão organizacional do amigo Ivo nos propôs.
Cardápio:
1-Pão de Tapioca- a coisa mais rica, especial e espetacular que já provei em matéria de pãezinhos para couvert .
2-Salada de alface Romana baby, ao molho de limão Cravo, lascas de Tucumã e queijo de Qualho grelhado.
3-Tigelinha de frutos do mar(caldo de Tucunaré com pedaços do peixe, camarão 7 barbas, mini lulas, sururu, batatinha miúda e ovo de codorna).
4-Pirarucu salgado, ao molho de cebolas, tomates, pimentão e leite de coco, acompanhado de Banana da Terra assada e um ma-ra-vi-lho-so viradinho de abobrinha Brasileira, usando a farinha d’água(crocância insuperável).
5-Mix de frutas da Amazônia Peruana, de onde a Mara tinha acabado de chegar de uma expedição gastronômica, contendo: Lúcuma (a coisa mais deliciosa já por mim provada em termos de frutas exóticas, uma polpa saborosíssima), Ubos(cajá, taperebá), Fruta Pepino(parece um melão) e Aguaymanto(physalis), acompanhados de raspadinha de Açaí.
Isto posto, os confrades Agilson Gavioli; Beto Duarte; Cris Couto; Daniel Perches; Ivo Ribeiro; Maurice Bibas; Maurício Tagliari; Ralph Schaffa; Walter Tommasi e eu, desfilamos 12 garrafas dos mais puros néctares, por nós escolhidos para a ocasião.
Claro que depois de muita fumaça preta, a fumaça branca da concórdia vínica se fez presente e “habemos campioni” um, Chardonnay barricado Casa Lapostolle Cuvée Alexandre 2008, importado pela Mistral, que nossa poderosa soberana confreira Cris Couto levou! Diga-se de passagem, que para compensar que o meu vinho não levou a faixa, ao menos votei no campeão.
Para ilustra esta postagem, não colocarei a foto do vinho e nem a das gastronomias perpetradas, estas ficarão para uma segunda e terceiras postagens, mas coloco aqui a mentora destas maravilhas que nos propiciaram momentos únicos ao longo do ano, junto à sua fiel escudeira Talita no Restaurante Tordesilhas, preparando os pratos cuidadosamente, sem nos esquecermos de agradecer à brigada fabulosa que nos atende com “exclusividade”.
Teremos mais, aguardem.
Tordesilhas
http://www.tordesilhas.com


Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

A Tasca da Esquina realiza o Natal Solidário ao ICRIM – Instituto de Apoio à Criança e ao adolescente com doenças renais



Meninas e meninos,
Sabem que nunca me furto em divulgar os bons e sérios eventos beneficentes, ainda mais quando aliados à gastronomia e vinhos.
Pois bem, minhas eficientes e lindas amigas da Anagrama Assessoria, agora me avisam de mais uma iniciativa, com o apoio do Vitor Sobral, Chef português, que abriu aqui no Brasil uma filial de sua Tasca da Esquina lisboeta, e meu grande amigo Cabral, com sua elegância e sabedoria vínicas. Vejam na postagem mais detalhes:
Tasca da Esquina
http://tascadaesquina.com.br



Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Exposição sobre o livro “100 Garrafas Extraordinárias da Mais Bela Adega do Mundo”, do colecionador francês Michel-Jack Chasseuil



Meninas e meninos
Meu amigo de bancos escolares, chef, fotógrafo e editor André Boccato, e as lindas amigas da KRP Relações Públicas, avisam sobre o lançamento de mais uma obra que irá marcar de charme e beleza, além do conteúdo eno-educacional e histórico.
A Editora Boccato, junto com a Editora Gaia, traz para o Brasil o livro “100 Garrafas Extraordinárias da Mais Bela Adega do Mundo”, do colecionador francês Michel-Jack Chasseuil (252 pg, R$ 168,00). Conhecido por sua adega recheada de rótulos notáveis, com cerca de 35 mil garrafas _algumas datando do século 18_ Michel decidiu reunir em seu livro os cem exemplares mais históricos, de 1735 até 2005, com fotografias de Jacques Caillaut.
Para celebrar o lançamento da obra no Brasil, o editor André Boccato selecionou 18 imagens que irão fazer parte de uma exposição na Livraria Gourmet (Rua Augusta, 2542 - loja 8) de 08 de dezembro a 08 de janeiro. As imagens das garrafas selecionadas foram ampliadas em painéis de 50 X 70 cm que serão distribuídos nas paredes da Vila San Pietro, galeria onde está localizada a Livraria.
André Boccato seguiu os mesmos critérios do colecionador e autor do livro para fazer a seleção de rótulos da exposição e procurou incluir garrafas que tivessem relevância histórica.
Dentre as imagens selecionadas, estão a do Petrus safra 1945, considerado um mítico tinto (e o mais caro) do Pomerol, em Bordeaux. “Meu objetivo é reunir todas as grandes safras de grandes vinhos da França, e os melhores vinhos do mundo”, explica Chasseuil na introdução do livro. A coleção começou depois que o autor, após uma carreira na indústria aeronáutica, começou a se dedicar com mais atenção a um vinhedo que herdara na região da Aquitânia. Trocando os vinhos Pomerol que produzia por outros rótulos, ou comprando garrafas raras, Chasseuil aos poucos formou sua coleção.
O autor acredita que seu trabalho deve ser visto como um trabalho de conservação da História do vinho. “Não estou pensando em mim, estou pensando na humanidade”, diz Chasseuil. “Guardo o testemunho de vinhas que já desapareceram. Outras vinhas atuais desaparecerão. Por isso, continuarei conservando os registros”.
Entre os cem vinhos escolhidos para compor o livro, estão itens históricos como um licor Marie-Brizard de 1912, conhecido como Du Titanic _uma cuvée especial de 98 garrafas com purpurina de ouro, feitas especialmente para o transatlântico que afundou no Oceano Atlântico em sua viagem inaugural. Por algum motivo, algumas das garrafas ficaram em terra; quatro delas foram adquiridas pelo fabricante de automóveis Louis Renault, que estava para embarcar no navio, mas perdeu a viagem. Michel-Jack Chasseuil adquiriu a garrafa em um leilão em 1998, e, na época do lançamento do filme Titanic, em 2001, a Maison Marie-Brizard tentou comprar a garrafa, mas Chasseuil não consentiu a venda.
Outros itens históricos da coleção incluem duas garrafas de conhaque Napoléon, Grande Fine Champagne Réserve d’Austerlitz, de 1805 (batizada assim em homenagem a uma das maiores vitórias militares do imperador Napoleão Bonaparte), e do Armagnac Laberdolive 1904, a mais antiga safra deste tipo de vinho disponível em todo o mundo, entre outros.
Alguns itens tem valor sentimental _ a garrafa de Pomerol Petrus de 1914 (o mais antigo vinho do gênero na coleção), por exemplo, foi comprada porque é o ano de nascimento do pai de Chasseuil. Outros valem por sua história: o Muscat de Magaratch 1924, feito na Crimeia, foi fruto da busca do colecionador por grandes rótulos da União Soviética, e era para ser um presente do diretor do Instituto Magaratch em Yalta para o então presidente da França, Jacques Chirac; o diretor acabou concluindo que o vinho seria mais bem cuidado por Chasseuil do que pelo político.
Um dos itens mais preciosos para o colecionador é a garrafa de Porto Quinta do Noval 1931, provavelmente a última em perfeito estado de conservação no mundo, e uma das melhores safras jamais registradas do rótulo, senão o vintage do século. “Eu não a trocaria nem pela Mona Lisa”, diz Chasseuil.
Data: de 08 de dezembro a 08 de janeiro- Evento Gratuito
Horário: das 10h ás 22h - de terça-feira a domingo Livraria Gourmet
Rua Augusta, 2542 - Loja 8 - Cerqueira César
Tel.: (11) 3062-6454
http://www.livrariagourmet.com.br

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

ESPORÃO LANÇA AGUARDENTE MAGISTRA XO


Meninas e meninos
A qualidade dos produtos Esporão é mundialmente reconhecida em seus famosos vinhos, azeites, hospitalidade.
Agora recebo a informação que acabam de lançar uma aguardente vínica extra Gold, exclusiva e puro luxo.
Para os que desconhecem, aguardente vínica é um destilado de uvas, o mesmo que é usado para fortificar os vinhos do Porto.
Ainda não degustei desta joia, mas como disse antes, sabendo do que o nome Esporão faz, não tenho dúvidas em mostra-la aqui.
Vejam mais:
O Grupo Esporão está lançando a aguardente vínica Magistra XO (Extra Gold). Elaborada na região portuguesa Lourinhã, ela resulta de uma parceria entre José Roquette, da Herdade do Esporão, e Carlos Melo Ribeiro, da Quinta do Rol. Uma aguardente que chegou para provar o potencial da tradição portuguesa na produção de destilados sofisticados.
Fruto de terroir único, com fatores geológicos, climáticos e humanos excepcionais, a Magistra tem orientação do enólogo do Grupo Esporão, David Baverstock. A região onde é produzida, Lourinhã, é a primeira demarcação de aguardentes de Portugal e uma das três únicas do mundo, juntamente com Cognac e Armagnac, na França. Por isso, Lourinhã possui características únicas para a produção de aguardentes.
Magistra apresenta um conjunto de aromas e sabores que a tornam absolutamente única e especial. De cor âmbar e aroma intenso de frutos secos, essa aguardente tem um paladar aveludado e um final longo e envolvente. Magistra atende aos requisitos dos verdadeiros apreciadores de aguardente.
Para sua produção, foram selecionadas uvas de vinhas velhas da Quinta do Rol, todas recomendadas pelos estatutos da região. As aguardentes envelheceram mais de dez anos em barris de castanho, carvalho francês e português de diferentes idades. Após isso, David Baverstock escolheu as melhores aguardentes vínicas velhas de 1989, 1990,1995 e 1996, constituindo um único lote de 2.500 litros que permaneceu em barril de madeira até 2008 e só puderam ser comercializados 24 meses depois.
A aguardente Magistra é importada exclusivamente pela Qualimpor e pode ser encontrados em lojas especializadas, supermercados e restaurantes.

Ficha técnica:
Castas: Tália, Malvasia, Fernão Pires, Boal e Alicante Branco
Visual: Cor topázio ligeiramente acastanhado
Olfato: Aroma complexo frutado (frutos secos, noz e amêndoa) com boa madeira, notas de baunilha, de especiaria e ligeiro floral (flores secas)
Paladar: Complexo, macio, com notas persistentes do frutado e das especiarias.
Temperatura de consumo:Temperatura ambiente
QUALIMPOR
0800-7024492
http://www.qualimpor.com.br
Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Mais um pouco da prova de vinhos do Dão

Meninas e meninos,
Mais um vinho dos que mais gostei na prova de vinhos da Região Demarcada Dão, promovida em conjunto pela ViniPortugal e CVR do Dão, é um da Lusovini, que é representada aqui no Brasil pelo já amigo Pedro Dourado.
Degustei desta vez um exemplar branco, com corte de Malvasia Fina e Encruzado, fermentado em barricas com temperatura controlada e com estágio em barricas de carvalho usado por 4 meses, com uma produção algo interessante numericamente; somente 3333 garrafas.
Álcool na casa dos 13,5%, bem integrados com uma bela acidez, untuosidade que até no olfato se faz sentir junto com sutil mineral e algo cítrico de frutas brancas.
Em boca é longo, macio, com muito frescor, acidez ótima, confirmando frutas brancas como maça verde e abricó, e o toque cítrico.
Faz-me pensar imediatamente em uma caldeirada de frutos do mar, com um toquezinho de coentro, para dar frescor, ou talvez uma salada onde o queijo de cabra seja utilizado, até mesmo uma carne de porco sem exageros em molhos e sucos.
Para saber mais deste vinho e de outros da Lusovini.
pedrodourado@brasvini.com.br
http://www.lusovini.com
Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Expand promove degustação vertical inédita do Brunello di Montalcino Cerretalto da Casanova di Néri



Meninas e meninos,

Em recente degustação vertical do Brunello di Montalcino Cerretalto da Casanova di Néri, pude observar que estes também despertam paixões semelhantes às que os Barolos. É assim: ama ou odeia e pronto!

Sinceramente, em meu ponto de vista, não deveríamos ser radicais quanto aos vinhos, pois estes são como nós,seres vivos, em eterna transmutação, sendo que uns para o bom, outros para nem tanto, e ao menos eu, procuro entender isso.

Sou amante dos bons vinhos, sejam eles daqui ou dali, assim ou assado, desta ou daquela safra e uvas, enfim, quando gosto escrevo sobre eles, quando não gosto nada comento, pois creio não ser preciso alardear o quanto não gostei de determinado vinho, e sim aclamar o quanto gostei.

Nesta degustação ao que o título se refere, comentada pelo proprietário e enólogo Giacomo Néri, que a convite da Expand veio ao Brasil, pude observar bem as diferenças entre as safras apresentadas.

Casanova di Neri é um dos nomes de maior prestígio no setor de vitivinícola internacional. A força da propriedade, estabelecida em 1971 se mantém até hoje graças à paixão e expertise de Giacomo Neri, herdada de seu pai, Giovanni Neri, juntamente com os 135 hectares de vinhedos distribuídos nas melhores áreas de Montalcino.

Os resultados dessa combinação são vinhos únicos com características excepcionais e personalidade. Um grande exemplo é o Brunello 2001 Tenuta Nuova, classificado em primeiro lugar no Top 100 da Wine Spectator.

A propriedade possui 36 hectares plantados a uma altura entre 250 e 350 metros, em uma região dividida em quatro áreas distintas. O vinhedo mais antigo é o "Fiesole”, situado a 350 metros a nordeste de Montalcino. As uvas de "Fiesole" produzem o Brunello di Montalcino Tenuta Nuova.

Próximo ao Rio Asso, está localizado o "Cerretalto”, adquirido em 1986 e que possui um único e inconfundível terroir, proporcionado pela sua posição ao leste de Montalcino.

Degustamos 4 safras do Brunello de Montalcino Cerretalto, as de 2004; 2003; 2001 e 1999, que foram servidas nesta ordem.

Elaborados somente com uvas de safras que tiveram as estações do ano perfeitas e principalmente cultivadas na mesma vinha, numa área de 4 ha, com produção de cerca de 5 cachos por pé, o Brunello de Montalcino Cerretalto caracteriza-se por sua singularidade, devido às particularidades do solo e clima. Amadurece em barricas de carvalho pequeno por cerca de 27 meses e depois na garrafa por mais 30 meses. Possui aromas ricos e uma qualidade mineral surpreendente, é um vinho com uma vida longa em adega.

Harmoniza com carnes vermelhas de caça, na brasa e com queijos maduros. O vinho deve ser aberto entre duas a três horas antes de ser servido, e a temperatura ideal é entre 16° e 18 °C, antes de servir coloque-o em um decanter.
-Brunello de Montalcino Cerretalto 2004, vinho ainda muito jovem, aromas frutados e balsâmicos, aparecendo mineral e floral, e um certo toque protéico, de charcutaria com o passar do tempo. Em boca taninos ainda potentes, acidez muito boa, aliás, o mais ácido do painel, deverá ser daqui alguns anos uma jóia da coroa.

-Brunello de Montalcino Cerretalto 2003, com sua cor mais evoluída que o anterior, apesar de apenas um ano de diferença, apresenta o balsâmico, floral e frutado, menos protéico, menos potente e mais pronto.

-Brunello de Montalcino Cerretalto 2001, meu vinho preferido do painel, em que pese o 1999 também estar fantástico. Frutas presentes, floral e mineral, não apresentando o protéico dos outros, em boca as frutas e o mineral, taninos já delicados, apesar de presentes, indicando que ainda vai longe, o mais persistente de todos em minha opinião.

-Brunello de Montalcino Cerretalto 1999, o mais pronto deles, frutas e floral abundantes, longo, gostoso e fácil de gostar.

Ainda para minha surpresa, degustamos o Pietradonice, um Cabernet Sauvignon 2005 com 14,5% de álcool, aromas frutados, mineral sutil, aparece novamente a proteína, álcool aparece um pouco no olfato, mas não em boca, onde está bem equilibrado com taninos e uma esplendida acidez, chega a ser “doce”, com toques de couro, e cânfora aparecendo. Vinho primoroso, de uva Francesa, em solo de ônix, na Toscana.

Até que ponto a globalização interfere no processo não sei, mas que o vinho é bom, isto é mesmo e foi consenso em minha mesa.
Os vinhos da vinícola Casanova di Neri são: Brunello di Montalcino, Brunello di Montalcino Tenuta Nuova, Brunello di Montalcino Cerretalto, Pietradonice, Rosso di Montalcino e Rosso di Casanova di Neri.
Expand
www.expand.com.br

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão





quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Man Vintners é trazido ao Brasil pela Vinho Sul.



Meninas e meninos,

A Vinho Sul, importadora que tem aumentado seu catálogo de forma a agregar bons vinhos a preços honestos, nos presenteou com almoço, onde a assessoria da amiga Denise Cavalcante e sua fiel escudeira Simone Converso, foram as organizadoras.

Quem apresentou os vinhos a nós, o Jorge Gonçalves, project manager da vinícola, é um alemão português ou quem sabe português alemão, de uma vinícola sul-africana, que usa cepas do sul da França; muito cospomolita esta interação, e contando um pouco da estória da vinícola revela:.

Man Vintners, começou com a idéia de três amigos que se uniram para produzir o vinho que gostariam de apreciar.
José Conde, Tyrrel Myburgh e Phillip Myburgh iniciaram o projeto em 2001 com a idéia de produzir um vinho com boa qualidade, bom preço e boa embalagem.
Para manter o bom relacionamento entre todos os envolvidos, pegaram as iniciais das três esposas, Marie, Anette e Nicky, surgindo assim a MAN, para “justificar”em parte ausência dos três durante muitos finais de semana...
As vinhas da empresa se concentram em Perdeberg, região de solos com excelente retenção de água, que produzem vinhos concentrados, saborosos e picantes, refletindo muito bem o estilo ousado do terroir. O sucesso e a evolução da empreitada é visível, hoje a MAN Vintners é credenciada pelo WIETA, o que atesta sua produção sócio-ambiental, produz 100.000 caixas e já exporta seu saboroso vinho para 12 países.
Degustamos alguns dos vinhos da linha mais básica, um Pinotage e um Merlot, ambos Wine of Origem Coastal Region.
Além destes, degustamos uma linha acima, os Tormentoso, onde dois se destacaram.
1-Old Vine Chenin Blanc 2010-Wine of Origem Paarl, que passa 40% do vinho desde a fermentação até 5 meses, em carvalho e sobre suas borras, dando-lhe uma ótima característica de corpo, sem perder seu excelente frescor. Bom para entradas, saladas, queijos mais ácidos e cremosos, frutos do mar, massa com molhos mais lácteos e leves.
2-Syrah & Mouvedre 2009- Wine of Origem Paarl, corte de Syrah(80%) e Mouvedre, com 14,5% de álcool.Após a fermentação e posterior malolática, passa por barris, com cerca de 30% deles novos, durante 10 meses.
Mineral e floral, alem do frutado, coco e especiarias aparecem no olfato. Em boca, muito boa acidez, equilibrado com taninos e álcool, confirmando principalmente as frutas e especiarias.Bom para carnes de cordeiro, galinha D’Angola, pato, carnes em molhos.
O melhor ainda viria com a confirmação de que a linha mais básica tem seu preço ao redor dos R$32,00 e a Tormentoso R$49,00.
Vinho Sul
www.vinhosul.com.br

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

A Importadora Vinos Y Vinos apresenta uma degustação de vários Champagnes Philipponnat.



Meninas e meninos,
O que pode haver de melhor, do que uma degustação de Champagne, com este calor e próximo das festas de final de ano?
Pois bem, fui convidado para esta verdadeira festa, onde junto a vários amigos jornalistas, editores de revistas, enófilos, formadores de opinião, pude saborear alguns exemplares que ainda não conhecia desta casa de Champagne das mais tradicionais.
Com a apresentação de Vianney Gravereaux- diretor de exportações da casa, pudemos observar o que chama de “estilo Philipponnat”, e que é marca registrada de todas as 700.000 garrafas/ano, pouco perto de gigantes, pois representa apenas 0,2% do total destes vinhos.
Com 70 ha de produção, sendo 20 ha de sua propriedade e outros 50 ha de parceiros, onde a Pinot Noir é a cepa mais plantada, esta casa desenvolve seus vinhos de maneira fiel a uma tradição de bom gosto e elegância desde os primórdios, estando hoje na 16ª geração Philipponat, é ou não é para se pensar?
Conservando em suas caves, alguns exemplares de mais de 50 anos, conseguem demonstrar a excelência em longevidade de seu Champagne, que historicamente sempre foi apreciado pelos requisitos de qualidade, complexidade e estrutura.
Começamos com o Philipponnat Royale Réserve Brut, corte de 40% a 50% Pinot Noir, 30% a 35% Chardonnay e 15% a 20% Pinot Meunier, com 12% de álcool e 8g/l de açúcar.
Em seguida o Philipponnat Grand Blanc 2004, um 100% Chardonnay de vinhedos Grand Cru e 1° Cru 12 % de álcool e 5/l de açúcar, o que o torna extra-brut. Parte dos vinhos passa por madeira.
Philipponat Cuvée 1552 Rosé 2003, corte de 60% Pinot Noir e 40% Chardonnay, também com uvas de vinhedos Grand Cru e 1º Cru, com 12% de álcool, algum vinho passando por madeira na fermentação e envelhecendo 5 anos sobre as borras.Muito bom, com aromas florais, frutas como morangos, especiarias, todos confirmados e boca, longo, fresco com mousse explosiva.
Philipponnat Cuvée 1552 Grand Cru 2002, corte de 60% Pinot Noir e 40% Chardonnay, 12% de álcool mesmo processo da rose.
Philipponnat Clos Des Goisses 2000, o top da casa, onde Vianney pediu que se aerasse em decanter. Degustei sem decantar e confesso que para meu gosto, fica muito melhor, ganha em frescor e mousse. Realmente ótimo com mel e fritas, algo de tostados no olfato, mineral em boca.
Ainda degustamos o Pilipponnat Reserve Rose Brut.
Todos estavam muito bons, mas os 1552 em especial o Rose, foram os que me chamaram a atenção, além do Clos Des Goisses.
Fomos brindados com jantar no Apriori Cuccina Italiana do amigo Chef Juliano Melo, que fez menu harmonizado.
Vinos Y Vinos
www.vinosyvinos.com.br

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Chaves Oliveira e o vinho Almad’or

Meninas e meninos,
Ontem levei o vinho Almad’or, um Cab.Sauvignon 2010, de Castlila la Mancha, importado pela Chaves Oliveira, para os alunos de minha aula no SENAC Águas de São Pedro degustarem e descreve-lo.
A turma o definiu assim, no que concordo:
Cor rubi violáceo, brilhante, vinho jovem, não denotando idade. Aromas frutados, das frutas bem maduras, couro, algo de cítrico(talvez frutas mais frescas e ácidas, lembrei-me de pitanga ou cereja vermelha, tabaco e depois de algum tempo chocolate).
Acidez bem marcada em boca, confirmando as frutas maduras e o fundo cítrico, o que faz supor passagem por madeira, não por muito tempo. Taninos presentes, mas já resolvidos, nos levando a pensar em consumo imediato. Álcool de 13,5% bem equilibrado. Depois de algum tempo em taça abre um canforado, eucalipto, comum nos Cabernets do Chile, e certo floral lembrando mel.
Em razão do álcool e da acidez, é um bom acompanhamento para gastronomias variadas, como carnes vermelhas, assadas ou grelhadas, massas com molhos mais ácidos, alguns queijos.
Vinho para o dia-a-dia foi a conclusão mais óbvia, dependendo do preço que não consta do site, e o que a globalização faz; na terra dos Tempranillo, um Cabernet varietal!
Chave Oliveira
www.chavesoliveira.com.br
Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Wines of Chile e os ícones Chilenos

Meninas e meninos
Ao ser convidado para a apresentação de vinhos ícones, os quais expressam a diversidade de terroirs Chilenos, fiquei entusiasmado, pois quem fez a apresentação foi meu amigo, consultor e escritor Carlos Cabral, que dispensa apresentações, e mais; quem fez o serviço de vinho no Fasano, local escolhido para esta ocasião, foi o não menos amigo e que também dispensa maiores apresentações, Manoel Beato.
Relacionando os vinhos, podem ver a dificuldade em nomear um escolhido para esta postagem.
Microterroir Carmenere (Viña Casa Silva), Don Melchor (Concha y Toro), Ocio 2009 (Viña Cono Sur), Coyam (Viña Emiliana), Haras Elegance (Viña Haras de Pirque), Domus Aurea (Viña Quebrada de Macul), Don (Viña Santa Helena), Casa Real 2007 (Santa Rita), Zavala (Viña Tarapacá), Tabalí Payen (Viña Tabalí), Pangea (Viña Ventisquero), Viu 1 (Viu Manent), Erasmo (Reserva de Caliboro) e Chaski Petit Verdot (Pérez Cruz), Lot Pinot Noir(Leyda), Syrah Reserva(Falernia), 1865 Limited Edition Syrah-Cab Sauvignon(San Pedro), Lota(Cousiño-Mavul) e para a sobremesa um Late Harvest o Eclat Botrytis(Valdivieso).
Com o Brasil dentre os três principais mercados de exportação, Juan Somavia, managing Diretor do Wines Of Chile-WOC, diz que em 2012, as ações no Brasil serão mais abrangentes ainda do que foram em 2011.
Indo direto para os vinhos degustados, o vinho Casa Real 2007 um Cab Sauvignon da Santa Rita, sempre encanta seja em qualquer situação.
O Ócio 2009, o primeiro ultrapemium Pinot Noir do Chile, nos deixou a todos muito impressionados.
Começando pelos meus preferidos, e de 5º para 1º, não que os outros não citados não sejam bons, mas ai entrando o meu gosto pessoal, temos;
5º- Lota 2006 da Cousiño Macul, um corte de 85% C.Sauvig e 15% Merlot, com 15 meses de carvalho e 14% de álcool.
4º- Haras Elegance 2007 da Viña Haras de Pirque, um corte de 75% C.Sauvig, 12% Syrah e 3% C.Franc, com 16 meses em carvalho e 14,5% de álcool.
3º- dois vinhos empataram: o orgânico Coyan 2009 da Emiliana, corte de 12% C.Sauvig, 17% Carmenere, 31% Merlot, 3% Mouvedre e 34% Syrah, com passagem de 14 meses em carvalho e com 14,9%, e Chaski Petit Verdot 2008 da Pérez Cruz, corte de 92% Petit Verdot, 5% Carmenere e 3% Cot, passando 15 meses em barril e com 14,2% de álcool.
2º Don Melchor 2007 da Concha y Toro, corte de 98% C.Sauvig e 2% C.Franc, com passagem de 15 meses em barril e com 14,5% de álcool.
Primeiro lugar, mas poderia estar empatado com todos os anteriores, ganhou nos detalhes, o Syrah Reserva 2007 da Viña Falernia.
O que menos passa por madeira, sendo 60% do vinho por 8 meses, e com 14% de álcool.
Olfato muito intenso de especiarias, pimenta do reino, frutas maduras e floral, que foi mostrando depois de algum tempo o mineral, confirmando as frutas e as especiarias em boca, longo, encorpado, taninos presentes e macios. O mineral de abre também em boca depois de algum tempo, e mesmo depois de esquentar na taça, pode-se perfeitamente degusta-lo sem problemas e sem perder a riqueza de seus aromas e palato.
Para harmonizar com a entrada fantástica de uma polenta rústica com queijo Talllegio, escolhi o Don Melchor.
Para as costeletas de cordeiro, envoltas em crosta de pão de miga e ervas frescas, e acompanhado de lentilhas, o Falernia.
Depois meu médico insiste em que eu emagreça, pode isso? Vocês conseguiriam?
Ch2A-Assessoria do Wines of Chile
http://www.ch2a.com.br
Wines of Chile
http://www.winesofchile.org
Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Festival vinhos de Portugal em Restaurantes



Meninas e meninos,
Quando vejo uma boa iniciativa onde, aliada à gastronomia, temos o apelo dos vinhos, fico muito feliz, afinal, esta é a “minha praia”.
Sempre disse, pois acredito firmemente nisso, que a melhor maneira de iniciármos alguém nos prazeres dos vinhos, é através da gastronomia.
Quando em palestras sempre brinco com a alusão de que comer, aprendemos com nossas mães, desde os primeiros minutos de nossa existência, já as bebidas alcoólicas, aprendemos muito mais tarde, e por vezes da maneira errada.
Fui com a minha eficiente e muito linda amiga Anna, da Vinho Brasil, testar o festival em um dos restaurantes participantes, que a minha não menos eficiente e linda, porém morando mais distante, no Rio de Janeiro, Andréa, que assessora a ViniPortugal, já havia me avisado, e mandado a relação dos locais.
Vários deles, já conhecia, sendo que em alguns deles sempre vou, ou a convite ou por mim mesmo, mas um deles, fazia anos que não voltava, e me chamou logo a atenção, o Restaurante Bar Antiquarius.
Dentre os vinhos, vários deles muito conhecidos e ótimos, os da Cia das Quintas Prova Régia(fantástico) e o Quinta de Pancas(espetacular), Esporão, Crasto, Manoel Poças Jr, Van Zellers, e alguns não conhecidos como um deles, o Sobreiro Velho 2010, um Alentejano.
Dentre os pratos do cardápio especialmente montado e harmonizado com os vinhos do festival pelo competente Araújo, um nos despertou o apetite, o Bacalhau à Lagareiro, onde o Araújo fizera a indicação de um tinto Alentejano, e a Anna assim como eu, que não conhecíamos o Sobreiro Velho, logo pedimos os dois, o prato e o vinho.
Soberbo prato(aparece na foto), o vinho muito bom, mas, confesso que cometi um engano, levado pela região. Muito aromático, frutado, especiarias, confirmando em boca as frutas, morango, cerejas, boa acidez, álcool 14%, tudo indicava ser o vinho o acompanhamento perfeito, mas pelo corpo do prato, o vinho, mais leve, não encarou. Untuosidade do prato nadando em azeite, o álcool fez bonito, mas como o vinho era muito frutado, degustado sozinho, muito bom, mas não acompanhou como disse o prato. Acontece não raras vezes, a teoria ser abatida pela prática, e vi que para aquele prato, o corpo do vinho terá que ser mais austero. Problema? Nenhum. Comemos e bebemos com gosto, pois a harmonia reinava entre nós, a casa, o Araújo, e como sempre digo também, harmonia é um todo!
Vejam um pouco mais:
A ViniPortugal, associação que promove os vinhos portugueses pelo mundo, realiza o Festival de Vinhos Portugueses, de 14 de Novembro a 4 de Dezembro.
ViniPortugal sorteará viagem entre clientes participantes: O cliente que carimbar o seu mapa de Portugal três vezes, ou seja, participar três vezes da ação nos restaurantes integrantes do festival poderá participar do sorteio que o brindará com uma viagem a Portugal, com direito a acompanhante.
Conheça a lista dos restaurantes:
- Antiquarius: Alameda Lorena, 1884 - Jardins
- Bacalhoeiro: Azevedo Soares, 1580 – Tatuapé -Cosi Santa Cecilia: Rua Barão de Tatuí, 302 – Santa Cecília
- Cosi Vila Nova: Rua Jacques Felix, 381 – Vila Nova Conceição
- Grill Hall: Rua Pedro de Toledo, nº 1361 - Vila Mariana
- Materello: Rua Fidalga, 120 - Vila Madalena - O Pote do Rei: Rua Joaquim Antunes, 224
- Porto Rubaiyat: Rua Amauri 225 - Itaim Bibi
- Purpurina Oficina das Pizzas: Rua Purpurina, 517 - Vila Madalena
- Restaurante do MUBE: Av. Europa, 218 - Tasca da Esquina: Alameda Itu, 225 - Jardins
- Trindade Alphaville: Alameda Rio Negro, 111 – Alphaville Industrial – Barueri
- Trindade Itaim: Rua Amauri, 328 – Itaim Bibi - Ville du Vin: Alameda Tocantins, 75 – Alphaville
Face Book: we love portuguese wines

Vídeo


Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Com vinhos elegantes e diferentes, o Dão procura seu espaço.

Meninas e meninos,
A CVR Dão(Comissão Vitivinícola Regional do Dão) e a Vinhos de Portugal, com a sempre competente assessoria das meninas da CH2A, realizou uma mostra de seus vinhos, tendo entre eles algumas vinícolas que estão à procura de importadores.
Com aumento de 22% nas exportações para o Brasil somente nos 10 primeiros meses deste ano, quando comparados com igual período do ano passado, esta região situada no centro de Portugal, onde os solos graníticos, altitudes variando de 400 a 700 m, e ocupando uma área de 20.000 ha de vinhas, vem mostrando a força de seus mais de 1000 anos de história, a força da tradição, e o saber em seus vinhos com personalidade própria.
Falar do Dão, é sempre lembrar de que foi lá que a Touriga Nacional, esta uva que se tornou símbolo de Portugal, foi cultivada pela primeira vez.
Alfrocheiro, Tinta Roriz, e Jaen nas tintas e Encruzado, Bical, Cercial Branco e Malvasia Fina nas brancas, estas castas estão produzindo vinhos que cada vez mais agradam ao paladar dos enófilos.
Degustei vinhos fantásticos dentre os mostrados, com alguns já bem conhecidos como os da Quinta da Pellada, de Álvaro Castro; os vinhos da Dão Sul; os da Lusovini.
Mas um em especial, e por ser varietal, me chamou muito a atenção, e me foi mostrado pela Quinta de Lemos, e que ainda não tem importador no Brasil, e da uva Jaen.
Todos os vinhos varietais desta Quinta, só são engarrafados em anos que o enólogo considere muito bons e que expressem o caráter das variedades dos quais são feitos, caso contrário, entram nos cortes dos seus outros vinhos.
O vinho, o Quinta de Lemos Rótulo Violeta Jaen 2007, provem de vinhas de 7 anos de idade, colheita manual, e estagia por 15 meses em barris de carvalho francês. São produzidas apenas 9.000 garrafas deste néctar.
Seus 14,5% de álcool, muito bem integrados com uma ótima acidez e taninos macios, não se impõem, ao contrário, ajudam ns harmonizações enogastronômicas. No olfato muita fruta, especiarias como a pimenta do reino e algo do cravo, e depois de algum tempo se mostra ser mineral. Em boca confirma o frutado com morangos e ameixas vermelhas, um tostado gostoso sem excesso, e o mineral.
Longo, agradável e ótimo para acompanhar gastronomias variadas, como massas com molhos vermelhos, carnes assadas e grelhadas, um caça de penas, queijos.
Como ainda não têm importador no Brasil, aqui vai a dica para os amigos que lêem minhas postagens, vale a pena conferir este vinho, e falem com:
Eduardo Figueiral,
eduardo@quintadelemos.com
ou
Manuela Esteves
manuela@quintadelemos.com
ou
Hugo Chaves- enólogo
hugo@quintadelemos.com
ou
Quinta de Lemos
www.quintadelemos.com
Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Comprar vinhos sem provar, só com indicação.

Meninas e meninos,
Ontem em uma aula que dei no SENAC, me perguntaram se eu compro vinhos sem antes ter degustado e aprovado, ou sem que tenha recebido indicação de alguém idôneo.
Disse que depende, pois há situações a definir, e vamos a elas.
1-Se a compra é efetivada em loja especializada, importadora ou site da mesma, ou pela internet, onde hoje existem bons sites de compras, ok, sem problemas, desde que haja alguém que assuma a responsabilidade da escolha dos vinhos, tanto na importadora, quanto na loja e na web.
2-Mesmo quando não conhecemos os vinhos, mas o responsável pela seleção dos mesmos, seja em qual veículo de vendas for, é confiável e conhecedor da matéria, sabemos que a seleção tende a catalogar o que tenhamos de melhor no mercado.
Claro que gosto é muito pessoal, e temos pessoas que escolhem por preço, por uvas, por paises, mas via de regra, em qualquer lugar destes citados, devemos encontrar bons exemplares para todos os gostos e bolsos, senão a seleção não foi a mais perfeita, ao menos em minha opinião.
Faz algum tempo, fiz meu cadastro no site de compras exclusivo COQUELUX, onde somente por convite, é possível ser admitido, e agora, para minha grata surpresa, fiquei sabendo que a responsável pela área de vinhos, é minha amiga Eliana Araújo, que assim como eu, deixou sua formação profissional de lado, para viver a magia dos vinhos como profissão. Claro que não podia deixar passar em branco esta oportunidade, e por e-mail fiz algumas perguntas para ela, e vejam suas respostas:
DivinoGuia: Eliana, depois que largou a atividade de sommelière em restaurantes, o que mais te motivou a continuar no mundo dos vinhos?
Eliana Araújo: Investi muito em conhecimento, editei de forma independente as três edições do Passaporte do vinho, e escrevo o quarto neste momento. Sou movida a desafios, depois de quase 10 anos de trabalho em restaurantes, em 2010 senti, a necessidade de buscar novas fronteiras de trabalho, me tornei colunista da Revista Casa e Comida.
DG: Onde mais atua?
E.A: Percebi em pesquisas acadêmicas que o comportamento do consumidor de vinhos passa por um fenômeno de globalização, onde as compras on-line tornaram-se uma fonte de excelentes descobertas de uvas raras e vinhos de vinícolas boutique, e passei a me interessar por este meio de vendas. Lembra que quando nos encontramos em uma degustação algum tempo atrás, lhe disse que teria novidades?
DG: Então o convite do Coquelux caiu como uma luva?
E.A: Recebi o convite para realizar uma consultoria ao site Coquelux, era o ingrediente que faltava para atuar de forma personalizada no universo brasileiro de vinhos que atualmente dispõe de aproximadamente 22.000 rótulos, e nada melhor do que me tornar uma Personal Sommelière para realizar escolhas especiais para o seu dia-a-dia. Ter uma mente efervescente lembra um bom Champagne...na temperatura ideal para não explodir, perlages continuas formando um delicado colar de pérolas com seu mousse, acidez equilibrada para negociar bons vinhos e finalização intensa sempre com a meta de surpreender os paladares mais exigentes. Sempre digo que ser Sommeliére é a condição de ser uma embaixadora da cultura do vinho, que deve preocupar-se sempre em compartilhar seus conhecimentos. Um brinde ao nosso encontro!
DG: Parabéns minha amiga e porque não, parabéns à Coquelux e aos seus cadastrados.
Entrando no site Coquelux, utilize o link abaixo que a Eliana me mandou.
http://bit.ly/t4efTO
Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Importadora Vinci Vinhos apresenta os vinhos Terra Andina




Meninas e meninos,
Em uma degustação na novíssima e muito bem montada loja da Vinci Vinhos localizada nos jardins, fomos apresentados pela amiga Sofia Carvalhosa, a eficiente e linda assessora da Vinci, aos vinhos da vinícola Terra Andina e à não menos bela Pámela Gruettner, responsável pela vinícola, que nos acompanhou na degustação.
Numa variada estrutura onde, os vinhedos próprios e de parceiros escolhidos se somam, Terra Andina inova dentro da vinicultura Chilena, livre de preconceitos e tabus, focada na qualidade de vinhos que contem a história do terroir de onde suas uvas vieram, trabalhando para apresentar vinhos para aqueles que tenham prazer em experimentar novos estilos e blends.
Degustei 10 vinhos sendo 3 da linha Terra Andina Altos, o top Terra Andina Suyai, e os da linha Terra Andina varietal, incluindo 2 reservas.
Confesso que gostei dos brancos degustados, um Sauvignon Blanc e um Chardonnay, ambos safra 2009, mas o Terra Andina Sauvignon Blanc 2009, muito aromático, com floral exuberante, diferente até dos vinhos deste varietal, frutas cítricas presentes, confirmadas em boca, longo e com boa acidez, um bom vinho para gastronomias variadas e de verão, como ceviches, saladas de folhas verdes e com frutas como maças verdes e pêras, massas com molhos lácteos, foi o meu preferido dos brancos.
Dos tintos, sem contar o top Suyai, gostei muito do Reserva Syrah 2006, blend de 85%Syrah e 15% Cab.Sauvignon, com passagem de 50% do vinho em madeira de carvalho francês por 10 meses e os outros 50% ficando 5 meses. Muitas especiarias como cravo e canela, frutas maduras, confirmando as especiarias principalmente a canela, e as frutas em boca.
Equilibrado em taninos, presentes, mas macios, bom para harmonizar com carnes grelhadas e assadas, também com queijos e algumas pizzas, como a de calabresa.
Vinci Vinhos
www.vincivinhos.com.br

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Pimentas, de vilãs a remédios: Ver para crer



Meninas e meninos,
Como consumidor voraz de pimentas, sempre leio sobre elas e suas propriedades.
Cada vez mais me convenço de que são realmente um santo remédio para vários mal-estares.
Claro que as nutricionistas, pelo menos algumas que conheço, têm restrições ao seu uso, mas pelo cada vez maior interesse sobre elas, e não digo somente pela gastronomia, creio mesmo que em breve serão elas levadas à redenção, como alguns outros alimentos, outrora observados pelo olhar de crítica, como o abacate, as amêndoas em geral, o ovo, já o foram.
Recebi uma matéria, pena que sem assinatura, falando sobre elas.
Com o devido resguardo do ver para crer das obras científicas, e lembrando que em pequenas quantidades elas não interferem tanto com os vinhos como se falava antes, inclusive de outros alimentos, como os feijões, o aspargo, o ovo, a alcachofra, e com a harmonização adequada, vamos a elas.
Quem coloca a pimenta no dia-a-dia está levando, além de tempero, uma série de medicamentos naturais: analgésico, antiinflamatório, xarope, vitaminas, benefícios que os povos primitivos descobriram há milhares de anos que agora estão sendo comprovados pela ciência.
A pimenta do reino faz bem à saúde e seu consumo é essencial para quem tem enxaqueca. Essa afirmação pode cair como uma surpresa para muitas pessoas que, até hoje, acham que o condimento ardido deve ser evitado. A pimenta traz consigo alguns mitos, como por exemplo, o de que provoca gastrite, úlcera, pressão alta e até hemorróidas. Nada disso é verdade. Por incrível que pareça, as pesquisas científicas mostram justamente o oposto! A substância química que dá à pimenta o seu caráter ardido é exatamente aquela que possui as propriedades benéficas à saúde.
No caso da pimenta-do-reino, o nome da substância é piperina. Na pimenta vermelha é a capsaicina. Surpresa! Elas provocam a liberação de endorfinas - verdadeiras morfinas internas, analgésicos naturais extremamente potentes que o nosso cérebro fabrica! O mecanismo é simples: Assim que você ingere um alimento apimentado, a capsaicina ou a piperina ativam receptores sensíveis na língua e na boca. Esses receptores transmitem ao cérebro uma mensagem primitiva e genérica, de que a sua boca estaria pegando fogo. Tal informação gera, imediatamente, uma resposta do cérebro no sentido de salvá-lo desse fogo: você começa a salivar, sua face transpira e seu nariz fica úmido, tudo isso no intuito de refrescá-lo. Além disso, embora a pimenta não tenha provocado nenhum dano físico real, seu cérebro, enganado pela informação que sua boca estava pegando fogo, inicia, de pronto, a fabricação de endorfinas, que permanecem um bom tempo no seu organismo, provocando uma sensação de bem-estar, uma euforia, um tipo de barato, um estado alterado de consciência muito agradável, causado pelo verdadeiro banho de morfina interna do cérebro. E tudo isso sem nenhuma gota de álcool!
Quanto mais ardida a pimenta, mais endorfina é produzida! E quanto mais endorfina, menos dor e menos enxaqueca. E tem mais: as substâncias picantes das pimentas (capsaicina e piperina) melhoram a digestão, estimulando as secreções do estômago. Possuem efeito carminativo (antiflatulência). Estimulam a circulação no estômago, favorecendo a cicatrização de feridas (úlceras), desde que, é claro, outras medidas alimentares e de estilo de vida sejam aplicadas conjuntamente. Existem cada vez mais estudos demonstrando a potente ação antioxidante (antienvelhecimento) da capsaicina e piperina. Pesquisadores do mundo todo não param de descobrir que a pimenta, tanto do gênero piper (pimenta-do-reino) como do capsicum (pimenta vermelha), tem qualidades farmacológicas importantes. Além dos princípios ativos capsaicina e piperina, o condimento é muito rico em vitaminas A, E e C, ácido fólico, zinco e potássio. Tem, por isso, fortes propriedades antioxidantes e protetores do DNA celular. Também contém bioflavonóides, pigmentos vegetais que previnem o câncer.
Graças a essas vantagens, a planta já está classificada como alimento funcional, o que significa que, além de seus nutrientes, possui componentes que promovem e preservam a saúde. Hoje ela é usada como matéria-prima para vários remédios que aliviam dores musculares e reumatismo, desordens gastrintestinais e na prevenção de arteriosclerose. Apesar disso, muitas pessoas ainda têm receio de consumi-la, pois acreditam que possa causar mais mal do que bem. Se você é uma delas, saiba que diversos estudos recentes têm revelado que a pimenta não é um veneno nem mesmo para quem tem hemorróidas, gastrite ou hipertensão
Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Vinícola Mont Marçal apresenta seus Cavas em almoço harmonizado

Meninas e meninos,
Em uma reunião muito prazerosa, coordenada pela amiga Denise Cavalcante, onde foram reunidos vários jornalistas e enófilos junto aos representantes da Importadora Vinho Sul, Flávio Queiroz e Fábio Gregório, fomos apresentados aos bons Cavas, os espumantes espanhóis, da vinícola Mont Marçal, pelo seu representante Jaume Garcia.
Uma das mais recentes aquisições no portfólio da importadora, os espumantes chegam em 4 versões, que provamos com vontade e de bom grado, com a gastronomia típica espanhola do Don Curro.
Sob a D.O Cava, a Mont Marçal, fundada em 1975 por Don Manuel Sancho, tem hoje a vinícola, como dirigente, Blanca Sancho, filha do fundador.
A casa que abriga a adega, é uma construção originalmente do séc XIV, e sua propriedade conta com 40 ha de vinhas com as variedades Macabeo, Xarello e Parellada para os espumantes, Conta também com a Tempranillo e as variedades francesas Chardonnay, Merlot e Cabernet Sauvignon.
Provamos os Cavas Palau Brut e Palau Semi-Seco, e os Monta Marçal Brut Reserva e Cava Gran Cuvée Brut.
Todos os vinhos se apresentaram muitos interessantes, frescos e agradáveis, com o Palau Brut se mostrando muito interessante para harmonizações gastronômicas devido aos seu intenso frescor.
O Palau Semi-Seco, mesmo sendo de uma categoria de espumantes onde meu paladar não se sente à vontade, apesar dos 35g/l de açúcar residual, este não chega a incomodar, pois sua acidez notável, ajuda a equilibrar o dulçor.
Mas o meu preferido foi mesmo o Cava Gran Cuvée Brut:
40% Xarello; 25% Macabeu, 20% Parellada e 15% Chardonnay, com envelhecimento mínimo de 15 meses em garrafa, tem uma cor amarelo claro, com aromas complexos, variando conforme o tempo em taças.
Primeiro abrem-se os cítricos como a cidra e lima da Pérsia, depois aparece um doce de marmelo, florais e sutil mineral. Em boca confirma as frutas, o mineral, e tem um leve amargor final que não chega a incomodar, fica apenas a lembrança. Com o passar do tempo, aparecem os tostados tão requisitados nos bons espumantes.
Com apenas 8 g/l de açúcar e acidez ótima, se presta muito bem a várias combinações no campo da gastronomia, fiquei pensando num polvo, por exemplo...
Vinho Sul
www.vinhosul.com.br
Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Espumante Courmayeur Retrato Nature



Meninas e meninos,
Logo mais, as 19:30 hs de hoje no Club Transatlântico, o Espumante Retrato da Vinícola Courmayeur será apresentado aos jornalistas e enófilos presentes.
Eu tive o privilégio de já tê-lo degustado, e em primeira mão, coloco aos leitores e seguidores do DivinoGuia esta prova.
Vinificado pelo processo Charmat, o Retrato é um Nature (espumantes Nature não levam nenhuma adição de açúcar final no licor de expedição, são os mais secos na classificação dos Espumantes. Sua elaboração deve ser perfeita, com vinho base de excelente harmonia e qualidade, para que se possa obter um espumante de sabor fino e aromas impecáveis)100% de uvas Chardonnay de Garibaldi na Serra Gaúcha.
As uvas Chardonnay do espumante Retrato provem exclusivamente do vinhedo Colina Verde C1, localizado em Garibaldi, em altitude de 644 m. O vinhedo possui sete anos de idade e encontra-se a 29º 13'10'' S de latitude e 51º 34'03'' W de longitude, em solo de textura franco-argilosa, com 110 cm de profundidade. As videiras estão conduzidas em sistema Y, com espaçamento de 2,5 x 1,3 m. A expressão de um terroir único revela a singularidade de cada safra, o seu Retrato. Os espumantes elaborados sob este conceito permitem a melhor expressão das características do solo e dos clones da videira. As uvas foram colhidas manualmente no dia 17 de janeiro de 2011, com 17º babo.
Aromas muito frutados, cítrico predominando e algo floral, com perlage fino e abundante, confirmando em boca o frutado, é fresco e fácil de beber, degustei-o ao redor dos 6ºC.
Ótima acidez, longo e expressivo, o que me motivou a harmoniza-lo com uma pescada no cartoccio (aquele “envelope” de papel alumínio ou papel manteiga, no qual embrulhamos o alimento para que faça a cocção em seu próprio suco, sem perde-lo).
Coloquei apenas azeite, algumas ervas para aromatizar a pescada, e raspas de limão Siciliano. Ficou ótimo.
Uma boa pedida para as festas de final de ano que se aproximam, sob o calor tropical de nosso verão.
Clube da Champa
http://www.clubedachampa.com

Vinícola Courmayerur
www.courmayeur.com.br

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Fernando Alarcón, Representante do MOVI com seu vinho Starry Night Syrah 2010.



Meninas e meninos,
Continuando a mostrar os belos vinhos que degustei junto ao MOVI-Movimiento de Viñateros Independientes, tenho que dizer que foram tantos os bons vinhos degustados que até fica difícil falar de um.
Gostei muito do Lot # 27 Old-vine Carignan Field Blend 2010 da vinícola Garage Wine Co.
Corte de 80% Carignan de vinhas velhas e 11% Grenache, e com 13,9% de álcool, que totalmente integrado com taninos presentes e bons, e acidez, que é ótima, faz deste vinho uma novidade Chilena, pois estas uvas não são assim tão comuns por lá em seus vinhos.
Como a maioria dos associados MOVI, é uma produção pequena, não à toa, seu nome Garage, engarrafando cerca de 3500 unidades deste vinho, que passa por madeira “neutra”, segundo o enólogo, por dois invernos.
Muita fruta fresca no olfato, mineralidade à mostra, boca confirmando as frutas, certo floral no retro-olfato lembrando mel(que segundo o enólogo não é do barril). Bom para carnes vermelhas, lembrei-me logo de cordeiro, caças como a galinha d’Angola, um pato ensopado ou simplesmente assado, devem ficar bons com ele.
Vinho espetacular, um dos melhores dentre os bons vinhos do painel.
Outro vinho que não posso deixar de comentar e postar é o Starry Night Syrah 2010, da vinícola de mesmo nome.
Olfato muito frutado, com frutas ainda frescas, nada daquelas já supermaduras, com especiarias e sutil floral. A madeira não se sente, creio, que não passe de 6 meses em barril.
Em boca confirma os frutos, boa acidez, o que muitas vezes falta nos Syrah, e apesar de bem alcoólico, com 14,5%, não incomoda mesmo quando esquenta na taça, pois seu equilíbrio entre taninos, presentes e mostrando sua potência, acidez e álcool, é muito boa.
Longo, encorpado e deixando a sensação de boca fresca ao final, é bom para gastronomias com carnes vermelhas, como o tradicional cordeiro, quem sabe uma boa costela no bafo, e queijos mais fortes.
Para melhor conhecer estas preciosidades, entre e contato com MOVI
www.movi.cl

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão