quarta-feira, 8 de abril de 2009

Vinhos pela Coquelux, uma verdadeira coqueluche.


Meninas e meninos,
Faz alguns dias, fui convidado a conhecer um clube privado de boas compras, o Coquelux.
Privado porque só se tem acesso quando nos convidam para sermos sócios.
Boas compras porque são oportunidades a preços especiais que ficam por pouco tempo à disposição, e sempre pela web.
Como recebi as ofertas de vinhos franceses, repasso a informação:

“A partir de 21 de abril iniciam-se as celebrações do Ano da França no Brasil.
A Coquelux antecipa as comemorações, convidando seus sócios para uma deliciosa viagem pelos domínios de Baco.
Iniciamos esse tour gastronômico às margens do Rio Garonne, numa paisagem de castelos e vinhedos. Patrimônio mundial da UNESCO, Bordeaux não é apenas uma das regiões vinícolas mais famosas do mundo. É um verdadeiro império, com quase 120 mil hectares de vinhedos.
Cada mês, uma região vinícola da França será prestigiada.
No Coquelux da palavra francesa coqueluche, objeto de preferência e do entusiasmo, uma seleção de produtos exclusivos de marcas de grife estarão à venda com até 70% de desconto somente para membros. Para tornar-se um, você precisa de um convite, e para isso, só com indicação de um membro do clube para ter acesso, o clube não cobra inscrição, nem mensalidade, somente pedem um número de CPF para controlar os cadastros.

Seus dados e sua privacidade serão totalmente preservados, esse é um dos compromissos da Coquelux".

E para minha satisfação, temos alguns vinhos franceses da World Wine, logo na estréia.
Os leitores do Divino Guia que se interessarem, podem conhecer o site
http://www.coquelux.com/
mas lembrando, que para participar só sendo convidado, e como brinde, ai vai um link que dá acesso ao cadastro como meus convidados.
www.coquelux.com/convite/divinoguia
Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

A Mesa e a Diplomacia Brasileira-O pão e o vinho da concórdia

Meninas e meninos,
Chegou às livrarias mais um livro do grande pesquisador acima de tudo, mestre e divulgador dos bons vinhos Carlos Cabral: A Mesa e a Diplomacia Brasileira - O pão e o vinho da concórdia editado pela Editora de Cultura.

Depois de dois anos e meio de muita pesquisa e descobertas fantásticas, o enófilo e escritor Carlos Cabral, lança o livro A Mesa e a Diplomacia Brasileira – O pão e o vinho da concórdia.
Com mais de 300 fotos que registram a rica história diplomática brasileira, o livro relata como o serviço diplomático do Brasil recebeu e recebe seus convidados em banquetes.
A viagem histórica começa no final do II Império, em 15 de Novembro de 1889 e vai até os nossos dias, revelando curiosidades, o formato do serviço diplomático e a atual preferência por vinhos e comidas típicas nacionais.
Entre as descobertas do escritor estão: as refeições que o Brasil serviu na Embaixada em Londres, o que comeu e bebeu Walt Disney, a descrição em detalhes dos vinhos servidos ao Presidente Eisenhower; o que o Príncipe de Gales degustou, em São Paulo, em 1934; alguns menus servidos no Copacabana Palace e no Jockey Club da Gávea, no Rio de Janeiro, além de revelar que o Barão do Rio Branco incentivou Rui Barbosa a oferecer vários banquetes em Haia para convencer as delegações estrangeiras presentes na Conferência da Paz a aceitarem as posições do Brasil, receita que deu certo.
O livro pode ser adquirido nas melhores livrarias do Brasil ou na distribuidora BOOKMIX, através do e-mail: bookmix@uol.com.br
O custo do livro é R$ 90,00, mais o frete.
Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

terça-feira, 7 de abril de 2009

Ana Paula Neves nos conta como se saiu em Cuba no concurso Habano Sommelier


Meninas e meninos,
Depois de algum tempo transcorrido, da promessa que fiz de postar matéria com a Ana Paula Neves, minha linda amiga Epicure Sommelière, que ganhou o concurso da Revista Prazeres da Mesa ano passado, enfim consigo cumprir a promessa.
Ana Paula Neves, formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo, trabalha com charutos desde junho de 2007, sendo sua primeira experiência na área no Restaurante Esch Café, e desde Outubro de 2007, é responsável pelo espaço Casa Del Habano localizado no restaurante Café Journal.
Participou de harmonizações e cursos ministrados pelo consultor na área de charutos César Adames, sendo a 1° colocada no concurso Epicure Sommelier de 2008 e a 1° mulher a representar o Brasil no Mundial Habano Sommelier em Cuba, em fevereiro de 2009.
Lá conseguiu chegar ao 4° lugar no Mundial com menos de dois anos de experiência na área de charutos.

DG-Como começou sua paixão pelos charutos?
AP-Pouco antes da adolescência. meu pai apreciador de cachimbo e charutos sentava-se todas as tardes de domingo à sombra de um pé de abacate que tínhamos em nossa casa, e eu observava todo aquele ritual que parecia mágico. Os anos se passaram e os aromas e o encanto não saíram de minha memória. Anos depois o reencontro. E o que era um plano B, pois na época eu fazia “freelas” em jornalismo, tornou-se, assim como digo às pessoas uma paixão A.
DG-Como mulher, já se sentiu discriminada por gostar de charutos?
AP-Nunca. Desde o começo eu tenho para mim que apesar de sabermos que os charutos estão mais presentes no universo masculino, o diferencial para que eu não me sentisse discriminada seria entender e passar para as pessoas meus conhecimentos sobre o assunto.
DG-Gosta de qual tipo e bitola de charutos?
AP-Eu prefiro as bitolas em formato Robusto, pois além de uma boa combustibilidade, tem sabores e aromas mais abertos. O Robusto é um charuto de 12,4 cm de comprimento, com um diâmetro de 1,90 cm que facilita muito o fluxo da fumaça.
DG-Harmonização com bebidas é fácil ou difícil para a mulher, que em geral não gosta de bebidas destiladas? Qual a bebida de sua preferência para as harmonizações?
AP-É fácil! Na hora da escolha da bebida vale lembrar que neste universo não há regras e sim parâmetros. Tudo depende do que aquele momento lhe pede. E para as mulheres e também homens que não apreciam os destilados, entra o desafio que chamo de Novas Sensações Gustativas. Em parceria com grandes Barmen, Rabbit e Edson Brito veio a descoberta. Drinks especiais harmonizam-se com charutos! Eles apresentam em lindas taças frescor, uma boa graduação alcoólica, doçura e elegância, sem dúvidas uma parceria muito interessante e inovadora. E para quem não quer sair do clássico, vale um bom vinho do porto que também é uma de minhas harmonizações favoritas.
DG-Gosta de vinhos?
AP-Sim. Um universo riquíssimo em informações que estou começando a explorar.
DG-Gosta dos Habanos? Dos Dominicanos? Dos brasileiros?Quais são suas preferências dentre estas marcas?
AP-Assim como dizia Zino Davidoff “Existe uma ocasião para cada charuto e um charuto para cada ocasião" e é verdade! Acabei tendo um contato muito maior com charutos Cubanos e por isso os aprecio com mais freqüência, mas temos charutos Dominicanos e Nacionais ótimos.
Cubano: Partagas serie D4
Nacional: Danneman Artist line Robusto
Dominican: Davidoff Millennium Blend Robusto.
DG-Eu costumo dizer sempre, que a mulher é em muito superior ao homem em sua capacidade de concentração, e com isto, ajuda em muito a sua percepção na hora de degustar. Na minha opinião é também maior que a do homem, sua capacidade em olfato e paladar.Para você isto é uma verdade?Isto ajuda ou é questão de muito treino?
AP-As mulheres têm uma vantagem que vem lá dos primórdios, pois enquanto os homens saiam para caçar, era função da mulher, além de cuidar dos filhos e da casa, escolher e colher os melhores legumes, frutas e folhas, ou seja, a visão, tato e, claro, o olfato, eram muito explorados e continuam até hoje, só que tanto pelas mulheres quanto pelos homens, que ganharam com passar dos tempos posição notória como chefes de cozinha, profissão que exige muito do olfato e do paladar. Continuo afirmando que indiferente do sexo, este hábito requer sensibilidade. Se houver sensibilidade, treino, haverá concentração e percepção na hora de degustar.
DG-Diga para as nossas leitoras diretamente: Qual o melhor lugar para elas degustarem um charuto, sem que isto seja visto com espanto?
AP-Em qualquer lugar que seja permitida a apreciação de charutos. O importante é lembrar que nas mãos de uma mulher com classe e que saiba o que está fazendo, se torna um hábito super elegante.
DG-Você participou recentemente do epicure sommelier da Prazeres da Mesa ao Vivo. Conte-nos como foi a experiência, como foi a prova e como foi ganhar.
AP-Eu brinco dizendo que preciso saltar de pára-quedas, pois a adrenalina deve ser a mesma!Foi sem dúvidas um momento muito marcante de 2008 para mim!O campeonato é o cotidiano do profissional Epicure Sommelier, a grande diferença é que você é avaliado por grandes conhecedores. Uma experiência enriquecedora! Como foi ganhar? Não tenho tantos anos de experiência como alguns grandes amigos apreciadores, mas contei com o apoio dos mesmos e coloquei muita energia, estudei e estou estudando muito sobre esse universo encantador. Acredito no que faço e sou movida pela regra básica para se alcançar algo: Paixão!Representar o Brasil no Mundial em Cuba em fevereiro de 2009 foi algo inexplicável, mágico como a ilha. Com esta experiência tive a chance de entender que para ser um vencedor (a), nem sempre é fundamental subir ao pódio, e sim olhar de cima tudo o que nos realiza. Estar em Cuba foi uma grande realização, ganhar a chance de participar do campeonato mundial foi meu prêmio.
Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

Meninas e meninos,
Recebi o convite e o texto abaixo, enviado pelo meu amigo Ricardo Castilho, diretor editorial da bela revista Prazeres da Mesa, avisando sobre o lançamento do livro cujo título já diz quase tudo: "Gastronomia Solidária" - Fazendo receitas de sonhos que encantam.
Diz quase tudo, porque em minha visão, o completo que se pode auferir de projetos como este, é tão inefável e encantador, que não se pode expressar em palavras e textos.

“Tornar alguns sonhos realidade. Foi com esse pensamento que um grupo de pessoas se reuniu na Paróquia São Domingos, em Perdizes - São Paulo, para tocar adiante o projeto da Gastronomia Solidária. Sob o comando de Frei Beto, esse grupo de pessoas passou a trabalhar com moradores de rua, mostrando a cada um deles que dependia da sua força de vontade mudar o rumo de suas vidas. Chefs de cozinha renomados foram convidados para ministrarem aulas para essas pessoas, ensinando uma nova profissão a cada uma delas. Parte desse trabalho pode ser conferido no livro, que leva o mesmo nome do projeto, e que traz em suas 92 páginas, além do relato desses personagens maravilhosos, um pouco do que foi as oficinas e as receitas dos chefs que foram ensinadas em cada aula.
O projeto do livro é da Editora Texto & Design e é resultado de uma parceria de colaboração voluntária feita com o projeto social Gastronomia Solidária. Toda a renda obtida com a sua venda será revertida para a continuação do projeto. Em sua elaboração, a editora contou com a prestigiosa colaboração do fotógrafo Ricardo D’Angelo, do repórter Horst Kissmann e da Vox, Gráfica e Editora, empresa de ponta no país”.
Contamos com a sua presença e ajuda, importantes para a continuidade dessa iniciativa.
14 de Abril de 2009 as 19:30
Faculdade Santa Marcelina: Rua Dr Emilio Ribas, 89 –Perdizes São Paulo-SP.
Obrigado pela atenção,
André Clemente,
Claudia Esquilante,
Ricardo Castilho
Texto & Design
Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

domingo, 5 de abril de 2009

Quem não ousa em enogastronomia, perde bons momentos.

Meninas e meninos,
Já fiz comentários sobre um vinho que gostei muito desde que o degustei pela primeira vez.
Estou falando do Molise D.O.C Falanghina, da Azienda Agrícola Colle Sereno, e que é importado hoje pela Costazzurra.
Pois bem, fiz uma destas harmonizações, que alguns consideram muito difíceis, mas que eu gosto de experimentar justamente pelas dificuldades, pois as regras gerais de harmonização, todos podem ler nos Alfarrábios, Internet, revistas especializadas, mas na prática poucos fazem.
Sempre em palestras digo que o importante é a harmonia como um todo, levando-se aí em conta o tempo, tanto em aspectos climáticos, como o tempo pessoal, tanto de “litragem” , como o astral pessoal de cada degustador, sendo o gosto pessoal absolutamente indispensável para o prazer da harmonização, tanto da gastronomia como do vinho, o clima de afeição e “harmonia”, muito importante também, enfim são muitas regras mais que as que podemos citar, quando somente levamos a técnica em consideração.
Por isso tenho feito algumas harmonizações distintas das usuais, e desculpem-me por falar assim, com muito sucesso, é o que se comenta dentre os participantes da experiência.
Fiz uma Fabada, que não era Asturiana, porque não coloquei açafrão, que nas Astúrias é indispensável, e também fui módico em algumas carnes de porco mais gordas, tais como orelha e rabo.
Também faz algum tempo soube que não é com favas e sim com feijão branco que se prepara este prato, e assim o fiz.
O Falanghina, que não é para ser um vinho muito estruturado, não deveria ser em princípio, o companheiro ideal para os feijões, mas este vinho da Colle Sereno, tem 13º de álcool, e uma acidez muito marcante, o que me levou a “testá-lo” nesta harmonização.
Para mim não foi surpresa, mas para meu convidado, que ainda está na fase de ler mais e degustar menos, como bom São Tomé, não acreditava muito na combinação, e queria ver o resultado.
Pois ele também gostou muito da interação da gastronomia e vinho, sendo dele a observação de que a impressão forte que os feijões têm, ficou amansada pelo vinho, sem descaracterizar a textura das carnes e a oleosidade do prato.
Estou narrando este episódio, mais para reforçar a minha tese de que temos mesmo é que ousar, degustar, e mentalmente após algum tempo de experiência, harmonizar gastronomia e vinhos, e depois colocar em prática estas ousadias, que nem sempre estão nos livros.
http://www.costazzurra.com.br/
Até o próximo brinde!


Álvaro Cézar Galvão

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Domno do Brasil apresenta sua parceria com a Bodega Vistalba, de Carlos Pulenta

Meninas e meninos,
Estive em companhia de amigos e dos representantes da Casa Valduga, Famiglia Valduga e de Carlos Pulenta da bodega Vistalba, para uma degustação da linha de vinhos Argentinos que a nova empresa Domno do Brasil está importando.
Este projeto caracteriza-se por duas frentes de negócios: a importação de vinhos e a elaboração e exportação de espumantes. Em relação à importação de vinhos, a Domno do Brasil, acredita estar atendendo o perfil do consumidor brasileiro cuja predileção por importados é latente.
A jovem empresa marca sua estréia na importação com uma vinícola Argentina de muito prestígio, a Vistalba, do empresário Carlos Pulenta, personalidade do alto escalão daquele país com seus destacados vinhos produzidos em sua jovem vinícola em Luján de Cuyo, Mendoza.
Para Juarez Valduga, a escolha dessa marca para iniciar a parceria se deu pela sinergia entre as duas empresas, ambas familiares, dedicadas ao mesmo público e com forte atuação na gastronomia. A Vistalba possui um fantástico restaurante - La Bourgogne - em sua sede que já foi premiado como o melhor restaurante de vinícola do mundo.

O local, não poderia ser mais correto, estivemos no Pobre Juan Higienópolis, do meu amigo Luiz Marsaioli.
Degustamos vários vinhos do rótulo Tomero Wines, Vistalba (tanto o corte A-Malbec/Cab Sauvignon, como o corte B, que tem a Bonarda a mais que o anterior).
O Tomero Reserva Petit Verdot 2006, agradou à todos na faixa intermediária de preços, mas o que me chamou mais a atenção pela relação preço x qualidade, foi o Tomero Clássico Malbec 2006.
Potente, com seus 14,5% de álcool, mas muito elegante, redondo e equilibrado em frutas e taninos, prontíssimo para se beber.
Domno do Brasil

54 3462 3965
São Paulo Show Room Domno - Rua Princesa Isabel, 1170 - Campo Belo
11 5044-7000
Restaurante Pobre Juan
http://www.pobrejuan.com.br/
Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Show de Fábio Jr em prol do PVA-Projeto Velho Amigo


Meninas e meninos,
Não me canso em repetir que eu particularmente prefiro ajudar instituições que abriguem idosos, àquelas que abriguem crianças, pois estas de uma maneira mais geral, parece que sensibilizam mais a sociedade.
Pois bem, todos sabem do carinho e afeição que tenho para com o belíssimo trabalho feito pelas meninas do Projeto Velho Amigo, que entre os asilos beneficiados pelo projeto, estão: Fraternidade Aliança Toca de Assis (3 casas – Casa São Pio em Cotia, Vila de Assis em São Paulo e Casa Grande Mãe de Deus no Embú), Cepim, Casa dos Velhinhos de Ondina Lobo, Carmelo Imaculado Coração de Maria e Santa Teresinha, Asilo Luz Divina, Lar das Mãezinhas, Casa o Raiar do Sol e Casa da Divina Providência (Campos de Jordão).
Neste ano, o PVA, como carinhosamente é conhecido, completa 10 anos, e para comemorar, sempre pensando nas hoje 10 casas de longa permanência, programou um grande evento: Um show com o cantor e ator Fábio Jr para o dia 27/04/09 as 21:30 hs.

Vamos todos então ajudar, comparecendo ao show do Fábio Jr, que em conjunto com sua produção, já está ajudando, abrindo mão de seus cachês.
Liguem para a Fernanda nos tels11 3071-4040; 3079-0018; 7552-3383
Mais detalhes no folder acima.
Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão