quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Tradição e competência, meu nome é Dinho’s.



 
Meninas e meninos,                                                                                                              
Normalmente me demoro alguns dias para postar sobre os eventos aos quais compareço, pois vejo assim uma oportunidade de expor por mais tempo o foco do texto, visto que os amigos jornalistas presentes, mais afetos aos encantos da modernidade via celular, ao mesmo tempo em que degustam os líquidos e sólidos, já os colocam em degustações eletrônicas em fotos, salas de bate-papo, faces isto, faces aquilo. Eu, mais conservador, preciso de tempo para digerir, o faço devagar, sem pressa mesmo, bem ao gosto dos antepassados mineiros e caipiras paulistas.               Mas hoje, não tenho como evitar compartilhar quase de imediato a experiência, que motivada pelo convite da querida e eficiente, leia-se também eficiente e querida, amiga Alessandra Casolato, assessora competente da casa, e que me causou sensações gastronômicas impares. Aonde? No novo endereço do tradicional Dinho’s: 
Dinho’s Steak  House.                                                                                                                                            
Com ambientação jovem e descontraída, Fuad Zegaib, o próprio “Dinho”, no endereço do Mabella & Ton Ton, aplicou sua expertise de mais de 50 anos com foco nas carnes de qualidade invejável, ajudado por um responsável pela seleção das mesmas, já feita em suas casas mais antigas. O elogiado serviço e qualidade do Mabella & Ton Ton, conduzido por Paulo Zegaib, filho de Fuad, será mantido no Dinho’s Steak House e o cardápio à la carte ganha carnes de luxo como o Kobe, do gado Wagyu, considerada a carne mais macia do mundo. No Dinho’s Steak House será possível apreciar dois cortes do Wagyu: contrafilé e bife ancho com graus 4 e 6 de marmoreio – critério que indica a acumulação de gordura intramuscular na carne bovina e define sua maciez.                           
“Nosso objetivo é oferecer a melhor carne de São Paulo. A seleção dos produtos irá acompanhar desde o abate dos animais até a chegada da carne à cozinha do Dinho’s Steak House, garantindo a altíssima qualidade dos pratos que estamos preparando”, resume Paulo Zegaib.                                                                                                                         
Além do Wagyu, o cardápio do restaurante traz carnes Brangus com o prime rib, T-bone e o bife em tira, uma das inovações do “Seu Dinho” em 1960, quando ele inaugurou o Dinho’s Place, seu primeiro restaurante. Destaque também para o Leitão do Paulão, (assado de um dia para o outro) com tutu de feijão, couve e arroz que será servido aos sábados como prato do dia e durante a semana sob encomenda.                          
Na entrada da casa, aos moldes das steak houses norte-americanas, uma “vitrine” deixará exposta toda a variedade dos cortes oferecidos pelo novo Dinho’s, e optei por mostrar esta foto, pois os pratos têm que ser vistos ao vivo, para logo a seguir poderem ser degustados.                                                                                                                
Dinho’s Steak House-Rua Jerônimo Veiga, 153 – Itaim Bibi.                                                                   
11 3079.1049                                                                                              
www.dinhossteak.com.br                                                                                                                     
Até o próximo brinde!                                                                                                                                 
Álvaro Cézar Galvão

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

terça-feira, 6 de novembro de 2012

VIP WINE PROMOVE HAPPY HOUR COM VINHOS


 
Meninas e meninos,

Meus amigos da Gabinete de Comunicação, pedem para avisar sobre este momento descontraído com vinhos;                                                         Vejam abaixo:
Na próxima quarta-feira, dia 7 de novembro, às 20 horas, a importadora VipWine promove um happy hour de vinhos com rock 'n' roll & blues.
O "Wine Music" é um projeto criado pelo proprietário da VipWine, Vinícius d'Andrea, para aproximar curiosos e apreciadores de vinhos. O evento acontece na charmosa cobertura do hotel Feller Avenida Paulista, e os participantes podem escolher entre ficar no espaço climatizado ou ao ar livre, junto à piscina.
Segundo Vinícius, sua intenção é a de "trazer o maior número de pessoas para o universo do vinho".
Não será, portanto, uma "degustação técnica", mas um encontro informal. Uma oportunidade para conhecer pessoas, para apreciar os vinhos chilenos da Corinto Wines e harmonizá-los com diferentes frios, queijos e patês. E ainda para descontrair ao som da banda Rock Acústico.
O convite para participação no "Wine Music"
custa R$ 60,00 – preço que inclui uma garrafa de vinho para ser levada para casa. Mas o valor não inclui o serviço de vallet.
As reservas devem ser feitas diretamente na VipWine, pelo telefone 3459-5365.

Serviço
Hotel Feller Avenida Paulista
Rua São Carlos do Pinhal 200, Jardins, tel. 3016-7500

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Quando a ocasião e a companhia especial nos brindam com um vinho bastante velho.


 
Meninas e meninos,                                                                                                                                              Sou apreciador de bons vinhos, sejam eles de safras bem novas,que claro,têm seu encanto,como os que se mantêm íntegros atravésdas décadas,trazendo com a idade nuances especiais.                                                                                                                                                     Degustei recentemente um Jerez Oloroso, o Marques del Mérito, que ainda trazia uma cápsula de estanho envolvendo a rolha de diminutas dimensões para os padrões de hoje, que estimamos, Ennio Federico( a companhia especial citada no título) e eu ter de 60 a 70 anos. Mas o que vem a ser um Jerez?                                                                                                                                                                      O Jerez (ou Sherry) vem do sudoeste da Espanha, da região de mesmo nome, na Andaluzia, que fazia vinhos desde a chegada dos fenícios, cerca de 1100 AC, e dos romanos. O local ganhou posteriormente o nome de Sherish, com a invasão árabe em 711.
Cobiçado desde os tempos antigos, o Jerez quase desapareceu durante o domínio mouro, pois a religião muçulmana proíbe o consumo de álcool. A desculpa usada pela população local para salvar este verdadeiro patrimônio espanhol foi a de que as uvas serviam também como alimento para os guerreiros. Com a ascensão cristã, o vinho passou a ser normatizado e largamente comercializado na Europa e recém-descoberta América.
O Jerez é produzido entre três cidades que formam um triângulo: Puerto de Santa Maria, Sanlúcar de Barrameda e Jerez de La Frontera, abençoadas pela insolação ideal e pelo solo poroso e branco, chamado de albariza. As principais uvas utilizadas em sua criação são a Pedro Ximenez, a Moscatel, a Palomino de Jerez e Palomino Fino.
Dizem alguns que o Jerez não é um vinho feito pelo homem, mas um vinho feito pela natureza, tão peculiar é a sua produção. Depois de colhidas, as uvas são desengaçadas e prensadas para a retirada do mosto. Colocado em barricas de 600 ml, abertas por cerca de 3 meses, e é aqui onde entra a mão da Mãe Natureza, como vinho se encontra em ambiente “aberto” algumas leveduras entram nos recipientes. Estas leveduras criam um véu, ou flor, uma camada que não permite a oxidação e ao mesmo tempo agregam nutrientes à bebida.
Esta camada pode ser muito espessa, fina ou nem mesmo ser formada, visto ser advinda de leveduras autóctones. A mais grossa dá o início do chamado Jerez Fino (cor palha e aroma pronunciado, mas delicado, ligeiro, seco e pouco ácido), a de meio termo é a do Jerez Amontillado (de cor âmbar, aroma mais atenuado, de avelãs, seco e pleno ao paladar), a não-existente, por fim, é o ponto de partida para o Jerez Oloroso (escuro e de aroma intenso, pode variar de seco a doce).
As bebidas são acrescidas de aguardente vínica: 15% de álcool no caso do Jerez Fino e Amontillado e 18% para o Oloroso, que corta a ação das leveduras e permite oxigenação na madeira. Em seguida são encaminhadas para barricas(botas) igualmente peculiares, dispostas em fileiras e empilhadas. Em contato com o solo ficam as soleras (que abrigam os vinhos mais antigos), e no topo ficam entre uma ou duas camadas de criaderas( vinhos mais jovens).
O complexo processo deposita nas camadas abaixo o vinho jovem, para dar lugar à nova safra, e este na mesma proporção, vai para as camadas intermediárias e mesmo acontece chegando à solera, ao final de cerca de 8 anos, depois de ser transferido entre várias botas. O Jerez normalmente ganha a data da barrica onde foi inicialmente colocado.
Além dos três tipos de Jerez citados anteriormente, há também o raro Palo Cortado (intermediário entre o Amontillado e Oloroso, com aroma do primeiro e cor do segundo); o doce e aromático Pedro Ximenez (feito com a uva de mesmo nome); Moscatel (similar ao anterior, mas mais escuro e com aromas da uva que lhe empresta o nome); o ligeiro Manzanilla (tal como o Fino, mas feito em Sanlúcar de Barrameda, com influência do mar); e o suave Cream (uma combinação de Oloroso e Amontillado).
Para se beber e melhor apreciar o Jerez, um copo típico, a copita é utilizado e deve-se observar bem a temperatura de serviço:                                                                                                                
 Finos e Manzanillas de 7 a 9 º C; Moscatéis 5 º C; Olorosos 16 º C ; Amontillados 14 º C ; Palo Cortado 15 º C ;e Pedro Ximenez 17 º C. Jovens, o Fino e o Manzanilla podem ser bebidos logo após o engarrafamento e depois de abertos o mais rápido possível. Olorosos e Amontillados duram de um a dois meses depois de abertos. Pois voltando ao nosso Marques del Mérito, sua rolha estava encharcada, denotando talvez ter sido guardado por longo tempo com sua garrafa em pé, ressecando-a, pedindo utensilho próprio para abri-la, já que um abridor comum não seria bom, e o arsenal do Ennio estava lá para isso mesmo.                                                                                                                                                                Não apresentou anormalidades olfativas, sua cor na copita um âmbar, aromas delicados de frutas secas, como damasco, amêndoas e avelãs, algo adocicado como mel(floral), boca delicada, ainda com certa acidez, dulçor mínimo, longo, frutas secas se confirmando principalmente damascos e amêndoas. Deu vontade de acabar com a garrafa, e foi o que acabou acontecendo, pois harmonizamos com alguns petiscos como damascos secos, nozes e amêndoas, e um bom papo entre amigos. Quer mais para se degustar um ótimo vinho que estimamos ter mais ou menos 60 a 70 anos?                                                                                                   De importação exclusiva de casa importadora de Santos, nada mais dizia para sua identificação.
Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão
     
 
 
 



    
 

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Vinoteca Brasil nos brinda com vertical do Santa Ema Rivalta


 
Meninas e meninos,
Todas as vezes que tenho a oportunidade de me confrontar com uma degustação vertical, ou seja, aquela que é feita com várias safras de um mesmo vinho, tomo a ocasião como um grande aprendizado.                                                                                                                          
Aprendizado este, aliado muitas vezes ao explícito conceito ideário do enólogo, que por vezes vai mudando o corte do vinho em questão, claro que quando este não é um varietal, em virtude de suas pesquisas e das safras, melhores ou piores para cada cepa envolvida.                    
 Com a sempre competente assessoria da Cristina Neves e da não menos competente ajudante de ordens Ariana Viana, a oportunidade de verificar as mudanças e nuances originadas pelas diferentes safras do Rivalta, vinho ícone da Bodega Santa Ema, que no Brasil é importado pela Vinoteca Brasil, dos amigos Juarez e Fernando, feita a explanação pelo enólogo da casa o Andrés Sanhueza, já meu conhecido, se fez em clima de festa, pois reuniu amigos jornalistas e alguns clientes da Vinoteca para a ocasião.
O diretor e proprietário da Santa Ema, Félix Pavone Moreno, descendente de Pedro Pavone Voglino, um Piemontês que em 1917 chega ao Chile, e em 1937 adquirindo terras no Valle Del Maipo, começa a história da família, inicialmente vendendo suas uvas.
Em 1956 Pedro e seu filho Félix Pavone Arbea começam a produzir e engarrafar vinhos que se tornam logo conceituados e exportados para vários países.
Somente 4 safras de Rivalta, aliás, Rivalta é o nome de um pequeno povoado no Piemonte,  foram vinificadas até hoje.
-Rivalta 2003, corte de 64% Carmenere; 28% Cabernet Sauvignon e 8% Syrah, 14,5% de álcool, tendo passagem por barricas francesas de 1º uso por 20 meses cada cepa em separado, e mais 12 meses em garrafa depois do corte. Sua cor não denota a idade, ainda Rubi com toques violáceos, muita fruta, algo de floral, animal presente, especiarias, confirmando em boca as frutas e especiarias. Boa acidez, taninos já bem aveludados.
-Rivalta 2005, corte de 69% Carmenere; 27% Cabernet Sauvignon e 4% Syrah, 14,5% de álcool, o mesmo processo de passagem por madeira e garrafa. Violáceo, muita fruta vermelha madura, caramelo, mineral evidente, especiarias mais finas como cravo e pimenta rosa, sutil achocolatado. Confirma em boca as frutas as especiarias e o mineral, de uma acidez invejável, fazendo deste exemplar meu preferido, pois o tripé acidez, tanino e álcool está absolutamente em equilíbrio,
-Rivalta 2007, corte de 72% Carmenere; 16% Cabernet Sauvignon e 12% Syrah, 14,5% de álcool, o mesmo processo de passagem por madeira e garrafa. Apesar da safra ter sido histórica segundo Andrés, foi o que menos me agradou em boca. Aromas deliciosos de frutas, sutil mentolado, pimenta do reino, mas em boca sua acidez é menos destacada, é mais untuoso, confirmando frutas e especiarias, com tostados como café.
-Rivalta 2008, corte de 47% Carmenere; 18% Cabernet Sauvignon; 15% Syrah e 20% Carignan, 14,2% de álcool, o mesmo processo de passagem por madeira e garrafa. Mudança no corte, aromas de frutas maduras, algumas delas em compotas, mineral, e um amanteigado ou baunilha não sentido antes, que Andrés logo explicou que uma parte das barricas eram de carvalho Húngaro, e não todos de madeira francesa. Em boca boa acidez, taninos ainda nervosos, longo, confirmando as frutas em marmelada, e tostados.
Degustei também o Amplus Carignan 2007, com aromas mais químicos, canforado, vegetal frutas mais frescas.
O delicioso Amplus Sauvignon Blanc, com lima e limão, algo de floral, mineral marcado, em boca confirma os cítricos, certo vegetal e mineral. Acidez ótima, fazendo dele fresco e jovial para ser degustado solo ou em companhia de entradas com frutos do mar, ostras, queijos e muito mais.
Vinoteca Brasil
www.vinotecabrasil.com.br
Até o próximo brinde!

 Álvaro Cézar Galvão

 

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Chefs do Apetite desta semana com o empresário do ramo da restauração Edrey Momo.



Meninas e meninos,

Como já dito antes, o nosso programa(leia-se Wagner Sturion, Ciro Benatti e eu) desta quarta-feira, 31de Outubro, estará disponível amanhã dentro do Portal do Food  Service <http://www.portaldofoodservice.com.br/>
 onde a entrevista feita é com o Edrey Momo, da rede de pizzarias 1900, do Tasca da Esquina e outros.
Não percam, entrem no link e vejam também as entrevistas já realizadas, lembrando que sempre teremos uma conversa descontraída, sem edições ou cortes, como se estivéssemos mesmo na sala de nossas casas, acompanhados de vinhos e dicas de harmonização.
Portal do Food Service-Chefs do Apetite
http://www.portaldofoodservice.com.br/
Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Farroupilha revela vencedores da 7ª Seleção de Vinhos



Meninas e meninos,
Recebi de meus amigos de Farroupilha os resultados de 7ª seleção de vinhos, que com uma festividade dia 26/10, condecorou os ganhadores.
Vejam release completo abaixo, e desde já meus parabéns aos vinhos ganhadores e seus representantes.
A 7ª Seleção de Vinhos de Farroupilha revelou, na noite de sexta-feira, 26 de outubro, os vencedores do concurso que elege anualmente os melhores vinhos, espumantes, frisantes e sucos de uva do município. Foram concedidas entre onze vinícolas, uma medalha de bronze, 32 de prata, 22 de ouro e duas distinções especiais Moscatel Premium - ao vinho e espumante moscatéis com maior pontuação no concurso, com o intuito de destacar o posto de maior produtor nacional dessas variedades ocupado por Farroupilha. A divulgação dos premiados ocorreu em jantar-baile, que reuniu cerca de 500 pessoas, no Clube Santa Rita, em Farroupilha. (Ver Resultado Oficial abaixo).
Esta edição teve 167 amostras inscritas. Os produtos concorreram em doze categorias, que compreendem vinhos finos e de mesa, espumantes, frisantes e sucos de uva. A análise ensorial foi feita por grupo composto por 34 degustadores no período de 25 a 27 de setembro. O painel de premiados consiste em um verdadeiro guia, com a indicação de bebidas de qualidade, aos consumidores e apreciadores, já que o concurso tem como diferencial avaliar produtos já disponíveis ao mercado consumidor. Apenas uma categoria - vinho branco fino seco moscatel tranquilo - permite amostras a granel, em virtude da produção acentuada de uvas moscatéis existente no município.
A promoção da 7ª Seleção de Vinhos de Farroupilha é da Prefeitura de Farroupilha, através da Secretaria de Agricultura, e da Associação Farroupilhense de Produtores de Vinhos, Espumantes, Sucos e Derivados (Afavin).
São patrocinadores: Amazon Group; Agrimar; Sotrima; Banco do Brasil; Basf; Corticeira Paulista; Ever Intec; Juvenal Cortiças, LNF Latino Americana; Tramontina; Trombini; Vêneto Mercantil; e Scholle. Apoiam institucionalmente o concurso: Associação dos Engenheiros Agrônomos da Encosta Superior do Nordeste (AEANE); Confraria Feminina do Vinho e do Espumante de Farroupilha; Embrapa Uva e Vinho; Escritório Municipal da Emater/RS – Ascar; Instituto Brasileiro do Vinho - Ibravin; Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul (IFRS) – Campus Bento Gonçalves; Laren – Seapa – Governo do Estado do Rio Grande do Sul; SEBRAE; Seminário Apostólico Nossa Senhora de Caravaggio; Sindicato dos Trabalhadores Rurais (STR) de Farroupilha; e UCS Farroupilha.

RESULTADO OFICIAL-7ª SELEÇÃO DE VINHOS DE FARROUPILHA
PAINEL DA EXCELÊNCIA VINÍCOLA LOCAL
Este ano, o evento contou com a inscrição de 167 amostras de produtos, em 12 categorias. As 57 medalhas entregues, sendo 22 de Ouro, 32 de Prata, 01 de Bronze e 02 Distinções Especiais Moscatel Premium, evidenciam a credibilidade conquistada pelo concurso. Trata-se de um certame consolidado em seu propósito de valorizar e promover a produção local, sendo uma ‘vitrine’ do que a indústria vinícola local produz de melhor. A divulgação dos resultados ocorreu sexta-feira, 26 de outubro, em jantar-baile, realizado no Clube Santa Rita, em Farroupilha.
Os resultados, bem como mais informações sobre as empresas premiadas, estão disponíveis em www.vinhosdefarroupilha.com.br
MOSCATEL PREMIUM
Moscato Del Grano (Basso Vinhos e Espumantes)
Moscatel Monte Paschoal (Basso Vinhos e Espumantes)
OURO
Vinho branco fino seco moscatel tranquilo (engarrafado ou a granel)
Moscato Del Grano (Basso Vinhos e Espumantes)
Moscato Monte Paschoal Virtus (Basso Vinhos e Espumantes)
Moscato San Diego 2012 (Cooperativa São João)
Espumante Moscatel
Moscatel Monte Paschoal (Basso Vinhos e Espumantes)
Moscatel Rosé Monte Paschoal (Basso Vinhos e Espumantes)
Moscatel Cave Antiga 2012 (Cave Antiga Vitivinícola)
Vinho frisante moscatel
Frisante Rosé Monte Paschoal (Basso Vinhos e Espumantes)
Espumante Brut
Brut Prosecco Cave Antiga 2011 (Cave Antiga Vitivinícola)
Vinho branco fino seco (a exceção de moscatéis)
Chardonnay Chesini 2011 (Adega Chesini)
Chardonnay Monte Paschoal Dedicato 2012 (Basso Vinhos e Espumantes)
Chardonnay Castellamare 2012 – Garrafa 750 ml – ( Cooperativa São João)
Chardonnay Castellamare 2012 – Bag-inBox 3l – (Cooperativa Vinícola São João)
Vinho tinto fino seco
Cabernet Sauvignon Castellamare 2011 (Cooperativa São João)
Tannat Castellamare 2011 (Cooperativa São João)
Cabernet Sauvignon Perini Fração Única 2010 (Vinícola Perini)
Merlot Perini Fração Única (Vinícola Perini)
Suco de Uva
Tinto Integral Del Grano - Garrafa 500 ml (Basso Vinhos e Espumantes)
Tinto Integral Del Grano - Garrafa 1l (Basso Vinhos e Espumantes)
Tinto Integral Cappelletti 2012 (Vinícola Cappelletti)
Tinto Integral Perini (Vinícola Perini)
Vinho tinto de mesa seco
San Diego 2012 – Garrafão 4,6 litros – (Cooperativa São João)
Vinho tinto de mesa suave
Bordô/Isabel Cappelletti 2012 (Vinícola Cappelletti)
PRATA
Vinho branco fino seco moscatel tranquilo (engarrafado ou a granel)
Moscato Chesini a granel Tanque 18 (Adega Chesini)
Moscato R2 a granel Tanque 132 (Vinícola Perini)
Moscato R2 Arbo (Vinícola Perini)
Espumante Brut
Brut Champenoise Cave Del Vêneto 36 meses (Adega Chesini)
Brut Rosé Monte Paschoal (Basso Vinhos e Espumantes)
Brut Castellamare 2012 (Cooperativa Vinícola São João)
Brut Champenoise Perini (Vinícola Perini)
Brut Nature Perini (Vinícola Perini)
Vinho tinto fino seco
Cabernet Sauvignon Adega Chesini 2011 (Adega Chesini)
Merlot Adega Chesini (Adega Chesini)
Cabernet Sauvignon Monte Paschoal Dedicato (Basso Vinhos e Espumantes)
Merlot Monte Paschoal Dedicato (Basso Vinhos e Espumantes)
Venerabile Livella Cave Antiga (Cave Antiga Vitivinícola)
Marselan Cave Antiga 2011 (Cave Antiga Vitivinícola)
Cabernet Sauvignon N.S De Caravaggio 2012 (Nelmar Vinhos)
Cabernet Sauvignon Cappelletti 2012 (Vinícola Cappelletti)
Tannat Don Giusepp (Vinhos Don Giusepp)
Tempranillo Don Giusepp (Vinhos Don Giusepp)
Vinho rosado fino seco
Merlot Rosé Monte Paschoal Virtus (Basso Vinhos e Espumantes)
Suco de Uva
Tinto Integral Don Guilherme (Vinícola Colombo)
Vinho tinto de mesa seco
Bordô Del Grano (Basso Vinhos e Espumantes)
San Diego 2012 – Garrafa 750 ml – (Cooperativa São João)
Bordô Don Giusepp (Vinhos Don Giusepp)
100% Bordô Jota Pe (Vinícola Perini)
Tonini (VinícolaTonini)
Vinho tinto de mesa suave
San Diego 2012 (Cooperativa São João)
Bordô Cappelletti 2012 (Vinícola Cappelletti)
Vinho branco de mesa seco
Niágara Adega Chesini (Adega Chesini)
Niágara San Diego 2012 (Cooperativa São João)
Lorena Don Giusepp (Vinhos Don Giusepp)
Tradicional Jota Pe (Vinícola Perini)
Vinho branco de mesa suave
Cappelletti 2012 (Vinícola Cappelletti)
BRONZE
Vinhotinto fino seco
Cabernet Sauvignon Marco Geremia 2008 (Vinícola Marco Geremia)
Foto- Crédito: Leandro Rodrigues
Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão







sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Mais uma seleção de primeira classe da importadora Mercovino.


 
Meninas e meninos,
Mais uma vez a Mercovino chama jornalistas, sommeliers e clientes para mostrar alguns de seus vinhos sob a batuta do mestre Jorge Lucki.
Degustei 8 vinhos da melhor qualidade e de vários preços, sempre de ótima relação com sua qualidade, um dos predicados da Mercovino.
-Braide Alte IGT 2008-Livon, do Friuli, corte de Chardonnay; S.Blanc; Picolit e Moscato, 14 % de álcool.Estruturado, rico, mineral, floral e frutas mais sutis num primeiro instante, pois com o tempo em taça os cítricos adocicados aparecem mais evidentes.
Em boca ótima acidez, confirmando o frutado e o mineral. Quanto mais esquenta em taça mais a Moscato se evidencia!
-Grand Estirpe Blend 2006-Clos de Chacras de Mendoza, corte de Merlot(50%); C.Sauvignon(30%) e Malbec, com 14% de álcool, 18 meses de barricas francesa mais 12 meses em garrafa. Começando por sua cor, esta não evidencia a idade expressa da safra, olfato animal, coco, frutas maduras, leve canforado.Em boca confirma o frutado, taninos presentes e gostosos, acidez boa, aparecendo o álcool mais que no nariz.
-Bayo Oscuro 2006-Kingston Family Vineyards de Casablanca, 100% Syrah, com 14,5% de álcool, 12 meses de barricas francesas. Olfato com floral e muita fruta, pimenta, mentolado, algo de fruta mais verde como azeitonas, confirma em boca o frutado, especiarias e pimenta, taninos ótimos. Com o passar do tempo em taça abre um elegante fumo de corda no olfato.
-Pujanza Norte 2006-Pujanza de Rioja, 100% Tempranillo, com 18 meses de barricas novas francesas e 14,5% de álcool. Olfato mineral, frutado, algo animal e com frescor(diria canforado leve).Em boca confirma o frutado, aparece o chocolate, o café solúvel, especiarias, longo e elegante.Um dos meus preferidos da mostra.
-La Pierre Noire 2006-Saint Jean du Barroux do Rhône sul, corte de Grenache(85%) e Syrah, 14,5% de álcool e 36 meses em barricas. Olfato com tabaco, frutas, em boca confirma o frutado, aparecem especiarias como a pimenta no fundo da taça, e ligeiro amargor final que não compromete em nada.
-Barolo Bricco Rocca 2005-Cascina Ballarin, Piemonte, com Nebbiolo da região de Lãs Moras de vinhedos de até 60 anos, 14,5% de álcool e 24 meses em barricas francesas e 6 meses em garrafas. Frutado, animal, mineral(talco), algo fresco( me pareceu a salsa).Taninos poderosos, acidez rica, confirma o frutado com maçã madura, casca de maçã, aparecendo a pimenta dedo de moça. Outro dos meus preferidos.
-Aneto Grande Reserva 2006-Aneto do Douro, 50% T.Nacional e 50% Tinta Roriz, com 14,5% de álcool, 18 meses de barricas francesas e húngaras, mais 6 meses em garrafa.
Olfato cítrico(limão Siciliano), especiarias, frutas maduras e algo de doces de ovos, caramelados, açucarados. Em boca ótima acidez, confirma o frutado maduro, taninos potentes, longo.
-Auslese 2009-Schloos Vollrads, de Reingau, 100% Riesling algo botrytizadas, 7,5% de álcool, espetacular este vinhos.
Floral, especiarias, mineral, frutas maduras, e algo de frutado cítrico.Em boca, acidez generosa fazendo com que o dulçor não seja enjoativo, confirma as frutas aparecendo o maracujá em fundo de taça, o mineral, longo, macio, deixando a sensação de pesar por ter acabado a dose!
Parabéns à Mercovino e ao Lucki.
Mercovino
www.mercovino.com.br
Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão