sábado, 26 de abril de 2014

Panorama dos espumantes do Hemisfério Sul com Steven Spurrier, editor da revista Decanter Magazine, o mesmo do famoso Julgamento de Paris lembram?



 
Meninas e meninos,

Com a ilustre presença do conhecido e respeitado wine-jornalist Steven Spurrier, e com participação essencial do Ibravin, da Fecomércio São Paulo, do Wines of Brasil, Strauss e WSET, tivemos um painel que creio seja a primeira vez que tenha sido efetuado com espumantes do hemisfério sul, compreendendo os seguintes países: África do Sul, Argentina, Austrália, Brasil, Chile, Nova Zelândia.

Foram degustadas 11 amostras de espumantes destes países vinificadas pelo método Charmat e 10 amostras pelo método tradicional.

Darei aqui meu testemunho daquilo que degustei, e não vou entrar no mérito da votação pelos jurados, pois em verdade não há exatamente ganhadores e perdedores no certame, mas sim comparações de estilos, se bem que alguns países enviaram amostras em menor número que outros, prejudicando a meu ver o painel.

Outro dado importante é que tínhamos conhecimento dos países, sendo, porém a prova às cegas, sem conhecermos os produtores, e também em meu entendimento a degustação deveria ter sido totalmente às cegas.

Método Charmat: Empataram em minha análise amostras 6 e 8, respectivamente Brasil-Cordelier Brut e Chile Concha Y Toro Brut. Com leve vantagem acima destes, a amostra 10 da Nova Zelândia- Silene Sparkling Brut.
Método Tradicional:Amostra 6 isolada, um meu velho conhecido, o Casa Valduga 130.

Os resultados dos jurados foram um pouco diferentes dos meus, sendo o mais votado no método Charmat a amostra 10(coincidiu com a minha análise) e no tradicional a amostra 5 o Millèsime da Miolo, mas, como disse antes, não era um julgamento, apenas comparações de estilos.

A palestra de Steven Spurrier foi muito boa, com alguns alertas interessantes como:  
“Champagne no Brasil? aqui vocês têm seus belos espumantes”.
“O mercado do Reino Unido, que é dos maiores, vê os espumantes superando os Champagnes”.
“Champagne é Black tie, o Prosecco é casual chique”.
“O Brasil tem que se preocupar mais em definir um estilo de espumante do que criar vários, isto fica para depois que o consumidor conhecer e reconhecer estes vinhos”.

Parabéns aos participantes do júri, pela ordem na foto da esquerda para a direita:
Eduardo Ivoti-Marcelo Copelo-Roberto Rabacino-Suzana Barelli-Dirceu Vianna-Steven Spurrier-Mauro Zanus-Patricio Tápia-Christian Burgos-Horst kissmann-Diego Arrebola
Parabéns aos organizadores.
Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

 

 

 

 

4 comentários:

Anônimo disse...

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Álvaro Cézar Galvão disse...

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Álvaro Cézar Galvão

Peter Sousa disse...

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Cumprimentos

Álvaro Cézar Galvão disse...

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