domingo, 1 de junho de 2014

Este é o Brasil em que vivemos


 
 

 
 
Meninas e meninos,
Copa com obras atrasadas e superfaturadas, sem o principal que é o que realmente ficará para a população.
Telefones mudos, como os meus, e já não é a primeira vez no mês de Maio.
Fiquei sem telefone durante 5 dias no meio do mês de Maio, mas a linha da internet estava ok.
Agora, desde sexta-feira, dia 30-05-2014, estou sem as duas linhas, e a Vivo nada faz, pede 48 horas, depois que estas passam e não fazem nada, irão pedir mais 48 horas, porque esta é a resposta padrão.
Lenovo? Não comprem nada desta empresa que diz ser a maior do mundo, pois ao menos aqui neste país de ninguém, ele faz o que quer, não atende quem comprou dela algum aparelho, no meu caso Notebook, e ainda faz pouco caso coma amilhares de reclamações de usuários enganados que postam no seu site, no facebook e outros.
Estou usando um recurso extra para postar este, para que não pensem ter eu saído em férias e não avisado.
E adianta reclamar neste país?
Como a foto mostra, um bobo da corte atrás do outro e o chocolate adoçando a boca do povo
Até o próximo brinde!
Quando?????
Álvaro Cézar Galvão
 
 

 

 

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Seminário sobre a Bourgogne com Jean Claude Cara que disse:“Quer conhecer um pouco dos vinhos da Bourgogne, fique lá ao menos um ano”.


 

Meninas e meninos,
Tenho ao longo desta minha vida de enófilo praticante, frequentado muitos cursos e seminários ligados ao tema, que só me engrandecem em conhecimento e experiência.
Alguns deles são bons, outros medianos, poucos são ótimos, mas raros são excelentes.
Ser um curso ou seminário excelente requer modéstia, humildade, além do conhecimento de quem ministra.
Foi o que vi no seminário ministrado pelo amigo Jean Claude Cara sobre os vinhos da Bourgogne e uma de suas 5 grandes regiões produtoras, Chablis promovido pelo BIVB (Bureau Interprofissionel des Vins De Bourgogne em conjunto com o SENAC.
Começo com uma citação do Jean, feita no final das sete horas e meia de seminário:
“Para os profissionais do vinho, se pudesse dar um conselho, diria que se especializem em uma região, com sua história, sua tradição, suas lendas, sua gastronomia, sem perder tempo em querer saber tudo e de tudo sobre o mundo vitivinícola global”.
Perceberam a grandeza do conselho?
Parabéns Jean, e felicito ao SENAC pela parceria com o BIVB, além de incitar aos participantes das duas turmas que tiveram o privilégio de participar do seminário que pratiquem o conselho do Jean.
Ainda postarei sobre os belos vinhos dos dois painéis, mas não posso deixar de registra que nas duas baterias de degustação. A primeira com vinhos das 5 regiões e a segunda com Chablis que os que mais me agradaram foram na primeira bateria o Chablis 1ºer Cru Vaillons 2010 Jean-Paul e Benoit Drouhin e no segundo o Chablis 1ºer Cru Montmains 2010 Joseph Drouhin.
O primeiro com olfato a frutos secos, sutil anis ao fundo, cítrico, confirmados em boca e acidez boa.
O segundo, cítrico, mineral(fósforo leve e um calcário a giz) em boca frutado cítrico confitado, seco, longo, redondo ótimo!
Será coincidência ou descubro aqui uma tendência?
Preciso urgentemente degustar muitos mais exemplares destes para tirar a prova.
www.brasilbourgogne.fr

VEJA SEMPRE O SITE  WWW.DIVINOGUIA.COM.BR
Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

 

 

 

sábado, 26 de abril de 2014

Panorama dos espumantes do Hemisfério Sul com Steven Spurrier, editor da revista Decanter Magazine, o mesmo do famoso Julgamento de Paris lembram?



 
Meninas e meninos,

Com a ilustre presença do conhecido e respeitado wine-jornalist Steven Spurrier, e com participação essencial do Ibravin, da Fecomércio São Paulo, do Wines of Brasil, Strauss e WSET, tivemos um painel que creio seja a primeira vez que tenha sido efetuado com espumantes do hemisfério sul, compreendendo os seguintes países: África do Sul, Argentina, Austrália, Brasil, Chile, Nova Zelândia.

Foram degustadas 11 amostras de espumantes destes países vinificadas pelo método Charmat e 10 amostras pelo método tradicional.

Darei aqui meu testemunho daquilo que degustei, e não vou entrar no mérito da votação pelos jurados, pois em verdade não há exatamente ganhadores e perdedores no certame, mas sim comparações de estilos, se bem que alguns países enviaram amostras em menor número que outros, prejudicando a meu ver o painel.

Outro dado importante é que tínhamos conhecimento dos países, sendo, porém a prova às cegas, sem conhecermos os produtores, e também em meu entendimento a degustação deveria ter sido totalmente às cegas.

Método Charmat: Empataram em minha análise amostras 6 e 8, respectivamente Brasil-Cordelier Brut e Chile Concha Y Toro Brut. Com leve vantagem acima destes, a amostra 10 da Nova Zelândia- Silene Sparkling Brut.
Método Tradicional:Amostra 6 isolada, um meu velho conhecido, o Casa Valduga 130.

Os resultados dos jurados foram um pouco diferentes dos meus, sendo o mais votado no método Charmat a amostra 10(coincidiu com a minha análise) e no tradicional a amostra 5 o Millèsime da Miolo, mas, como disse antes, não era um julgamento, apenas comparações de estilos.

A palestra de Steven Spurrier foi muito boa, com alguns alertas interessantes como:  
“Champagne no Brasil? aqui vocês têm seus belos espumantes”.
“O mercado do Reino Unido, que é dos maiores, vê os espumantes superando os Champagnes”.
“Champagne é Black tie, o Prosecco é casual chique”.
“O Brasil tem que se preocupar mais em definir um estilo de espumante do que criar vários, isto fica para depois que o consumidor conhecer e reconhecer estes vinhos”.

Parabéns aos participantes do júri, pela ordem na foto da esquerda para a direita:
Eduardo Ivoti-Marcelo Copelo-Roberto Rabacino-Suzana Barelli-Dirceu Vianna-Steven Spurrier-Mauro Zanus-Patricio Tápia-Christian Burgos-Horst kissmann-Diego Arrebola
Parabéns aos organizadores.
Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

 

 

 

 

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Esta semana promete ser das mais movimentadas para o setor dos vinhos.


Meninas e meninos,
Em pleno feriado temos aos menos três eventos grandes sobre vinhos, e estes são apenas o começo de uma semana muito movimentada para o setor.
Amanhã começa a Expovinis, a maior feira de vinhos da América Latina, e com ela palestras e mais palestras, degustações comentadas, almoços e jantares com produtores.
Ao findar da semana, sábado dia 26 de Abril começando as 14 h, uma bela mostra de vinhos a “Au Vin Wine shop and Tasting Bar”, onde serão degustados mais de 50 rótulos, em ambiente com música.
Ingresso a R$ 120,00 com R$ 40,00 revertidos em compras dos vinhos.
Au Vin é uma importadora pequena que importa e distribui os vinhos da vinícola libanesa Massaya, e também funciona como loja e restaurante distribuindo vinhos de pequenas e seletas importadoras, uma boa razão para fazer uma visita ao evento deste sábado.
Au Vin
R. Diogo Jácome, 475-Loja B-V.N.Conceição
Tel: 11 4561-2896
Até o próximo brinde!


Álvaro Cézar Galvão

sábado, 19 de abril de 2014

Almoço de páscoa e o tradicional bacalhau são companheiros, mas com qual vinho?



Meninas e meninos,

Para um almoço, bastam três vinhos e uma cerveja.
Meus dotes culinários foram mais uma vez postos à prova, pois recebi visitas importantes e todas ávidas pela aventura gastronômica que eu iria proporcionar, então resolvi testa-los com três diferentes vinhos para a harmonização e uma cerveja para os mais resistentes ao sublime néctar.
Para o bacalhau, postas limpas e dessalgadas de lombo do Gadus Morhua, embaladas uma a uma( me lembra do drops Dulcora...).
Muita cebola, alho o quanto eu creio que baste, pimentão vermelho, mais doce, para contrapor pimenta Cambuci( ao invés do pimentão verde que acho bom, mas é mais indigesto para alguns), azeite exta virgem DOP Monte Etna- Natale,  e um ingrediente que cada vez mais uso, a pimenta de origem Mapuche, o Canelo Tree.
Água fervente, coloco as postas e quando abre novamente a fervura as retiro, está pronto o peixe, sim, bacalhau é peixe, mesmo os portugueses afirmando o contrário!
Batatas cozidas na mesma água do bacalhau para saboriza-las, retiradas “al dente”, pois ainda irão ao forno, colocadas uma parte sobre a forma untadas com azeite, a fritada, postas de bacalhau, generosas porções de azeite, mais fritada e batatas, e azeitonas pretas para finalizar.
Deixo descansar por meia hora e forno pré-aquecido e deixo até o azeite borbulhar.

Vinhos:
O Rose, o Muga 2009 Riojano, para a entrada é ótimo, muito floral e mineral, também mostra frutado, combina bem com a fritada aromática, mas espero mais dos outros dois vinhos.
O Klein Cosntantia Sauvignon Blanc, com 13,5% de álcool pega bem o bacalhau, vinho sul africano com alguma salinidade, cítricos suaves, e aveludado em boca. Tem álcool para o azeite e o amido das batatas, Muito bom.
O Esporão Reserva 2009 com 14,5% já senhor pela idade, redondo, amanteigado, frutas secas, cítrico presente, alguma mineralidade lembrando pó de giz, longo, se deu muito bem, afinal fala a mesma língua do bacalhau ora pois!
Testada a cerveja belga Tempelier, não fez feio de modo algum. Limpou a boca, espuma vigorosa e firme, uma blond legítima.
Para que tantas sensações? Ora prática amigos, testes, “litragem” é tudo na harmonização.
Recomendo que façam a mesma viagem enogastronômica e tenham seus respectivos comentários e conclusões.
O azeite Siciliano Natale, varietal de olivas Nocellara, é um dos melhores que tenho provado, e combina bem com o prato.
NÃO SE ESQUEÇAM WWW.DIVINOGUIA.COM.BR
Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

 

sábado, 5 de abril de 2014

Quality Wine 5ª edição

Meninas e meninos,
Mais uma bela iniciativa para a melhoria da qualidade, do incremento da vendas e troca de informações sobre o consumo e consumidor.

Quality Wine mostra novas tendências de comercialização e experiências de consumo

5ª edição do evento traz na programação palestras sobre construção de marca, canais de venda online, enoturismo e gastronomia com cases de sucesso internacional

Novas formas de comercialização dos produtos vitivinícolas, experiência de consumo e de valorização das marcas serão os pontos chaves do 5º Quality Wine, que ocorre nos dias 10 e 11 de abril, em Bento Gonçalves, paralelamente ao Salão de Tecnologia para Enologia e Viticultura (Vinotech). O evento, promovido pelo Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), é voltado prioritariamente ao setor vitivinícola, mas é aberto ao público com palestras sobre a inovação da comercialização de vinhos nos canais tradicionais, conceito de marcas, novas ferramentas para o enoturismo e participação dos vinhos brasileiros nos canais de venda online.
Na abertura, às 14h, o diretor editorial da revista Prazeres da Mesa, Ricardo Castilho, falará sobre alimentação fora do lar e a valorização da gastronomia brasileira: oportunidade para alavancar o consumo dos vinhos brazucas. Em seguida, o sommelier Rodrigo Albuquerque apresentará o case Restaurante Aprazível e o sucesso da sua carta de vinhos brasileiros. O empreendimento foi eleito por três anos consecutivos, pela revista Prazeres da Mesa, como detentor da melhor carta de vinhos brasileiros. No encerramento do primeiro dia, o diretor executivo da Wine.com - segundo maior site para venda online de vinhos no mundo -, Anselmo Endlich, apresenta as perspectivas  e oportunidades para o vinho brasileiro no e-commerce.
O segundo dia abre com uma palestra que tem como objetivo fazer os participantes saírem da zona de conforto. O diretor criativo da marca Cavalera, Alberto Hiar, conhecido como Turco  Loco, apresentará o case Cavalera: a experiência além do produto. "A palestra foi inserida na programação para que o setor conheça formas de inovar na construção de marca, no conceito de produtos e na importância da criatividade como ferramenta estratégica", explica o gerente de Promoção do Ibravin, Diego Bertolini.
A segunda palestra mostrará a experiência do vinho no ambiente digital, com o fundador da Wineducation Marketing Online e Social Business, Sebastian Torres. No encerramento, a diretora comercial dessa instituição, Jael Lena, falará sobre as estratégias, ferramentas e resultados para conquistar o novo consumidor.
Diego Bertolini reforça que neste ano o Quality Wine é associará o enoturismo a novas experiências de consumo. "São dois pilares estratégicos e que se complementam. É um evento com grande foco na inovação, que trata também de gastronomia e novas formas de comercialização, sempre com viés de aumentar as vendas dos produtos vitivinícolas", reitera.
SERVIÇO
5º Quality Wine: O mercado do vinho e as diversas possibilidades de conquistar o consumidor
Data: 10 e 11 de abril
Horário: das 14h às 18h
Local: Parque de Eventos de Bento Gonçalves
Inscrições: gratuitas (vagas limitadas) pelo site www.envasebrasil.com.br, até o dia 8 de abril
Organização: Ibravin, com apoio da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Agronegócio (Seapa/RS)
NÃO SE ESQUEÇA DE VISITAR O SITE : WWW.DIVINOGUIA.COM.BR
Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão


sábado, 29 de março de 2014

Garibaldi terá o primeiro condomínio residencial vitivinícola do Brasil



 
Meninas e meninos,
Do jeito que a coisa anda, em breve teremos muitos empreendimentos similares, bom para a região, melhor ainda para quem quer ter seu próprio vinho, no caso espumante.
Vejam:
Garibaldi terá o primeiro condomínio residencial vitivinícola do Brasil
Já pensou em produzir seu próprio espumante? O Brasil acaba de aderir à onda dos condomínios vitivinícolas. Em Garibaldi, o Terroir Vinhedos Exclusivos, é a primeira experiência no gênero e terá como produto o espumante. O lançamento conceitual foi realizado pela Lex Empreendimentos Imobiliários com assessoria do Grupo M. Stortti Consultoria, nesta quinta-feira, dia 27 de março, às 10h, nas dependências do Hotel Hilton Morumbi, em São Paulo.
O evento reuniu a grande mídia nacional e nesta sexta-feira, dia 28, o lançamento será realizado em Porto Alegre, para a mídia do Rio Grande do Sul. O empreendimento de luxo, estará localizado no coração do Vale dos Vinhedos, em território garibaldenses, região reconhecida internacionalmente como importante área para o plantio de uvas e produção de espumantes. O investimento será de R$ 30 milhões.
O Terroir Vinhedos Exclusivos ocupa um terreno de 284.029 metros quadrados, próximo ao loteamento Alto das Videiras. Na primeira fase, serão vendidos 58 lotes de cerca de mil metros quadrados cada um, por R$ 450 mil. Além das videiras, que começam a ser plantadas neste ano, e das caves e instalações ligadas ao espumante, haverá um hotel boutique com 26 lofts, cuja bandeira está em negociação. O espaço de lazer inclui sala de jogos, piscinas, quadras e uma área de preservação ambiental de mais de 42 mil metros quadrados. A taxa condominial, que contempla a produção das 600 garrafas anuais, será por volta de R$ 30 mil ao ano.
Uma comitiva de Garibaldi, formada pelo prefeito, Antonio Cettolin, secretária de Turismo e Cultura, Ivane Fávero, presidente da Câmara de Vereadores, José Bortolini, presidente da Apeme, Luciano Frubbel, presidente da CIC, César Ongaratto acompanhou o lançamento do projeto.
Na ocasião, a secretária de Turismo e Cultura, Ivane Fávero, reforçou que essa proposta inovadora posicionará Garibaldi como um dos principais destinos do enoturismo no Brasil. Essa experiência nova, já conhecida em outros países, onde fizemos pesquisas e percebemos que essa era uma tendência atual, tem muito mais que um valor no aspecto material, vai auxiliar a posicionar Garibaldi como a capital do Espumante, onde se fazem os melhores produtos e um dos principais destinos de enotutismo do Brasil finaliza.
O prefeito Antonio Cettolin, comemora o lançamento do empreendimento e lembra a preocupação do município, que sempre foi de fortalecer o espumante, que nasceu aqui há 100 anos. Este empreendimento, vem fortalecer ainda mais o produto. Isso será um marco para Garibaldi, reforçará a imagem da nossa cidade, do nosso produto e será importante economicamente, uma vez que tratá compradores de todo o país que certamente movimentarão nosso comércio e empresas. Mais uma vez parabenizamos a família Siviero por proporcionar esse momento diferente à Garibaldi explica o prefeito Cettolin.
Como surgiu
A ideia surgiu para resgatar Garibaldi como berço do espumante. "Tentamos materializar essa busca de autoestima num projeto imobiliário", conta Maurenio Stortti, diretor da empresa de consultoria, que chama a região de "Toscana Brasileira", e conta atrair empresários do triângulo Rio/São Paulo/Minas.
Como costuma acontecer nesses empreendimentos, não apenas o enólogo se torna um chamariz, a equipe de arquitetos também. No projeto brasileiro, toda a área ligada ao vinho foi entregue ao escritório de arquitetura Bórmida y Yanzón, de Mendoza, na Argentina. "Recorremos a estrangeiros, já que queríamos uma solidez técnica e ainda não havia um projeto destes aqui", explica Stortti.
A dupla de arquitetos Mario Yanzón e Eliana Bórmida soma inúmeros projetos semelhantes nos últimos anos e é referência em matéria de vinícolas. Na Argentina, eles assinaram as Bodegas Salentein e Norton, e em Portugal, a Quinta do Seixo Sogrape. Em 2010, pela Bodega Diamandes, ganharam o Great Wine Capitals como melhor arquitetura e paisagismo do mundo.
Espumantes personalizados
A moda, que já pegou em Portugal, Espanha, Argentina e outros países do Novo Mundo, consiste em seduzir pessoas comuns a produzirem um produto para chamar de seu. Para dar consistência ao projeto, o empreendimento gaúcho traz um nome de peso: o engenheiro agrônomo e enólogo chileno Mario Geisse. Proprietário da Família Geisse, em Pinto Bandeira, e enólogo da Casa Silva, no Chile, ele é uma figura de destaque internacional. Para Mario Geisse, a experiência é instigante: "Nunca participei de um projeto assim. Tenho toda a estrutura da minha vinícola e 35 anos de conhecimento no assunto para compartilhar".
O empreendimento brasileiro é um híbrido entre os que existem em outros países. Aqui, não haverá videiras no quintal de cada um. O espaço reservado para o plantio de uvas (das variedades chardonnay e pinot noir) é o mesmo para todos os proprietários. A fermentação e parte da elaboração do espumante serão feitas nas instalações da Família Geisse, de acordo com o método tradicional francês. A fase final acontecerá nas caves do condomínio. Os proprietários terão direito a 600 garrafas por ano e escolherão características fundamentais da bebida: porcentagem de uvas, tempo de maturação, estilo (nature, brut, extra brut) e rótulos. As primeiras garrafas devem estar prontas em cinco ou seis anos.
Crédito das fotos: Valéria Loch
Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão